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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Garota salva irmão de ataque de pitbull

No interior de São Paulo..........

José Bonato
Do UOL, em Ribeirão Preto (SP)

Heloísa salvou o irmão, Heitor, de ataque de pittbull em Araraquara (SP)
Uma garota de 11 anos enfrentou um cão da raça pitbull em Araraquara (273 km de São Paulo) nesta segunda-feira (10) para salvar o irmão, de oito anos, que estava sendo atacado. O animal mordeu a cabeça, as costas e uma das mãos do menino quando ele voltava da escola na companhia da irmã.
Heloisa, a garota, chutou e gritou com o animal, que cessou o ataque e voltou para dentro de casa, uma república de estudantes que fica em frente à escola. "O pediatra falou que o cachorro poderia ter matado meu filho se a mordida tivesse atingido o pescoço", afirma a secretária Cristiana Teixeira, 33, mãe das crianças.
Heitor, o filho, recebeu dois pontos na cabeça e está bem, segundo a mãe. O problema, segundo ela, é a filha, que chora muito e está assustada. A família pensa em procurar ajuda psicológica para a garota.
Cristiana disse que o cão escapou da casa, que possui um portão de madeira, e atacou o filho pelas costas. "Ele é enorme e chega a impressionar de tão forte. Tenho um pitbull em casa, mas menor e dócil. É um absurdo um cachorro grande daqueles na frente de uma escola", afirmou.
A secretária disse que a família não pensa em tomar medidas judiciais contra os estudantes. Os rapazes, de acordo com ela, foram solícitos e pagaram a despesa de R$ 207 na farmácia. "Eles estão sempre em contato para saber se está tudo bem. A carteira de vacinação do cão está em dia. Nós não queremos prejudicá-los."

Van

Agora, em razão do acidente, Heloisa não vai mais buscar o irmão na escola, o que era rotina nos últimos três meses. A casa dos garotos fica a cinco quadras da escola. "Agora contratamos uma van para levar e trazê-lo", afirmou Cristiana.
O pitbull, chamado Johnny, está sob observação do Serviço Especial de Saúde de Araraquara (Sesa). Segundo um funcionário do órgão, o período de observação acaba no próximo dia 20.
A preocupação do Sesa é saber se, mesmo com a vacina em dia, o cão não está contaminado pela raiva. Nos animais, a doença se manifesta em cinco dias e leva os bichos à morte no oitavo dia.
De acordo com o Sesa, foram registrados dois casos da doença em seres humanos em Araraquara nos últimos 42 anos.

"Clube da luta canino" é descoberto com mais de 200 cães nas Filipinas..........

Foto 12 de 20 - Foto mostra um dos cães encontrados nesta terça-feira (3) em um cativeiro com mais de 200 anaimais, entre pitbulls e outras raças, em uma fazenda de café ao sul de Manila, capital do país. Muitos dos cães tiveram as orelhas e línguas arrancadas durante brigas ilegais organizadas no local Mais Bullit Marquez/AP

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Polícia investiga chacina de gatos

09/05/2011 - 12h28

  Em Ribeirão Preto (SP)

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JULIANA COISSI
DE RIBEIRÃO PRETO
A Delegacia de Proteção dos Animais de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) investiga uma chacina de gatos no Morro São Bento, uma área de reserva florestal dentro da área urbana.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses, 26 gatos foram encontrados na manhã desta segunda-feira, após denúncia ao órgão. A suspeita é que os animais tenham sido envenenados.
De acordo com a chefe do órgão, Eliana Collucci, uma das moradoras que alimenta os gatos do local relatou que ontem à noite, ao levar comida para os animais, já encontrou alguns mortos e outros se debatendo, possivelmente por ação do veneno.
Seis dos animais mortos foram encaminhados para a Polícia Civil para necropsia.

Silva Junior/Folhapress
Funcionários da zoonozes recolhem 26 gatos mortos na região do Morro de São Bento, no interior de SP
Funcionários da zoonozes recolhem 26 gatos mortos na região do Morro de São Bento, no interior de SP
A prefeitura estima que existem cerca de mil gatos nas ruas da cidade. O centro de zoonoses monitora 30 pontos, com cuidadores responsáveis e animais já castrados e vacinados. Mas, segundo a chefe do órgão, um dos principais problemas é o abandono de filhotes nesses locais.
Em março, a cidade já havia registrado outra chacina de gatos. Dez animais foram encontrados mortos no condomínio Areluz --a suspeita é que foram envenenados pelo produto conhecido por "chumbinho".

 Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/913237-policia-investiga-chacina-de-gatos-em-ribeirao-preto-sp.shtml

Zoonoses recolhe 26 gatos mortos no Morro

De São Bento

Delegacia de Proteção aos Animais investiga suspeita de extermínio por envenenamento

