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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Idoso atacado por cães de raça perigosa

Loulé: Factura do tratamento hospitalar é de 15 mil euros

Quando saiu para passear, Manuel Mendes, de 74 anos, nem imaginava que ia ter de lutar pela vida. Foi atacado por dois cães da raça bullmastiff, à porta de uma moradia na Malhada Velha, concelho de Loulé.
Por:Tiago Griff

 
Jaqueline Mendes acusa casal holandês de negar ser dono dos cães que puseram o pai no hospital




"Os cães saíram de uma vivenda que tinha a porta aberta, atacaram-me pelo lado direito e caí logo no chão", contou ao CM. "Tentei defender-me com o braço para não me morderem a cara, mas mesmo assim conseguiram. Durante cinco minutos estive quase a ser despedaçado", descreveu o reformado, que ainda está hospitalizado com mordeduras no braço direito, perna direita, na cara e com uma fractura na anca esquerda.
Alegadamente os cães pertencem a um casal holandês proprietário da vivenda perto de onde ocorreu o ataque na manhã de domingo. O casal interveio quando ouviu os gritos de Manuel Mendes e depois até se disponibilizou para tratar das contas hospitalares. Mas agora mudou de opinião.
"O meu pai foi levado para o Hospital Particular do Algarve, em Gambelas, mas quando souberam que ele tinha uma fractura e que os custos podiam chegar aos 15 mil euros, os donos mudaram a versão da história", acusa Jaqueline Mendes, filha do idoso. "Dizem que os cães não eram deles e que apenas têm um cão pequeno." Manuel Mendes foi depois internado no Hospital de Faro e deverá ser hoje operado. O CM tentou entrar em contacto com o casal, mas sem sucesso.

Idoso atacado por cães de raça perigosa - Portugal - Correio da Manhã

G1 - Vídeos - Aposentado é atacado por cão da raça pitbull em ...

g1.globo.com/videos/v/...atacado-por-cao.../1449545/ - Em cache
Aposentado é atacado por cão da raça pitbull em Divinópolis (MG). Mais informações. Tweet Share on Facebook. 02/03/2011 |00:18 ... 
COMENTÁRIO MAIS VOTADO
"Podem dizer k a kulpa é do dono, mas não é assim. Estes cães têm um tipo de temperamento imprevisível. E do nada podem atacar. Ha donos kom cães de raça perigosa igual tratam igual e um é manso o outro não. "
Kid Pitbull


26 Julho 2011

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Legislar por Legislar...

Domingo, 8 de Março de 2009

Os lamentáveis casos de ataques de cães a outras pessoas e mesmo a outros animais, causadores de ofensas graves à sua integridade física ou mesmo a sua morte, devem ter um fim ou no limite serem casos de extrema raridade.

A solução para este drama, que afecta toda a sociedade civil, passa por uma legislação adequada para a posse de animais de companhia na sua globalidade. Um cão perigoso não é apenas aquele que evidencia agressividade directa para terceiros, mas também aquele que por falta de controlo do seu dono pode indirectamente causar danos a terceiros.

No entanto, em relação a raças cujas características possam se enquadrar em funções de defesa pessoal ou serviço similar, estas deveriam ser obrigadas a legislação específica.

Legislar por legislar é perfeitamente inócuo e apenas causa revolta nos visados. Estes últimos são os admiradores e os verdadeiros responsáveis detentores de cães de companhia, assim como as vitimas, algumas vezes mortais, da ignorância e maldade, daqueles que usam animais como meras armas pessoais sempre prontas a disparar.

Os seguros de responsabilidade civil obrigatórios são perfeitamente legítimos e adequados, mas por si só não resolvem nada. Trelas curtas e cães açaimados, embora numa primeira análise possam inspirar mais segurança, escondem por certo, o verdadeiro problema de toda esta questão: Falta de Educação, Sociabilização e Treino.

O que acontecerá se a trela se soltar? O que acontecera se o açaime não for adequado? Servirá de consolo ter um seguro para indemnizar a vítima e a prepotência de mandar abater mais um cão.

As vítimas são sempre as pessoas inocentes e os cães, que de forma igualmente inocente, se vêem nas mãos de donos verdadeiramente perigosos.


