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quarta-feira, 9 de março de 2011

Ataques de cães

Mais uma notícia de um ataque de quatro cães de raça rottweiller, que ceifaram brutalmente a vida de uma senhora de 60 anos. 
Constantemente o país assiste seja pela imprensa escrita, seja pelas televisões a inúmeros casos de ataques envolvendo cães de raças perigosas, sem que haja uma punição de forma mais severa para o dono, que não cumpriu o estipulado pela lei para deter animais com características mais propícias a uma possível maior agressividade. Embora exista uma tipificação legal e seu consequente enquadramento, onde a lei menciona de forma clara, que para quem é possuidor destes animais categorizados como raças perigosas, deverá cumprir um conjunto de requisitos que se enumera de seguida.- Não possuir antecedentes criminais, efectuar um licença especial nas juntas de freguesia, possuir um seguro de responsabilidade civil para com terceiros, garantir condições de segurança de alojamento para o seu animal na sua residência para obstar a uma fuga para o exterior que possa colocar em risco a integridade física de quem caminha na via pública, entre outros. Mas certo é que o que manda a lei, não é certamente cumprido por muitos dos donos, primeiramente porque não existe um controlo eficaz por parte da fiscalização das entidades competentes, no sentido de se minorar possíveis riscos e tentar colmatar e combater estas lamentáveis ocorrências onde já morreram algumas pessoas, barbaramente atacadas.Por outro lado o número de cães considerados de raças perigosas registados são manifestamente inferiores aos que estão ilegais no nosso país.  Quando acontece um ataque pelos cães às pessoas na via pública, embora aqueles sejam abatidos, os seus donos não sofrem uma penalização severa que na minha opinião deveria ser uma criminalização com uma pesada pena de prisão, o que serviria de um alerta para uma tomada de consciência para outros donos que possivelmente não tenham os seus animais nas devidas condições de segurança, tomem as medidas necessárias para evitar mortes de pessoas que caminham na via pública para tratar dos seus assuntos e eis que senão quando menos esperam se debatem com um cão ou uma matilha para  atacar de forma bárbara o ser humano. 
 Énecessário que se puna com mão mais pesada os donos de cães perigosos que não cumprem os requisitos estipulados na lei e principalmente quando pela acção dos seus animais uma vida é retirada por incúria e desleixo do seu proprietário.   

http://carlosportela.bloguepessoal.com/378/Ataques-de-caes/

terça-feira, 1 de março de 2011

Correios faz campanha para reduzir ataque de cães a carteiros

 
Todas as agências dos Correios do país iniciaram, neste mês de setembro, uma campanha educativa para reduzir o número e a gravidade dos ataques de cães a carteiros. O objetivo é garantir a segurança e a integridade física desta classe de trabalhadores. Em Jaguariúna, o gerente da Agência dos Correios, Gustavo Maia, informou que, neste ano, foi registrado um ataque de cão contra um carteiro, no bairro Nassif. Para a empresa, as principais causas do ataque canino é a falta ou a instalação inadequada de caixas receptoras de correspondências ou cães soltos na rua. Por isso, inicialmente, está sendo feito o mapeamento de endereços sem a caixa ou mal localizadas e, em seguida, serão encaminhadas correspondências orientado os usuários para a instalação correta da caixa de correspondências. De acordo com a informação da Assessoria de Imprensa dos Correios, os usuários com este tipo de problema irão receber três correspondências para regularizarem sua caixa receptora em um período de 90 dias. “A campanha é muito positiva, porque é uma forma de garantir a segurança dos carteiros através da conscientização da população”, comentou Maia. Quem está comemorando são os trabalhadores, a exemplo da carteira Adriana de Oliveira Dechechi. “Eu nunca fui mordida, mas já sofri vários ataques, principalmente, dos cães que ficam soltos na rua ou aqueles que conseguem atravessar a grade dos portões”, falou. Ela diz que a incidência maior desse tipo de problema acontece no bairro São José. “Tem carta que volta porque não consigo colocar na caixa de correio da residência por causa do cão”, completou. Ainda de acordo com a empresa, os estados com maior incidência de acidentes foram no Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, São Paulo e Paraná, além do Distrito Federal. Entre 2005 e 2007, o número de ocorrências reduziu cerca de 13%, mas os ataques caninos figuram em terceiro lugar no ranking de acidentes de trabalho nos Correios. Em 2005, foram 1.096 registros de ataques caninos e, no ano passado, foram 958. ADEQUAÇÃO A caixa de correspondência pode ser adquirida em lojas ou ser feita pelo próprio usuário, desde que atenda a requisitos mínimos que preservem a integridade dos objetos postais. Os Correios recomendam as seguintes medidas: 36 cm de profundidade, 27 cm de largura, 16 cm de altura e abertura de 25 cm de largura por 2 cm de altura. A caixa deve ser instalada entre 1,20 m e 1,60 m do piso, com a abertura voltada para a rua. Em caso de dúvida, o morador pode procurar a Agência dos Correios. A campanha segue até janeiro de 2009. Fonte: Gazeta regional / Glaucia Santinello
 http://www.jaguariunaonline.com.br/noticia-378.html