09/05/2011 - 11:42
Da redação


Vinte e seis gatos foram encontrados mortos no Morro de São Bento, no Jardim Mosteiro, em Ribeirão Preto. O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) recebeu a denúncia na manhã desta segunda-feira (9) e recolheu os animais para apurar as causas da ocorrência.
Para o delegado responsável pela Delegacia de Proteção aos Animais em Ribeirão Preto, Norberto Bocamino, não restam dúvidas de que houve ato criminoso. O departamento aguarda, nos próximos dias, o resultado do exame toxicológico nos gatos, além dos que serão feitos pelo Instituto Adolpho Lutz com os restos de ração encontrados no local. “Por não ter sido morte natural, de qualquer forma esses animais foram exterminados”, afirmou.
Ele não descarta a hipótese de que outros gatos – a região é conhecida pela superpopulação de felinos – sejam encontrados mortos nos próximos dias. O próximo passo, segundo o delegado, é levantar informações sobre o culpado, que pode ser preso por crime previsto no artigo 32 da Lei Ambiental, que trata da punição de abusos contra animais domésticos e silvestres.
Segundo o encarregado de serviços do CCZ, Luís Carlos Martins de Oliveira, a suspeita de que os animais foram envenenados só poderá ser confirmada após resultado do exame toxicológico. “A gente não sabe. Como foi morte em massa, acreditamos que, possivelmente, tenham sido envenenados”, afirmou. Ele acrescenta que também serão feitos testes biológicos com cinco gatos no Instituto Pasteur, em São Paulo, para constatar a possibilidade, ainda que remota, de contaminação de raiva.
Saiba mais

domingo, 13 de junho de 2010

Morte de cadela gera indenização de R$ 5 mil


Morte de cadela gera indenização de R$ 5 mil
Por Fernando Porfírio

American PitBull Terrier - Creative Commons

O dono de um cão da raça pitbull foi condenado a pagar indenização aos proprietários de uma cadela que foi devorada pelo animal de guarda. O caso aconteceu na cidade de Ribeirão Preto (interior de São Paulo) e a decisão foi tomada em sessão desta quinta-feira (11/3) da 4ª Câmara de direito Privado do Tribunal de Justiça.

A turma julgadora referendou sentença de primeira instância que condenava o dono do pitbull a pagar R$ 5.250,00, como forma de recompensar o dano moral sofrido. Para o relator, desembargador Natan Zelinschi, a maneira como se deu a morte da cadela de estimação, estraçalhada pelo cão de guarda, trouxe angústia e desgostos aos seus proprietários.

Os donos dos animais não foram capazes de encontrar uma solução harmoniosa para o impasse. Na falta de acordo, decidiram litigar na Justiça para que esta determinasse se houve culpa ou não capaz de caracterizar responsabilidade civil. Nas duas instâncias a decisão foi a mesma: houve culpa do dono do cão de guarda, que não tomou os cuidados necessários para evitar a morte violenta da cadela.

O proprietário do pitbull afirmou que a sentença de primeira instância devia ser reformada, pois não teve culpa no acidente. Ele alegou que a dona da cadela permitiu que o animal invadisse local fechado onde estava seu cão de guarda. A dona da cachorrinha disse que havia brechas na grade da casa e o pitbull enfiou a cabeça em um desses vãos e arrastou a cadela para dentro, devorando-a, impossibilitando qualquer socorro.

“O réu, sendo possuidor de um cão da raça pitbull, deve observar os cuidados necessários de forma constante e com prevenção apurada”, afirmou o relator Natan Zelinschi. Para a decisão, a turma julgadora se baseou em depoimento das testemunhas que comprovariam a responsabilidade do dono do animal de guarda.

“Quem se predispõe a possuir um cão da raça pitbull deve suportar a responsabilidade correspondente, mesmo porque, restou caracterizada a anomalia na grade que separa o imóvel utilizado pelo réu do passeio público, o que permitiu o ataque do perigoso animal contra a inofensiva cachorrinha dos autores”, anotou Natan Zelinschi.

Para a turma julgadora, o incidente não foi um caso isolado, porque o dono do cão de guarda já havia sido alertado por outros moradores de que seu animal poderia desfechar um ataque contra pessoas ou animais. No entendimento dos julgadores, no lugar de tomar providências, o proprietário optou pela omissão.

Segundo o entendimento da turma julgadora, os autores da ação ao verem sua cadela ser devorada pelo pitbull sofreram um grande abalo, porque além de perder o animal de estimação, presenciaram a dilaceração da pequena cachorra pelo cão. Esses fatos, na opinião dos desembargadores, casaram enorme angústia e desgosto, caracterizando o dano moral.

Ao justificar o valor do dano, de R$ 5.250,00, a turma julgadora afirmou que ela era compatível com o caso, pois ao mesmo tempo em que afastava o enriquecimento sem causa dos autores da ação, teria o poder pedagógico de levar o réu a tomar providências para que outros casos não se repitam, diante do perigo que representa um cão de uma raça de guarda como a pitbull.

Cães anti-sociais
Essa não é a primeira vez que ataques de cães de guarda a outros animais acabam percorrendo as instâncias do Judiciário. No ano passado, pelo menos quatro casos foram julgados pelo Tribunal paulista e resultaram em condenação dos donos de animais que agiram sem a cautela necessária.

Num deles, ocorrido em Barretos (interior de São Paulo), o dono de três cães da raça rottweiler foi condenado a pagar indenização por danos morais e materiais ao proprietário de uma égua. O animal, que era usado para fazer carretos, morreu depois de ataque dos cachorros.

O dono da égua disse que além de ser o meio de ganha pão o animal tinha a sua estima e, por conta disso, queria ser indenizado não só pelo dano material (pagamento do preço da égua), mas também pela dor que sentia com a perda do animal.

O Tribunal de Justiça reformou a sentença de primeiro grau, que concedia apenas o dano material de R$ 750 e condenou o dono dos cães rottweiler a pagar mais 30 salários mínimos como ressarcimento da dor moral que o dono da égua havia sofrido.

Apelação 994.09.340.176-3

Conjur - Morte de cadela causada por pitbull gera indenização de R$ 5 mil