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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Caso da matadora de animais/SP

13 Janeiro 2012


  E seus comparsas



Mulher detida suspeita de matar cães e gatos em SP é solta, e não agia sozinha.

Nota do Blog: O flagrante na madrugada dessa sexta-feira 13, não terminará com essa matança cruel de animais, com a precária legislação existente de maus-tratos aos animais.
=> A desconfiança original (ainda não descartada), era de que essa Dalva e seus comparsas;
- Vendiam a carne dos animais para restaurantes,
- Vendiam a pele dos animais até para fora do país, para confecção de roupas, brinquedos.
- Vendiam o sangue dos animais para clinicas veterinárias e ritos satânicos.
Portanto se a mesma não for acusada de “Estelionato”, e ter o seu sigilo telefônico e bancário quebrados, não conseguiremos saber ‘quem realmente pagava para que os animais fossem mortos’, e quem se beneficiava financeiramente dessa crueldade.
Dalva recebia e às vezes cobrava dinheiro para supostamente vacinar/castrar os animais que matava. Prova disso é que em alguns gatos mortos encontrados no saco de lixo estavam com a barriguinha raspada, sinal de que foram castrados recentemente. Os corpos descartados eram todos de animais de pequeno porte, a maioria filhotes que somente tinham o sangue retirado. Já os animais de médio e grande porte recai a suspeita de além da venda do sangue, também o comércio das peles e da carne de cães e gatos.
A matadora de animais Dalva Lina da Silva, é só uma integrante dessa quadrilha, que precisa ser desmembrada, e que precisa ser devidamente investigada, por conter indícios de que médicos veterinários estariam cientes dessa crueldade, já que compravam o sangue desses animais, para depois cobrarem exorbitantes somas de tutores os quais os animais necessitassem de transfusão de sangue.
Os animais mortos encontrados no saco de lixo, além de passarem pela perícia, para determinar a causa da morte, também vão oferecer pistas da procedência desses animais, caso estejam microchipados, que é o que ocorre quando são castrados em mutirões da prefeitura de São Paulo.
O vereador Tripoli em entrevista ao portal Terra disse; "Você não faz um ritual religioso com 30 animais, pois o volume é muito grande e não há necessidade. Sem sombra de dúvidas pode haver um comércio paralelo para o sangue dos bichos, pois uma bolsa, segundo as ONGs que trabalham conosco, custa até R$ 300. Elas seriam vendidas para veterinários, clínicas e hospitais, para depois serem usadas em transfusões e outros fins. O inquérito policial deve confirmar", afirmou Tripoli.(click para ler na íntegra)
Por volta das 1h30, da madrugada, Juliana Bussab e Susan Yamamoto da ONG "Adote um gatinho", foram até o local para tentar retirar os 11 gatos que ainda estavam vivos dentro da residência da matadora, o que não foi permitido e ocorrerá somente hoje com uma liminar de um Juiz, na qual a ONG ficará como fiel depositária dos animais.
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Uma mulher identificada como Dalva Lima da Silva, de 43 anos, foi presa, no final da noite de ontem, na rua Mantiqueira, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, sob acusação de maus tratos contra animais e crime contra a natureza. Pelo menos 33 animais, entre gatos e cachorros, foram encontrados mortos dentro de sacos de lixo, um deles na calçada, em frente à casa da vizinha da acusada.

Denúncia - Organizações não-governamentais (ONGs) protetoras dos animais, há 20 dias, contrataram um detetive particular após receberem denúncia de pessoas que entregavam os cães e gatos, achados na rua, para essa mulher, que se dispunha a cuidar dos bichos.

Os sacos de lixo contendo os animais mortos, segundo a polícia, eram colocados na porta das casas vizinhas, junto aos demais sacos, para não levantar suspeita. Tudo era levado pelo caminhão de coleta de lixo.

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Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress

 Mulher é presa por matar cães e gatos em São Paulo

Enviado por em 13/01/2012




Vídeo do R7, com o flagrante dos animais mortos.

Por volta das 23h, o detetive testemunhou Dalva deixando um saco plástico em frente à casa vizinha. Policiais militares da 3ª Companhia do 11º Batalhão foram acionados e detiveram a acusada, que foi encaminhada para o plantão do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), no centro da capital. Na casa de Dalva, os policiais encontraram mais sacos e sedativos, que eram dados aos animais antes de ela matá-los. A maioria tinha o sangue retirado pela mulher, suspeita de realizar rituais satânicos.

