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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Menino de 6 anos salva o irmão de ataque

12/04/2011 as 13h48min       1907 já pessoas leram essa noticia

  De cão............


Como um escudo, Timo não deixou que o cão chegasse perto do irmão e de outra criança, de 4 anos

Menino de 6 anos salva o irmão de ataque de cão
O cachorro mordeu o braço e cabeça da criança
Mundo - Para proteger o irmão de 4 anos do ataque de um cão feroz, o americano Timo, de 6 anos, esqueceu o medo e utilizou seu corpo como escudo. O cachorro, que era uma mistura de pastor alemão, tinha escapado de um lote comercial e foi parar no quintal dos meninos em Homestead, sul da Flórida (EUA) , onde, junto com mais outra criança de 4 anos, estavam brincando.

Os dois meninos mais novos se esconderam embaixo de um caminhão quando o cachorro abocanhou o ombro, o braço e a cabeça de Timo. Usando o corpo como barreira entre o cão e as outras crianças, Timo se deitou ao lado do caminhou e se recusou se mover enquanto o ataque permanecia. Eventualmente, o cão parou o ataque e fugiu, contou o garoto durante entrevista à TV WSVN, reproduzido pelo jornal britânico Daily Mail.

Só depois que o irmão e o amigo estavam salvos, Timo procurou ajuda e foi levado ao Miami Childrens' Hospital, onde recebeu grampos cirúrgicos no couro cabeludo, ombros e braço. Agora, ele está se recuperando. E quanto ao cão, ele foi capturado pela polícia e sacrificado.

Fonte: Crescer




Fonte:



domingo, 18 de setembro de 2011

Ataque de cachorros vai à Justiça e sai decisão

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A 9ª Câmara Cível do TJRS condenou ao pagamento de reparação os donos de dois cães, da raça pastor alemão, pela morte de uma cachorrinha do vizinho. Enquanto passeava pela vizinhança, em 21 de maio de 2008, uma cadela da raça Yorkshire foi atacada e morta.

O Juízo do 1º Grau determinou uma indenização de R$ 5 mil aos proprietários do animal de estimação. A decisão foi confirmada pelo TJRS.


Uma das autoras da ação, uma senhora de 66 anos, estava passeando com sua cadelinha na rua quando foi surpreendida pelos dois cachorros do vizinho, da raça astor alemão. Um dos animais abocanhou a cachorrinha - que foi atendida por veterinário, mas morreu.



Número em primeiro grau - 108.03127735 (18ª Vara Cível de Porto Alegre)
Número em segundo grau - 70040252116 (9ª Câmara Cível do TJRS).
Autores - Ana Florência Erguy, Bianca Lizi Argiles Erguy e Marco Julius Argiles Erguy
Réus - Marcos Michel e Marcos Michel & Cia Ltda.




Na ocasião dos fatos, os proprietários dos dois pastores alemães estavam chegando de carro, quando o portão ficou aberto, possibilitando que os animais de grande porte pudessem fugissem.


Na época, foi feito um termo circunstanciado acerca do fato, que na esfera criminal resultou em um compromisso de respeito recíproco.

Os autores ingressaram na Justiça pedindo reparação pelos danos morais e materiais sofridos.


Na 18ª Vara Cível do Foro Central de Porto Alegre, o juiz Regis de Oliveira Montenegro Barbosa explica que o ocorrido insere-se na responsabilidade especial disciplinada pelo art. 936 do Código Civil, o qual prevê a responsabilidade do dono ou detentor do animal, sendo esta decorrente da culpa presumida.


"A responsabilidade do dono do animal é presumida, sendo suficiente, portanto, que a vítima comprove o dano e a relação de causalidade entre o dano por ela sofrido e o ato do animal" - afirmou o juiz.


Foi determinada uma indenização de R$ 5 mil aos autores, por danos morais, e a quantia de R$ 950,00, pelos danos materiais, gastos com consultas ao veterinário, cremação e a compra do cachorro.


Na 9ª Câmara Cível do TJRS, o desembargador relator Caubi Delabary confirmou ter ficado demonstrada a culpa dos demandados na guarda dos cães, pois permitiram que um dos seus animais atacasse a cachorrinha dos autores, fora dos limites da sua residência.


