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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Cão da raça rottweiler solto no Ângela Rosa

SEM DONO
  Tenta atacar técnico

Data: 20/04/2011
No início da madrugada de ontem, o técnico em eletrônica JCBJ, 24, caminhava pela Rua Cesário João Careta, Jardim Ângela Rosa, em direção à sua casa. No trajeto, um cão da raça rottweiler tentou atacá-lo. Usando pedras, ele conseguiu afastar o animal. PMs foram comunicados, o proprietário do cachorro não foi localizado, assim como os coletores da prefeitura. O cão permaneceu solto pelas ruas do bairro.

 http://189.90.143.154/~gcnnet/jornal/index.php?codigo=127424&codigo_categoria=3

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O inferno são os outros 2 - A saga continua

Pense num cão latindo. Não, assim não! Mais alto e mais forte! Pense num cão desesperado. Feroz! Latindo. Pensou? Agora, multiplique o som que você imaginou (abstração) por cem! Conseguiu? Concebeu? Pois foi assim que ocorreu no prédio onde moro. De madrugada! A noite toda! Por quê? Simplesmente porque os donos do cachorro – que cachorrada! – viajaram. Enquanto eles se divertem em algum canto, nós fazemos uma vigília por aqui.
Não foi a primeira vez. Os vizinhos já protestaram antes. Como não gosto de confusão, evitei participar da pseudoassembleia que rolou pela manhã. Sei lá o que vai ocorrer com os (ir)responsáveis que deixaram o animal desesperado. Só sei que não foi possível dormir. Moro no 302. O cachorro do vizinho (com duplo sentido), no 401. Apelei para a música (fone estourando os tímpanos). Não resolveu! Liguei a TV. Não adiantou! Tentei ler. Não houve jeito! Estava determinado pelo cosmos que eu deveria ficar acordado.
Na portaria, ouvi o comentário da vizinha do 501:
- Coitado do cachorro!
Perguntei a ela:
- E eu? Você está com pena de mim também?
- Como assim?
- Você está mais triste pelo que aconteceu com o cachorro ou pelo fato de ninguém no prédio ter dormido?
- Meu filho, você já parou para pensar no sofrimento do bichinho?
- Minha filha, você já parou para pensar no sofrimento dos moradores?
- Como assim? (Juro que parecia provocação esse inferno de “como assim”)
Tentei, em vão, fazê-la enxergar o óbvio:
- O animal sofreu, mas os moradores sofreram mais, você não acha?
- Claro que não!
Após essa afirmação surpreendente, ela lançou mão de uma frase marcante. Fiquei estupefato com tanta profundidade. Não tive como estender o diálogo. Resoluta, firme e categórica, a vizinha defensora dos animais vomitou:
- A dor da angústia da saudade é maior do que a dor de uma noite mal dormida!
Como assim?

http://seilatipoassim.blogspot.com/2011_01_01_archive.html

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A CACHORRADA QUE ANDA MORDENDO EM MORRETES!

Sábado, 19 de junho de 2010

Na madrugada de quarta feira, na altura do super Mercado Tonetti, fui atacado por uns 20 cachorros, que circulam soltos pela madrugada, perturbando a vida de quem tem que dormir e trabalhar cedo no dia seguinte. Eu até não ligo muito, pois ja estou acostumado a ser atacado pela cachorrada vagabunda que anda solta dentro de Morretes, afinal como todos os cachorros vadios , aqueles de quarta feira, só latiram, e na primeira batida de pé fugiram com o rabo entre as pernas. Seria interessante que o Prefeito Amilton desse uma olhada nesta questão e tome uma atitude, pois cuidar desta cachorrada vadia que anda por aí também perturbando, ameaçando e mordendo as pessoas, é uma obrigação do Prefeito. Prende a cachorrada Amilton. Vai ser bom para todo mundo!
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