Segundo a Polícia Civil, a mulher foi liberada porque o caso é considerado de menor potencial ofensivo. À polícia, Dalva Lima da Silva, de 42 anos, assumiu a responsabilidade por apenas cinco animais – ela afirmou os recebeu doentes e tentou tratá-los. Como não obteve sucesso, aplicou anestésico para que eles morressem sem dor.
Durante a madrugada, a polícia informou que foram encontrados os corpos de 33 animais na calçada de uma casa da Rua Mantiqueira, 168 Vila Mariana fone : 8223-9694, na Zona Sul de São Paulo.
E, numa nova contagem, verificou-se que eram 39 cadáveres - quatro cachorros e 35 gatos. Segundo ainda a polícia, Dalva não mora sozinha. Durante depoimento, segundo um dos policiais civis, a mulher, que não aparentava nenhum sinal claro de distúrbio mental, chegou a contar várias histórias diferentes. Ela assinou um termo circunstanciado de crime ambiental, podendo ser processada e condenada a uma pena de três meses a um ano de prisão.
Na delegacia, a mulher afirmou que há 13 anos resolveu, por conta própria, cuidar de animais de rua. Ela também disse que um abrigo de Diadema, no ABC, encaminhava animais doentes para que ela cuidasse.
“Ela disse que tentava conduzir os animais para ONGs, e era negado”, disse o delegado Wilson Correia Silva, da divisão de crimes contra o meio ambiente. “Ela admitiu que levou cinco animais a óbito, que segundo ela não estavam respondendo ao tratamento. Ela decidiu sacrificá-los, a aplicava anestésico. Os demais ela disse não saber como morreram, afirmou que não estavam sob seu cuidado.”
O delegado informou que será instaurado um inquérito para investigar o caso e que irá requisitar as imagens que o investigador particular afirmou ter das ações da suspeita. Os protetores de animais que contrataram o detetive também serão ouvidos.
Recolhimento de animais
A polícia determinou que os gatos que foram encontrados dentro da casa ainda vivos fossem recolhidos pela ONG “Adote um gatinho” – entretanto, o advogado da instituição afirmou que nesta manhã a casa estava fechada e não foi possível recolher os animais. “A PM preservou o local a noite inteira e há indícios de que haja alguém dentro, mas ninguém atende”, afirmou. O delegado Silva informou que deslocará uma equipe ao local para tentar resolver o problema.
O advogado da suspeita, Martim Lopes Martinez, confirmou a versão dada por ela à polícia. “Segundo ela, ela recebe cães e gatos doentes, de rua, e tenta tratá-los. Os que não conseguem sobreviver ela dá uma anestesia para que eles não sofram. Ela disse que ligava para várias instituições pedindo ajuda, mas isso era sempre negado”, afirmou o defensor. De acordo com ele, Dalva é viúva vive na casa com as filhas de 22 e 5 anos, e não trabalha – ela vive de uma pensão deixada pelo marido.
Por volta das 10h30, o G1 voltou a procurar Martinez para comentar a tentativa da polícia de retirar os gatos que ainda estão na casa de Dalva. O advogado, porém, não atendeu as ligações.
Para assistir ao vídeo do G1, click aqui
Por volta do meio-dia, oito gatos e um cachorro foram retirados da casa de Dalva Lina da Silva pela Polícia Civil , porque a mesma não atendeu a porta quando a ONG Adote um Gatinho chegou com a liminar para retirar os animais, que novamente tiveram que acionar a polícia.
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Investigações
Vizinhos da suspeita e o investigador contratado pelos protetores relataram que os animais apenas chegavam à casa, e não deixavam o imóvel – o que causava desconfiança. Vizinhos também relataram ter ouvido ruídos de animais chorando na noite de quarta-feira (11). Eles também afirmaram que os animais que viram chegar ao imóvel estavam bem de saúde, e não doentes como a suspeita alega.
Segundo a veterinária Beatriz Mattes, da ONG, a maioria dos animais mortos eram filhotes, com idade entre 1 e 2 meses. Os corpos serão encaminhados necrópsia. Segundo ela, um dos animais mortos tinha marca de injeção no coração. Beatriz suspeita que Dalva tenha injetado cloreto de potássio – o produto foi encontrado pela polícia dentro da casa da mulher.
Ainda segundo a veterinária, os corpos foram encontrados com “aparência estranha”. “Todos estavam em posições que definharam, encolhidos, todos defecados. Nunca vi uma cena tão feia em toda a minha vida”.

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Acessórios para gatos descolados

•17 17UTC maio 17UTC 2011 • Deixe um comentário
O Makeup and Beauty Blog fez uma busca pela internet e selecionou os acessórios para felinos fashionistas. Têm roupinhas, cartola e gola de renda, coroa, gravata, gorro e até polainas para nossos peludos ficarem ainda mais descolados. Basta saber se eles vão gostar de andar por aí emperiquitados. Veja as fotos e confira nos links onde encontrar ou como fazer as peças.

Acessórios da realeza à venda no Etsy.com (veja aqui)

Boina e gravatinha (venda online aqui) e gravata de caveira (aqui)

Roupa estilo tubarão (aqui) e touca de tricô (aqui)

Faça você mesmo: meias viram polainas para gatos (veja aqui como fazer)

Cartola e gola (à venda no Etsy.com) e acessórios de crochê (aqui)
Criativa Bicharada

Gato sobrevive a queda de 7 andares de prédio em Nova York

•16 16UTC maio 16UTC 2011 • Deixe um comentário
Felino, apelidado de Gilbert, teve patas engessadas com gessos floridos. Depois de recuperado, gato irá para doação.
Um gato sobreviveu a uma queda da altura de sete andares de um prédio no bairro do Bronx, em Nova York, segundo mostrou uma reportagem da emissora americana NBC nesta segunda-feira (16). Apelidado de Gilbert, o bichano quebrou as duas patas dianteiras e fraturou o maxilar, mas passa bem. Duas semanas após o acidente ele já é visto andando, mesmo com duas patas engessadas com gessos floridos.
O animal ainda levará algumas semanas para se recuperar por completo, mas não deve ficar com sequelas e será encaminhado para doação assim que estiver melhor.
Nota minha: não fosse a irresponsabilidade dos donos, que não tem o cuidado básico de telar seus apartamentos, gato nenhum teria que passar por isso… ou coisa pior.
G1 Mundo

Gato e coruja são melhores amigos

•16 16UTC maio 16UTC 2011 • Deixe um comentário
Isso é que é respeito às diferenças. A coruja Gebra e o gatinho Fum realmente se tornaram melhores amigos.
Pelo vídeo abaixo, é possível perceber que os bichinhos curtem a companhia um do outro, já que cada vez que Gebra pousa no chão, o bichano corre para cumprimentá-la com um ronronar.
Acredita-se que os animais fiquem bem juntos porque são amigos desde que eram bem jovens.
Claramente Gebra é quem manda na relação – o Editor do UOL Tabloide, exímio conhecedor de relacionamentos, sabe que o sexo feminino não tem nada de frágil – quando Fum fica um pouco animado, ela lhe dá um simpático beijinho para acalmá-lo. (Com os humanos, as coisas não são bem assim.)
Eles também “brincam” de lutar e dão beijos na bochecha um do outro.
Infelizmente, tudo o que o peludo Fum pode fazer é saltar para o ar enquanto sua amiga voadora dá rasantes para frente e para trás.