                            

A legislação deve-se preocupar não apenas com as medidas de contenção dos animais mas com o controlo efectivo sobre os mesmos. É fundamental que cada vez mais as pessoas sejam confrontadas com os seus deveres e obrigações quando pensam em ter um cão de companhia. Um deles, será por certo, a obrigatoriedade de sociabilizar e treinar o seu cão, expondo-o posteriormente a exames que comprovem a sua aptidão para estar em sociedade, quer através da sua interacção com pessoas e outros animais, quer através do controlo por parte do seu dono.

Os donos podem ter aptidões físicas, podem estar isentos de qualquer registo criminal, contudo, a sua inexperiência em ter um cão, a falta de informação sobre os seus deveres e obrigações (lamentavelmente não adequados) tornam o detentor do cão, desde do primeiro dia, um dono potencialmente perigoso. O problema volta a acontecer. Será sempre uma questão de tempo e oportunidade.

Quando a legislação impede que a criação das raças, erradamente consideradas potencialmente perigosas, não seja divulgada, está a contribuir directamente para a clandestinidade da criação.

A criação e a detenção das raças elegidas, erradamente como potencialmente perigosas, devem estar a céu aberto e perfeitamente identificadas. Quem fizer o contrario é que deve ser punido. Quem não deve não teme.

Se na realidade a legislação incidisse e fiscalizasse os deveres e obrigações, dos detentores, no caso, de cães de companhia, a comercialização de cães diminuía drasticamente já que, os fundamentalistas dos cães, aqueles que os confundem com pessoas e aqueles que os usam com fins ilícitos, teriam os dias contados.

Se legislar por legislar não nos leva a lado nenhum, também é verdade que ter um cão só por ter, esquecendo as obrigações, bem como o respeito e a liberdade por terceiros, apenas se irá contribuir para a proibição do Rottweiler em Portugal.

Seria a proibição do Rottweiler em Portugal uma medida extrema e ignorante? Estou certo que seria. No entanto, não menos ignorante e triste, é estar nas mãos daqueles que dizem gostar da raça, continuarem a usá-la a seu belo prazer desrespeitando tudo e todos. Inclusive a própria raça Rottweiler.


Fonte:
http://amigodorottweiler.blogs.sapo.pt/

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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Cães Perigosos fiscalizados


Cães Perigosos fiscalizados no Sotavento Algarvio
Donos de cães perigosos
multados no Algarve
Entre as infracções detectadas
está a falta de açaime

Militares do Grupo Territorial de Faro da Guarda Nacional Republicana (GNR) desencadearam no Sotavento algarvio, uma acção de fiscalização de cães potencialmente perigosos em zonas consideradas de “risco”, tendo detectado 44 infracções, a maioria praticadas por proprietários de pitbull e rottweiler, raças referenciadas em vários ataques registados no nosso País.

Durante a acção, realizada entre as 16h00 e as 22h00 nos concelhos de Loulé (Quarteira e Almancil), Vila Real de Santo António (Monte Gordo), Tavira, Olhão (Fuseta) e Faro (Praia de Faro), foram fiscalizados 62 proprietários de cães que circulavam na via pública, em zonas referenciadas como locais de risco para terceiros, nomeadamente aglomerados populacionais onde as autoridades já tinham referenciada a presença frequente de animais potencialmente perigosos.

A falta de registo e de seguro dos cães, bem como a sua circulação sem colocação de trela e de açaime, foram as principais infracções ao decreto Lei nº 312/2003 detectadas pelos militares dos Destacamentos da GNR de Faro, Tavira e Loulé, que procederam a 44 autos de contra-ordenação. Os autos serão remetidos para as câmaras municipais dos cinco concelhos, para instrução dos processos de contra-ordenação e consequente aplicação das respectivas coimas, que variam entre os 500 euros e os 3 740 ou 44 890 euros, consoante se trate de pessoas singulares ou colectivas.

Fonte policial referiu que “a acção visou fiscalizar os procedimentos correctos no acto de passear os animais potencialmente perigosos e alertar os respectivos proprietários para os perigos inerentes à referida prática, nos casos em que não são cumpridas as determinações legais em vigor”. A mesma fonte salientou que as 44 infracções registadas não correspondem ao mesmo número de animais, pois alguns incorriam em mais do que uma.

A maioria das infracções foi registada nas freguesias de Quarteira e Almancil, no concelho de Loulé. Estando previstas futuras fiscalizações em outras localidades Algarvias

As Sete Raças Perigosas

ROTTWEILER / FILA BRASILEIRO / DOGUE ARGENTINO / PITBULL TERRIER / STAFFORDSHIRE BULL TERRIER / TERRIER AMERICANO / TOSA INU.