O advogado André Vatimo Argiles atua em nome dos autores da ação. (Com informações do TJRS).



segunda-feira, 18 de julho de 2011

Americano de 6 anos protege irmão mais novo com seu corpo

Americano de 6 anos protege irmão mais novo com seu corpo no ataque de cão feroz

ataque de cão Para proteger o irmão de 4 anos do ataque de um cão feroz, o americano Timo, de 6 anos, esqueceu o medo e utilizou seu corpo como escudo. O cachorro, que era uma mistura de pastor alemão, tinha escapado de um lote comercial e foi parar no quintal dos meninos em Homestead, sul da Flórida (EUA) , onde, junto com mais outra criança de 4 anos, estavam brincando.
Os dois meninos mais novos se esconderam embaixo de um caminhão quando o cachorro abocanhou o ombro, o braço e a cabeça de Timo. Usando o corpo como barreira entre o cão e as outras crianças, Timo se deitou ao lado do caminhou e se recusou se mover enquanto o ataque permanecia. Eventualmente, o cão parou o ataque e fugiu, contou o garoto durante entrevista à TV WSVN, reproduzido pelo jornal britânico Daily Mail.
Só depois que o irmão e o amigo estavam salvos, Timo procurou ajuda e foi levado ao Miami Childrens\’ Hospital, onde recebeu grampos cirúrgicos no couro cabeludo, ombros e braço. Agora, ele está se recuperando. E quanto ao cão, ele foi capturado pela polícia e sacrificado.

Americano de 6 anos protege irmão mais novo com seu corpo no ataque de cão feroz | Notícias de Ponta Porã e de Mato Grosso do Sul

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011


ATAQUES DE CÃES

Esta semana, o ataque de um cão a uma criança de 1 ano e 9 meses chocou muitas pessoas. O menino passeava com o pai em uma praça do Alto de Pinheiros, região oeste da cidade, quando o pastor alemão fugiu de sua casa e mordeu a criança no queixo e nas pálpebras. Os ferimentos só não foram maiores porque o pai conseguiu afugentar o cão. O animal pertencia a uma juíza, e ela afirma que ele nunca havia demonstrado comportamento agressivo. Como evitar acidentes desse tipo?

“O dono é o responsável, inclusive criminalmente, pelo comportamento do animal”, afirma Noemia Tucunduva Paranhos, médica veterinária do setor de vigilância epidemiológica do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que também lida com os casos de agressões. De acordo com a veterinária, o dono do cão deve zelar para que ele não apresente riscos para os outros e para a própria pessoa. “Se você tem um animal de porte grande, precisa conhecê-lo e ensiná-lo desde cedo a conviver com pessoas. Atitudes como prender o cão com correntes, deixá-lo isolado no canil ou mesmo fazer brincadeiras agressivas como cabo-de-guerra podem deixá-lo mais violento”, diz a veterinária.

Na hora de passear com o cão, o uso de coleira com guia curta e focinheira é obrigatório para animais das raças Mastim Napolitano, Pit Bull, Rottweiler e American Staffordshire Terrier, segundo a Lei nº 11.531, de novembro de 2003. Quem desrespeitá-la pode arcar com uma multa de 10 UFESPs (cerca de R$160). Mas o uso destes equipamentos não deve limitar-se à legislação. Cães de outras raças, até mesmo pequenos, podem representar ameaças ao convívio. E cabe aos donos identificar estes comportamentos antes que o animal cause problemas.

Confira os sinais de que um cão apresenta comportamento agressivo:

•O cão late e/ou rosna.
•Mostra os dentes.
•Os pelos da nuca e do dorso ficam eriçados.
•As orelhas ficam abaixadas e para trás.
•A postura se torna rígida, os membros mantidos afastados e o dorso encurvado.
Se o seu pet mostra estes sinais, não entre em pânico ou pense em doá-lo ou mesmo abandoná-lo. “A pessoa tem que se comprometer em reverter a situação e prevenir ataques”, diz Noemia. “Hoje existem especialistas em treinamento que garantem que quase todo animal pode ser recuperado. Não é muito simples, mas descartar não é a solução”. Assim, procure um adestrador, e garanta que o animal não ande sem supervisão em público. Cuidados extras devem ser tomados para que ele não escape de casa. Confira se a cerca ou muro apresenta falhas e evite que o pet fique na área da garagem durante a entrada e saída de veículos.

Mesmo quem não tem cachorros deve saber como interagir com eles. Caso você ache que será atacado por um cão, confira o que fazer:

•Fique em pé, imóvel, protegendo a cabeça, o rosto e o pescoço, encobrindo-os com as mãos e braços.
•Nunca olhe diretamente para o animal. Se ele atacar você, continue se protegendo, sem gritar, nem se mover. Tente ficar parado.
•Se você cair, fique em posição fetal, ou seja, de lado com as pernas dobradas e os joelhos encostados ao tórax. A cabeça deve ficar encosta nos joelhos e as mãos protegendo o pescoço.
•Fique imóvel até aparecer ajuda (se você ficar parado, provavelmente o cão não morderá).
Caso o animal ataque, é importante lavar a ferida com água e sabão e procurar um médico. Identificar o dono do animal também é fundamental para garantir que ele não possui raiva. Basta pedir para o dono observá-lo por dez dias, período no qual a doença se manifestaria. “A gente não costuma indicar vacina de raiva para a pessoa mordida caso o animal não apresenta a doença”, diz Noemia