Assista:





Gatos x parasitas: os ectoparasitas também podem afetar os felinos

•15 15UTC maio 15UTC 2011 • Deixe um comentário
Os gatos têm inimigos silenciosos: as pulgas e os carrapatos, velhos conhecidos dos bichinhos
Pulgas e carrapatos são velhos conhecidos dos animais de estimação, mas, nas épocas quentes e chuvosas, as visitas desses amigos indesejáveis costumam ocorrer em dobro. E o problema pode ser ainda mais sério para os gatos: além de coceira e alergia, eles correm o risco de desenvolver doenças sérias causadas pela ingestão de pulgas. “Os gatos podem se infestar de ectoparasitas quando se lambem. Assim, acabam ingerindo pulgas ou piolhos contaminados, que morrem dentro do animal liberando a larva da tênia, por exemplo”, detalha Vanessa Lopes, responsável técnica de um laboratório veterinário.
Gatos que frequentam ambiente externo estão mais suscetíveis à infestação. “Além da tênia, existem diversos ectoparasitas que podem afetar os felinos – e cada um deles traz sinais clínicos diferentes. Dentre as doenças mais comuns – que podem inclusive levar o animal a óbito – estão a erliquiose, que causa infecção crônica, e a babesiose, que tem como consequência a infecção dos glóbulos vermelhos. Ainda não existe vacina para essas doenças, portanto, a prevenção é a melhor forma de evitá-las. É indicado que se faça a limpeza do ambiente com produtos específicos para combater os ectoparasitas presentes no local em que animal e dono habitam”, esclarece.
Produtos à base da substância deltametrina e permetrina são os mais eficientes neste caso. Mas é importante tomar cuidado, porque os felinos são bastante sensíveis a piretróides, compostos químicos presentes nos inseticidas. O recomendado é retirá-los do local, limpar o ambiente e esperar secar.

Cerca de 400 pessoas protestam contra chacina de animais

•15 15UTC maio 15UTC 2011 • Deixe um comentário
Com velas, flores e faixas, centenas de pessoas fizeram um protesto na manhã deste domingo contra a chacina de animais, encontrados mortos ao longo desta semana no Morro São Bento, em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo).
Cerca de 400 pessoas compareceram à manifestação, de acordo com as ONGs organizadoras do evento. A Guarda Municipal estima que foram 200 manifestantes.
Os primeiros animais mortos apareceram há uma semana e já chegam a 48 vítimas –hoje, outros três gatos foram encontrados. Com isso o número de animais mortos chega a 41 felinos, um cadela e seis gambás, todos por envenenamento.
A administração do zoológico chegou a declarar nesta semana que teme que o envenenamento atinja também os animais silvestres –o Bosque e Zoológico Fábio Barreto fica dentro da área de reserva do Morro São Bento.
O local é conhecido na região como ponto de abandono de gatos, que são cuidados por voluntários que deixam água e ração no bosque para os bichos se alimentarem.
No protesto de hoje, os manifestantes pediram mais fiscalização para evitar o abandono, campanhas de conscientização para posse responsável e de castração dos animais.
Eles também cobravam o cumprimento de um acordo feito com a prefeitura em 2006 para a instalação de câmeras de segurança na área e a presença de guardas municipais, para coibir o abandono.
Na época, as ONGs recolheram e doaram cem gatos que viviam no bosque. A contrapartida da prefeitura, para evitar a superpopulação de felinos no local, não foi feita, de acordo com Ana Claudia Vicente, presidente da ONG Cãopaixão.
“Queremos políticas públicas para controlar a população animal e lembrar que quem abandona os animais aqui, os deixam para a morte”, diz a presidente da AVA (Associação Vida Animal), Maria Cristina Dias.
A diretora-adjunta da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Ribeirão Preto, Sandra Maria da Silva, lembrou que o abandono é crime federal e que as pessoas que o fazem devem ser punidas.
Agora, Maria Cristina disse que vai encaminhar documentos para as autoridades responsáveis cobrando ações efetivas para evitar o abandono.

Chacina de animais gera comoção e adoção de gatos em São Paulo

•15 15UTC maio 15UTC 2011 • Deixe um comentário
Funcionários da zoonozes recolhem 26 gatos mortos na região do Morro de São Bento, no interior de SP
Após passar por uma experiência traumática, Vitória ganhou há quatro dias um novo lar. O nome com que foi batizada lembra o de bebês abandonados que ganham o carinho de quem as salva. Mas se trata de uma gata siamesa, de olhos azuis, uma das sobreviventes da chacina de bichos no Morro São Bento, ocorrida nesta semana em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo).
A mortandade que atingiu ao menos 45 animais provocou uma avalanche de e-mails e ligações, uma manifestação marcada para esta manhã e até a adoção de animais sobreviventes.
Ao longo da semana, foram achados mortos 38 gatos, uma cadela e seis gambás, possivelmente envenenados por chumbinho. O caso já é tido pela Prefeitura como a maior chacina de bichos em Ribeirão –a polícia investiga um suspeito.
A procura de vítimas pela equipe do Centro de Controle de Zoonoses, divulgada na mídia, repercutiu por meio de ligações e de e-mails. Só a Zoonoses recebeu pelo menos 50 ligações de pessoas curiosas para saber sobre o suposto autor do envenenamento, segundo a chefe do órgão, Eliana Collucci. “Eram pessoas revoltadas com a crueldade e que queriam saber da investigação.”
Representantes de ONGs marcaram para hoje um protesto no Morro São Bento. São esperadas cerca de cem pessoas, que estarão de preto, com velas e flores. As entidades querem alertar sobre o abandono de bichos e pedir fiscalização.
A notícia no rádio e na TV da chacina comoveu a doméstica Alaíde Alves dos Santos Porto, 56, de Jardinópolis. “Quando vi os gatos mortos sendo pegos pelo rabo e jogados no saco, achei um absurdo. Quem fez aquilo deveria levar uma surra.”
Por meio da emissora, ela conversou com as cuidadoras dos gatos no Morro São Bento. Agora, aguarda a chegada de uma gata preta. Vitória, citada no começo desta reportagem, ganhou um novo lar e a companhia e outros oito gatos.
A radialista e apresentadora de TV Silvana Pegoraro, 35, já havia adotado quatro filhotes do local antes da chacina. Ao buscar uma das sobreviventes para dar a uma amiga, se encantou por Vitória. “É difícil imaginar como uma pessoa faz uma maldade dessas”, diz.