O que diz a Lei

Perigoso

Além das raças especificadas ao lado, o Decreto-lei 312/2003 considera animal perigoso todo aquele que tenha “mordido, atacado ou ofendido o corpo ou a saúde de uma pessoa” ou que tenha “ferido gravemente ou morto outro animal fora da propriedade do detentor”.

Segurança

O proprietário de um animal perigoso está obrigado a manter “medidas de segurança reforçadas” nos alojamentos – que não podem permitir a fuga do animal – e está obrigado a afixar placa de aviso da presença e perigosidade do animal.

Circulação

Sempre que o proprietário circule com o animal na via pública tem de fazê-lo “em caixas, jaulas ou gaiolas ou açaimo” e seguro por trela curta.

Multa

O proprietário de um animal perigoso está sujeito a pagar uma contra-ordenação entre 500 e 3740 euros se o deixar circular na via pública sozinho ou/e sem meios de contenção.

Chip

Os cães e gatos têm um sistema electrónico de identificação, (SICAFE) criado por legislação de 2003 e uma base de dados nacional, que se tornou obrigatório a partir de Julho de 2004.

5 Opiniões

S. Brás de Alportel, entre a serra e o mar... a nossa terrinha!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Goiânia cria lei para controle de 'cães


28/06/07 - 17h53 - Atualizado em 28/06/07 - 21h34

Goiânia cria lei para controle de 'cães perigosos'

Projeto prevê castração de seis raças, entre elas a pit bull e a rottweiler.
Menores de 18 anos não poderão circular com os animais relacionados.
Uma lei aprovada quarta-feira (27) na Câmara Municipal de Goiânia (GO) que propõe o controle rigoroso sobre cães está causando polêmica, apesar de ainda não ter sido sancionada pelo prefeito. Serão afetadas seis raças de cães: pit bull, rottweiler, bull terrier, mastim napolitano, doberman e fila brasileiro.

Além de proibir a comercialização de animais no município, a lei ainda propõe a esterilização, o registro dos cães no Centro de Zoonoses, a proibição de serem conduzidos por pessoas com menos de 18 anos, o uso de focinheiras e o limite de horário para circulação em locais públicos entre 22h e 5h.

Quem já possui cães dessas raças, mesmo para fins comerciais, deve esterilizar os animais antes de vender e não deve formar novo plantel de nenhuma das raças, conforme explicou o vereador Maurício Beraldo (PSDB), autor do projeto.

O vereador afirma que a morte de um menino de 9 anos no início de junho, que faleceu ao ser atacado por dois cães que guardavam um terreno em Aparecida de Goiânia (GO), teria feito o projeto andar depressa na Câmara e ele “acabou aprovado por unanimidade”, diz Beraldo.
Articulação

O vereador afirma que o prazo para o prefeito Iris Rezende sancionar ou vetar a lei sugerida pela Câmara é de 15 dias, mas ele tem expectativa de que o projeto seja aprovado rapidamente.

Maurício Beraldo afirma que obteve dados de organizações não-governamentais e de veterinários que estimam uma população de 250 a 300 mil cães e gatos em Goiânia. Ele conta que recebeu mensagens de moradores da cidade informando que foram expulsos de calçadões e parques por causa da presença hostil de cães sem focinheiras e muitas vezes conduzidos por crianças. “Um percentual grande são das raças criadas para agredir, como o pit bull”, diz.

Para ele, a lei é fácil de ser implementada porque “praticamente não gera gastos” e envolve uma estrutura de órgãos que já atuam, tais como o Centro de Zoonoses, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e a Secretaria de Fiscalização Urbana.


ReclamaçõesO Kennel Clube de Goiás, organização que realiza o registro de pedigrees e documentações de animais, é contra o projeto. A presidente, Maria Elisa Rizzini, classificou o projeto do vereador de “inconstitucional”, porque assume um papel regulador que, para os criadores, é de alçada do Ministério da Agricultura.

As maiores queixas são sobre as medidas que vetam a comercialização e impõe a castração. “Impedir a circulação em locais públicos não afeta criadores responsáveis, porque vamos apenas em exposições. Determinar focinheiras durante o dia tem nosso apoio, mas para as outras medidas faltou informação ao parlamentar”, afirma.

http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL60640-5598,00-GOIANIA+CRIA+LEI+PARA+CONTROLE+DE+CAES+PERIGOSOS.html