A cor da polêmica

•15 15UTC maio 15UTC 2011 • Deixe um comentário
A poodle Madonna faz sucesso com pelos rosa em ‘Morde & Assopra’. Mas copiar o modismo pode ser um risco
Na novela ‘Morde & Assopra’, a poodle Madonna vem chamando a atenção do público não só pelas peripécias que apronta em cena, mas também por sua aparência um tanto peculiar: seus pelos são cor de rosa. Este, é claro, não é o tom natural de sua pelagem, que é branca. A cadelinha teve os pelos tingidos com uma tinta especial, específica para animais, que sai facilmente durante o banho. Acontece que, muitos cães, fora da ficção, têm desfilado por aí com seus donos exibindo um visual colorido. E os especialistas alertam que é preciso muito cuidado antes de pensar em submeter o mascote a esse tipo de procedimento estético, principalmente de forma inadequada.
“Problemas de pele como alergias (que causam vermelhidão e coceira) e queda dos pelos, irritação nos olhos, enjoos e intoxicação são os problemas mais comuns que podem acometer os animais mais sensíveis”, destaca o veterinário Ernani De Castilho. E há, inclusive, o risco de morte, se o produto não for indicado para aplicação em cães e gatos. É o caso do tingimento feito com papel crepom, já que a tinta liberada pelo papel é muito tóxica.
“No mercado pet, há produto específico para pintar animais, que apresentam na embalagem a palavra ‘atóxico’. Porém, uma substância pode ser atóxica para um animal e completamente tóxica para outro. Eu não recomendo este procedimento. Mas se o dono desejar muito fazê-lo, ele deve ser realizado numa pet shop, onde a aplicação certamente será mais segura com profissionaltreinado”, comenta a veterinária Karine Kleine, da clínica Renalvet, em Copacabana. “Também é importante salientar que o produto atóxico é químico. E, como toda química, o teste alergênico deve ser feito antes da aplicação, para verificar se o animal é alérgico”, completa.
A especialista também ressalta as possíveis alterações psicológicas nos bichos que têm os pelos tingidos. “É bem verdade que os animais não enxergam como nós, mas as diferenças de tons são bem perceptíveis. Um cão branco que fica azul, muda completamente. Ele não tem noção se o procedimento nos pelos foi feito por necessidade ou por vaidade dos donos. De repente, olhar para seu corpo e ver formas e tons diferentes pode deixá-lo desconfortável”, comenta a veterinária.
“Sabendo do risco das alergias e do fator psicológico, o dono deve pensar bastante antes de aderir à nova moda. Afinal, como você se sente ao sair do salão com um corte de cabelo que você não pediu para o cabeleireiro?”, indaga Karine Kleine.
Por mais atóxica que seja a tinta, o animal não nasceu assim, e seus pelos coloridos podem ser um incômodo.
Colorido sai com banhos
Pintar animais com uma só cor ou com estampas variadas é um procedimento que faz o maior sucesso nos Estados Unidos e na China. Aqui no Brasil, o mais comum é ver cães nas cores azul ou rosa. Como a pintura é feita? Primeiro, o animal toma um banho para retirar todo o resíduo e a gordura natural. Isso faz com que o xampu tonalizante dure mais tempo. E a cor sai com com os banhos.
Nota minha: repudio totalmente essa moda ridícula !!! Quer um gato ou cachorro verde ? Vá buscá-lo em Marte.
O Dia Online

Vídeo que mostra gatinho com medo de bola de tênis faz sucesso na web

•13 13UTC maio 13UTC 2011 • Deixe um comentário Vídeo já recebeu mais de 1,39 milhão de acessos.



O Gato e a Religião

•13 13UTC maio 13UTC 2011 • Deixe um comentário
Muito embora não seja onde em dia difundido, o culto aos animais espalhava-se outrora pelo mundo. Mesmo os deuses que não possuíam forma animal tinham um animal sagrado a eles dedicado, que os simbolizava. Entre estes animais, o gato foi um dos mais adorados, tanto por sua fecundidade quanto por seus hábitos noturnos, que o tornaram o guardião da noite, dos mortos, e dos mistérios da vida e da morte.
O Culto Egípcio
No Egito dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata. Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos.
O Gato na Grécia
Na Grécia clássica, o gato foi associado à feminilidade, ao amor e ao prazer sexual, atributos de Afrodite. Também foi associado à Artemis, a deusa da caça e da lua, da qual se dizia que teria escapado um perseguidor, Tiphon, transformada em gata.
O Culto em Roma
No Império Romano, o gato esteve ligado a várias deusas. Diana, a caçadora, governava a fecundidade e a lua, assim como Bastet, e uma lenda antiga atribui a ela a criação do gato. Também a sensual Vênus é representada como uma gata, uma encarnação de emoções maternas.
O Gato na Babilônia
Apesar de não haver culto ao gato, dizia um mito que o gato teria nascido do espirro de um leão. O leão, aliás, era um símbolo da realeza.
O Gato na América Pré-Colombiana
Na América, embora não houvessem gatos domésticos, os grandes felinos, como o puma e o jaguar, tiveram seu lugar no panteão dos deuses. O jaguar era símbolo de grande força e sabedoria, e acreditava-se que os curandeiros mortos transformassem-se neste animal.
O Culto Celta
Na cultura celta, a deusa Cerridwen tem um elo de ligação com o culto ao gato relativo à fecundidade através de seu filho Taliesin, que em uma de suas encarnações foi descrito como um gato com a cabeça sarapintada.
O Culto Escandinavo
Nas lendas nórdicas, aparece a deusa do submundo Freya, cuja carruagem era puxada por dois gatos, que representavam as qualidades da deusa, a fecundidade e a ferocidade. Estes gatos mostravam bem as facetas do gato doméstico, ao mesmo tempo afetuoso e terno, e feroz quando excitado. Os templos pagãos eram freqüentemente adornados com imagens de gatos. Na Finlândia, havia a crença em um trenó puxado por gatos que levava as almas dos mortos.
O Gato no Islã
Há uma série de contos associando os gatos ao profeta Maomé, a quem teriam inclusive salvo da morte, ao matar uma serpente que o atacava. Por causa desta associação entre o gato e o Islã, a Igreja Católica conseguiu tanto êxito ao relacionar o culto ao gato com as heresias e o demônio.
O Gato no Budismo
Nos cânones originais do budismo, o gato é excluído da lista de animais protegidos, devido ao fato de que, no momento da morte de Buda, quando todos os animais se reuniram para chorar seus restos, o gato haver não só mantido os olhos secos como comido tranqüilamente um rato, provando sua falta de respeito pelo acontecimento solene. Entretanto, apesar da lenda, o gato foi venerado pelos primeiros budistas por seu autodomínio e a tendência à meditação. Na China, estatuetas de gatos eram usadas para expulsar os  maus espíritos, e havia dois tipos de gatos, os bons e os maus, que eram facilmente diferenciados por que os maus tinham duas caudas. No Japão, quando um gato morria, era enterrado no templo do dono, e no altar do mesmo era oferecido um gato semelhante, pintado ou esculpido, para garantir ao dono tranqüilidade e boa sorte durante sua vida.
O Gato e o Judaísmo
No Talmude, o gato só aparece cerca de 500 d.C., quando o livro sagrado louva brevemente seu asseio. Entretanto, uma antiga lenda hebraica conta que o gato teria sido criado em plena Arca, quando Noé, em desespero por que os ratos estavam se multiplicando e devorando todas as provisões, implorou à Deus que lhe enviasse uma solução. O gato então teria sido criado de um sopro do leão.
Outra antiga lenda judaico-espanhola diz que Lilith, a primeira mulher de Adão, o teria deixado para se transformar em um vampiro, que sob o aspecto de um gato preto, atacava bebês adormecidos e indefesos e lhes sugava o sangue.
O Gato e o Cristianismo
A Igreja , no início de sua história, adotou alguns símbolos pagãos e rejeitou outros. Assim, Jesus se tornou “o Leão de Judá”, e a serpente a égide do mal. Na seita dos coptas, surgida por volta do século I d.C., havia no evangelho gatos que julgavam os homens após a morte.  A primitiva Igreja celta associou vários santos às tradições pagãs e ao culto ao gato. Santa Gertrudes de Nivelles, por exemplo, é representada sempre com um gato, e, na França, dizia-se que Santa Ágata transformava-se em um gato enfurecido para punir  os infiéis.
Na Idade Média, entretanto, a imagem do gato começou a mudar. No século V, os gnósticos, que atribuíam igual importância a Jesus, Buda e Zoroastro, foram acusados de adorar o demônio na figura de um gato preto.
No ano de 1232, o papa Gregório IX  funda a Santa Inquisição, com o intuito de descobrir heréticos que cultuavam o demônio, novamente na figura de um gato preto, macho. Em 1344, surge na França, o culto de São Vito, em Metz, queimando vivos anualmente 13 gatos em uma gaiola.
Quando a Peste Negra atacou a Europa, dizimando quase um terço da população, inicialmente os gatos foram considerados culpados e perseguidos, ordenando-se a sua destruição.
A associação da figura do gato ao culto ao demônio levou inevitavelmente à sua vinculação à feitiçaria e às artes mágicas. No século XV, na Alemanha, ressurgem cultos pagãos como o da deusa Freya. Em 1484, o papa Inocêncio VIII difunde a crença de que as feiticeiras veneravam Satanás encarnado em gato. Por toda a Europa, pessoas inocentes foram torturadas em nome de Deus. E, com elas, seus gatos.
Em Ypres, na França, centenas de gatos eram atirados do alto de um campanário em um festival anual. Milhares de gatos foram sacrificados em rituais durante a Páscoa.  A perseguição chegou até mesmo à América, quando, em 1692, várias pessoas foram executadas em Salem, no estado de Massachusetts.
Entretanto, mesmo nestes tempos inglórios, os gatos foram também companheiros amados em alguns países, como na Rússia, onde eram comuns serem encontrados em conventos e mosteiros. O Cardeal Richelieu possuía vários gatos, entre eles um angorá preto chamado Lúcifer. No sul da França, corria a lenda dos gatos mágicos chamados matagots, que traziam fortuna e sorte a quem os acolhia e amava.
Com o passar do tempo, a perseguição foi recrudescendo, e a importância dos gatos como controladores dos roedores foi reconhecido. No século XVIII, são abolidas as leis sobre a feitiçaria, e até mesmo o papa Pio IX rendeu-se aos seus encantos.
Claudia Porto
Publicado originalmente no Planeta Gato em 2002

Laudo indica que gatos morreram por envenenamento, em Ribeirão Preto

•13 13UTC maio 13UTC 2011 • Deixe um comentário
Laudo indica que gatos foram mortos por envenenamento
A Polícia Civil de Ribeirão Preto já tem um suspeito de ter provocado a morte de dezenas de animais, na última segunda-feira. Ao todo, os laudos revelaram que os 40 animais foram mortos por envenenamento, sendo 35 gatos, uma cadela e quatro gambás.
Após uma denúncia anônima, a polícia conseguiu identificar um suspeito, que terá o nome divulgado nos próximos dias. O crime é considerado grave, pois além de ter envenenado animais domésticos abandonados, o suspeito também acabou matando animais silvestres.

E-Band

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Descaso do CCZ de Governador Valadares..

Um crime

Extermínio de cães revela o descaso do CCZ de Governador Valadares

Por Lilian Garrafa   (da Redação)
Mais uma denúncia de descaso e crueldade está indignando não só protetores de animais, como a sociedade. O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Governador Valadares (MG) continua com a prática arcaica, violenta e totalmente desnecessária de exterminar os cães que recolhe das ruas.
Ao contrário do que se afirma, tal prática não pode ser denominada eutanásia, uma vez que os animais assassinados são saudáveis e podem ter a chance de encontrar novos lares e ser adotados.
A denúncia foi feita por Márcia Cristina Almeida de Oliveira, cidadã valadarense, que resolveu fazer uma campanha para adoção de cães, pois o CCZ, por conta de um surto de leishmaniose que teve início em 2008, começou a recolher indiscriminadamente os cães da cidade. Essa “caça aos cães” ainda está sendo feita, sem distinção: os agentes de saúde vão à casa de cidadãos, recolhem sangue de seus cães e, após certo tempo, esses mesmos agentes, que não são veterinários, retornam com um resultado de exame positivo e recolhem os cães.
Como provar qual exame de qual cão deu positivo? Segundo Anderson Ferreira De Mello, morador da cidade que esteve no CCZ, a “identificação do animal” na etiqueta do frasco de sangue é feita como neste exemplo: “cão preto, de pequeno porte e peludo”. Quantos cães têm essas mesmas características? Seria impossível distinguir os cães doentes dos saudáveis.
Tutores que levaram seus cães a clínicas particulares tiveram resultado negativo no exame para leishmaniose – os mesmos atestados pelo CCZ como positivos. O CCZ não aceita que tais exames sejam válidos. Por isso, como essa parcela da população não permitiu que seus cães fossem levados, foi concedido um mandado de busca e apreensão pelo CCZ, e muitos cães cujos exames deram negativo na iniciativa privada foram retirados de seus lares, com intervenção policial, diante do clamor e do desespero de seus tutores, que nada puderam fazer. Foram sacrificados assim mesmo.
Márcia afirma que as condições do CCZ são muito precárias, sem higiene, com mau cheiro, muitos mosquitos, inclusive o mosquito-palha, que transmite a leishmaniose.
Anderson teve acesso às instalações e relatou que os cães são vacinados contra raiva apenas quando são escolhidos pelo adotante e não quando chegam ao CCZ. Observou animais serem conduzidos com violência, por meio de paus, “para que não tivessem contato com os funcionários”. Também presenciou cães e gatos mortos sendo arrastados e jogados em um caminhão.
O último extermínio ocorreu no dia 27 de janeiro e foi registrado:

Imagem final do holocausto no CCZ de Governador Valadares. Foto: Anderson Ferreira De Mello
Mais uma imagem denuncia o desprezo em relação aos animais que nessa instituição chegam:

Um cão agonizando ao lado de outro saudável. Nenhum socorro, nenhuma assistência. Foto: Anderson Ferreira De Mello
É triste e repugnante notar que, apesar de tantas soluções possíveis para o caso, a administração pública opte pelo que considera mais prático e econômico, sem levar em conta o direito à vida que estes animais possuem, que lhes é legítimo.
Nem mesmo os filhote foram poupados do extermínio. Tiveram suas vidas ceifadas no dia 27 de janeiro.
Filhotes expostos às péssimas condições no CCZ. Foto: Anderson Ferreira De Mello
A Prefeitura de Governador Valadares deve se pautar no exemplo de outras que já aboliram os maus-tratos e assassinatos em seus Centros de Zoonoses. Os protetores de animais já fazem mais do que deveriam ao, voluntariamente, recolher e procurar lares para cães abandonados – tarefa que deveria caber integralmente à Prefeitura. Castração em massa é a medida principal a ser tomada. O que não pode continuar acontecendo é esse ato injustificável de matar animais. À população, cabe continuar denunciando e exigindo providências de quem tem o poder.
Se você tiver mais informações e quiser denunciar, clique aqui. A denúncia pode ser feita por qualquer cidadão. Basta pedir confidencialidade que o procurador representará a ação e não quem fez a denúncia.
http://www.anda.jor.br/2010/02/01/exterminio-de-caes-revela-o-descaso-do-ccz-de-governador-valadares/




OBS: Pelo tempo que essa matéria foi postada eu espero que esse fato tenha sido resolvido...

sábado, 5 de março de 2011

Briga de cães é cruel tradição no Afeganistão

Covardia

18 de fevereiro de 2011

(da Redação)
Todas a sextas-feiras em Cabul, capital do Afeganistão, são realizadas crueis rinhas de cães a céu aberto. O bárbaro espetáculo atrai centenas de pessoas. Os violentos tutores obrigam os cães a lutarem. Alguns pintam seus cachorros para dar a eles um de mais agressividade. Ao final das lutas, os perdedores voltam para casa seriamente feridos e outros morrem na rua.
Foto: Reuters
Foto: Reuters
Foto: Reuters
Foto: Reuters
Foto: Reuters
Foto: AP

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Comentários
  • 1.
    Paty (18 de fevereiro de 2011, 17:18), disse: PQ isso acontece??? Triste, rovoltante e lamentavel.
  • 2.
    julci (18 de fevereiro de 2011, 17:21), disse: Cadê o comentário da Anda sobre a matéria?
  • 3.
    claudia (18 de fevereiro de 2011, 17:27), disse: Cambada de ordinario desocupado ,raça de infeliz f.d.p.
  • 4.
    Dora (18 de fevereiro de 2011, 17:53), disse: Pobres criaturas, torturadas e sequestradas por seres sem o minimo de inteligencia, de moral, provindos de um pais mediocre. Barbaros que perderam o bonde da evolucao darwiniana. Providos do minimo de honra e carater fazem esses lindos caes lutarem. Ja que covardia tem limite ate entre seres decrepitos imagine onde esse povo fica na escala de inferioridade.
    Para se ter ideia
  • 5.
    Marcia (18 de fevereiro de 2011, 17:55), disse: é por causa da ignorância de um povo como esse que se vê o caos daquela nação! Ridículo, no mínimo.
  • 6.
    Mariana Xavier (18 de fevereiro de 2011, 18:25), disse: Meu Deus, quando os seres humanos vão evoluir e parar com tanta violência? “Violência gera violência”!
  • 7.
    renata (18 de fevereiro de 2011, 18:25), disse: É muito triste e revoltante uma coisa dessas! Que vergonha do ser humano! Chocada!
  • 8.
    Estela (18 de fevereiro de 2011, 18:26), disse: Que coisa ridicula. Dá vontade de pegar cada uma dessas pessoas, tantos os ‘tutores’ dos cães quantos as que pararam para olhar, jogar numa praça ou num campo aberto e ir atirando e matando um por um, igual no filme Apocalypto. Com o máximo de dor e sofrimento possivel.
  • 9.
    cristina (18 de fevereiro de 2011, 18:40), disse: por isso é que é um povo desgraçado, feito de bárbaros selvagens! sub-espécie, sub-humanos! Vermes ambulantes!
  • 10.
    ADRIANA MARIA CARDOSO GALANTE (18 de fevereiro de 2011, 19:11), disse: QUE COISA MAIS CRUEL FAZER ISSO COM CACHORRO. DEVERIAM SOLTAR UMA BOMBA NO LOCAL E MATAR TODO MUNDO QUE ASSISTE ESTE TIPO DE ESPETÁCULO. CAMBADA DE FILHOS-DA-PUTAS…..
  • 11.
    sergiovieira (18 de fevereiro de 2011, 19:28), disse: o que se pode esperar de um lixo de país desses que se encontra em ruinas, la tb é comum brigas de galos e camelos. Os afegãos sao bem atrasado no que diz respeito aos animais. na época do Taliban as rinhas eram proibidas foi so esse povo conquistar um pouco de liberdade que começaram a explorar animais de novo
  • 12.
    Moema Nepomuceno (18 de fevereiro de 2011, 19:59), disse: sempre leio algo que diz mais ou menos assim…. cada nação é formada de acordo com a forma com que tratam seus animais…. enfim, nao é a toa que é um lixo aquilo lá… sem julgamentos, mas eita povinho tacanho!!
  • 13.
    Lorival Ferreira (19 de fevereiro de 2011, 00:22), disse: QUANDO alguém aparece nestes paíse tentando coibir estas práticas, certamente aparecerão os defensores das atrocidades.
    SEMPRE, sem excessão, os defensores das atrocidades dirão que se trata de uma antiga tradição, que não concerne a estrangeiros.
    TODOS os que criticarem serão considerados atrevidos, serão insultados e podem correr o risco até de serem agredidos fisicamente.
    CONCLUO que nossa luta deve se dirigir preferencialmente à crítica da TRADIÇÃO.
    DEVEMOS mostrar sempre, que a tradição, que foi criada num tempo passado, veio se modificando e deve continuar a se modificar e chegar mesmo se extinguir, quando uma nova geração constatar a inadequação delas.
    ESTAMOS no tempo de criticar estas tradições severamente.
  • 14.
    Fabi (19 de fevereiro de 2011, 08:26), disse: por isso que aquela gente tá morrendo a míngua…bem feito…Tem mais é que se ferrar mesmo…
  • 15.
    Deby (19 de fevereiro de 2011, 08:39), disse: Bem, aqui também têm rinhas, de galo, de cachorro, canário, e até touro! Queria que as pessoas parassem para pensar o que estão fazendo com os animais…É facil também pro Reuters mostrar as rinhas de outros países do mundo, Mas, por que não mostram as dous EUA? Nenhum país é bom para os animais, ainda não…
  • 16.
    Ana Claudia (19 de fevereiro de 2011, 10:56), disse: Nos EUA a rinha de cachorros é pratica comum, mas falam pouco, os canis por la estao cheios de cachorros feridos e abandonados por causa de rinhas, todos pitbull ou mistos. Uma vergonha nacional, até o famoso jogador de football Michael Vick comandava rinhas de cachorros.
  • 17.
    sergiovieira (19 de fevereiro de 2011, 11:16), disse: para a Deby
    as rinhas no Brasil sao proibidas, quem as faz promove escondidas pois se alguem denuncia a PM vai atras la no Afeganistao as rinhas sao em locais publicos
  • 18.
    Maurício (19 de fevereiro de 2011, 20:00), disse: Surge uma ponta de esperança pelo retonro às bases dos beleeiros e volta o ceticismo com este notícia. Não que seja uma novidade, mas é sempre uma tristeza. Se depender de mim, ajuda aos cachorros e se virem os humanos no Afeganistão.
  • 19.
    Fabiana (21 de fevereiro de 2011, 11:40), disse: Não tenho palavras pra expressar minha indignação…
  • 20.
    KABÈ (23 de fevereiro de 2011, 14:52), disse: È O MUNDO CÀO, DEPOIS DE 69 ANOS QUE APRENDI QUE DEVEMOS ACEITAR O MUNDO COMO ELE È,NÃO VAMOS CONSEGUIR ARRUMA-LO, O MUNDO TEM QUE SER COMO È SE NÃO NÃO ACABARIA NUNCA! PENSE BEM!
  • 21.
    Lilly (24 de fevereiro de 2011, 12:20), disse: Tenho nojo dessa gente
  • 22.
    Roseli-SP (24 de fevereiro de 2011, 12:53), disse: COLOQUEM OS FILHOS DELES PARA BRIGAREM…..
  • 23.
    Vanessa (26 de fevereiro de 2011, 08:58), disse: Apesar da ilegalidade no Brasil, deve haver criadores e locais clandestinos de promoção, talvez a ANDA pudessem enfocar mais essas transgressões no país,a policia, o MP devem receber denuncias a respeito, tenho procurado na internet, através de jurisprudência dos tribunais, vejo apenas rinha de aves, cão é quase como se não existe, inclusive matérias feita no Brasil. Pelo que tenho visto sobre a rinha, é um mercado que movimenta milhares de dolares, bastante lucrativo para os patrocinadores e criadores deste “esporte”., no final tudo se resume no dinheiro, em quanto pode-se tirar em pecunia sobre a tragédia alheia.

    http://www.anda.jor.br/2011/02/18/briga-de-caes-e-cruel-tradicao-no-afeganistao/
     

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Mulheres resgatam cão que era vítima de maus-tratos em Campinas (SP)

31 de agosto de 2009

Grupo resgatou cachorro no bairro Jd. Campos Elíseos que  havia
sido esfaqueado e com suspeita de ter sofrido abuso sexual
 Grupo retirou cachorro da casa após denúncia de maus-tratos  Fotos: Carlos Bassan/AAN
Grupo retirou cachorro da casa após denúncia de maus-tratos Fotos: Carlos Bassan/AAN
Um grupo formado por quatro mulheres resgatou na manhã deste domingo (30) um cão mestiço que ficava preso em um terreno particular, no Jardim Campos Elíseos, em Campinas. A suspeita é de que o animal era vítima de maus-tratos. Vizinhos teriam denunciado de que ele havia sido esfaqueado. O tutor do animal, o funileiro Wilson da Silva, 49 anos, e o dono do terreno que é ex-sogro de Silva, o aposentado Laércio Bonifácio, 72 anos, negaram quaisquer acusações de maus tratos.
Segundo o aposentado, há cerca de um mês ele chegou no terreno e encontrou o cachorro já machucado. ‘No início achei que ele tinha sido atropelado, mas dois dias depois me disseram que ele tinha sido esfaqueado. Não sei quem foi. Pode ter sido alguém que pulou o muro ou quando ele saiu na rua. Muita gente pula o muro e entra aí’, afirmou.

Marcas das facadas que animal levou  Fotos: Carlos Bassan/AAN
Marcas das facadas que animal levou Fotos: Carlos Bassan/AAN
O caso foi parar na delegacia. A publicitária Cassiana Paschoarelli, 36 anos, registrou ocorrência no sábado (29) relatando as denúncias de vizinhos do cão que o encontraram todo machucado e o levaram ao veterinário. Segundo o relato à polícia, o veterinário teria atestado que o cachorro havia sido esfaqueado e que possuía lesões anais provavelmente provocadas por relações sexuais.
‘Vim aqui buscar os filhotes da cadela que havia dado cria e vi o estado do cachorro. Ele não conseguia levantar. Fiquei indignada, foi quando comecei a procurar alguém para me ajudar’, contou a cabeleireira Daniela Soares, 43 anos. ‘Está claro que ele sofreu de maus tratos, ele foi esfaqueado’, disse a voluntária Valdiza Fernandes, 64 anos, também integrante do grupo. Hoje (30) o cachorro estava magro e apresentava os sinais das lesões provocadas pelas facadas.
Segundo o grupo, ele será examinado por uma nova veterinária que irá produzir laudo sobre o estado de saúde do animal e se de fato ele sofreu de maus tratos. O animal deve ser levado para uma chácara em Estiva Gerbi.
Segundo o relato à polícia, o veterinário teria atestado que o cachorro havia sido esfaqueado e que possuía lesões anais provavelmente provocadas por relações sexuais Foto: Carlos Bassan/AAN
Segundo o relato à polícia, o veterinário teria atestado que o cachorro havia sido esfaqueado e que possuía lesões anais provavelmente provocadas por relações sexuais Foto: Carlos Bassan/AAN
O aposentado afirmou que o cachorro sempre foi bem tratado e que não sabia dos supostos abusos contra o animal. ‘Não sei porque tudo isso. Ele é bem tratado e já sarou das facadas. Não vai andar mais como andava, mas já está curado. Não tem explicação acusar os outros de uma coisa que não fiz’, afirmou.
O caso foi registrado no plantão do 4º Distrito Policial (DP) e deverá ser encaminhado para o 2º DP. Segundo o delegado Cristiano France Favaro, caso seja comprovado condição de maus tratos, o autor, se identificado pode ser indiciado por crime de prática de abusos contra animais. O crime está previsto no artigo 38 da lei 9.605/98, que diz que ‘a prática de ato de abuso, maus tratos, feri ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos’ é passível de pena de três meses a um ano de detenção. ‘Nesses casos geralmente é aplicada uma pena alternativa, além da perda do animal’, explicou o delegado.
Outro caso
Um outro caso de suposto maus tratos contra animais foi registrado no 4º Distrito Policial na última sexta-feira. A advogada E.G., 51 anos, relatou a polícia ter recebido denúncias que um cão de guarda da raça pitbull é mantido durante todo o dia em um caixote com um metro por 1,2 metro de dimensão por dois de altura, em uma construção no bairro Santa Genebra. De acordo com ela, o cão fica trancado no local das 6h às 19h30, no escuro, sem comida ou água e que é solto apenas a noite ainda permanecendo amarrado a uma corrente com cerca de dois metros de comprimento. A advogada disse à polícia ter falado a tutora do cão, quando ela foi tratar do animal, que disse que alugava cachorro para guarda e insistiu que ele é bem tratado. O caso será apurado pelo 4º DP.
Fonte:  Cosmo