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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Cão dilacera braço de menino

De 7 anos em MT, diz Corpo de Bombeiros


Segundo o Corpo de Bombeiros, a criança

sofreu ferimentos graves (Foto: MT Notícias)
Uma criança de 7 anos de idade foi atacada por um cão e teve parte do braço direito dilacerado, no final da manhã de sábado (31), no bairro Jardim Califórnia, em Sorriso, cidade a 420 km de Cuiabá. O garoto foi atacado pelo cachorro quando estava no quintal da casa de um vizinho.
De acordo com o sargento do Corpo de Bombeiros do município, Ronaldo Alves Soares, o menino foi socorrido por um vizinho que ouviu os gritos. O homem teria atacado o cão com um pedaço de madeira. O cão sem raça definida é preto e tem médio porte, segundo os bombeiros. O sargeto informou também que a criança sofreu “ferimentos dilacerantes” no braço direito, além de ferimentos no rosto e na cabeça.
O menino foi encaminhado imediatamente pelos bombeiros e levado às pressas para o Hospital Regional da Cidade. A criança já foi transferida para o Pronto-Socorro de Cuiabá porque o estado de saúde ainda inspira cuidados. O dono do cão deve ser chamado pela polícia para prestar esclarecimentos sofre o incidente.

Fonte: G1 – MT



 Fonte:




sexta-feira, 19 de outubro de 2012

‘Foi apavorante’, diz policial de MT

18/10/2012 12h25 - Atualizado em 18/10/2012 12h25

Que matou pit bull para salvar criança...........

Policial disparou cinco tiros para matar cachorro e livrar criança.
Garoto teve ferimentos nos braços e na perna, mas já recebeu alta.

Do G1 MT

O policial civil que salvou uma criança do ataque de um cão pit bull na cidade de Sinop, a 503 quilômetros de Cuiabá, declarou que ficou apavorado com a cena que viu. Edson Pereira, de 46 anos, descreveu ao G1 como aconteceu o ataque do pit bull à criança de 9 anos.
Edson disse que voltava do trabalho no início da noite de quarta-feira (17) quando ouviu gritos de socorro na região do bairro Parque das Araras, onde ele mora. “Vi o cão em cima dele, não soltava de jeito nenhum. Atacou a coxa esquerda da criança e dilacerou bastante. Ele [o menino] teria morrido quando o cão tentou morder o pescoço dele, mas a criança colocou o braço na frente para se defender”, disse o policial.
Devido à situação, Edson disse que não teve escolha a não ser disparar contra o cachorro. “Dei um tiro na pata traseira dele e o cachorro continuou em cima do menino. Dei outro disparo na outra pata e ele soltou o garoto”, declarou.
Depois do segundo tiro, o cachorro avançou no policial e começou a morder a barra da calça de Edson. O policial disparou mais dois tiros e mesmo assim, segundo ele, o animal continuava atacando. O quinto tiro atingiu a cabeça do pit bull, que morreu na hora. Nesse momento o garoto já estava sendo socorrido por moradores que também presenciaram o ataque.
“Foi apavorante. Ver a mandíbula do cachorro travada no menino foi assustador. Eu não imaginava que um cão tivesse essa resistência. Uma pessoa não resistiria a um tiro sequer. Não tive outra opção”, desabafou Edson.
O policial ainda ressaltou que tem cachorros em casa, no entanto, em 20 anos de serviço não tinha visto algo do tipo. A criança foi atendida por uma equipe do Corpo de Bombeiros e encaminhada para o Pronto Atendimento (PA) de Sinop.
Em seguida, o garoto foi transferido para o Hospital Regional. Ao G1, a unidade de saúde informou que a criança foi medicada e recebeu alta. Até a manhã desta quinta-feira (18), o proprietário do animal que atacou a criança ainda não tinha se apresentado para a polícia.
Revoltados, moradores do bairro que presenciaram o ataque atearam fogo no corpo do animal.
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Ou era o cachorro ou meu filho'

19/10/2012 12h20 - Atualizado em 19/10/2012 12h20

Diz mãe de garoto atacado por pit bull

Animal foi morto a tiros por policial para que soltasse a criança de 9 anos.
Menino atacado por pit bull teve ferimentos no braço e na perna.

Do G1 MT

Mãe de menino de 9 anos atacado por pit bull em Sinop (Foto: Reprodução/ TVCA) 
Mãe disse que ainda está assustada com ataque de pit bull
em Sinop. (Foto: Reprodução/ TVCA)
A família do menino de nove anos que foi atacado por um cachorro da raça pit bull em Sinop, a 503 quilômetros de Cuiabá, na quarta-feira (17), ainda está assustada com o que ocorreu. A mãe da vítima avaliou que não tinha outro jeito do filho ser salvo se não matar o cachorro, como fez um policial civil que passava pelo local no momento do ataque. Ele disparou cinco tiros contra o animal para que soltasse a criança. "Teve que matar o cachorro para salvar uma criança. Ou era o cachorro ou era o meu filho", declarou Sandinéia Marques Pereira.
O investigador da Polícia Civil Edson Pereira conseguiu fazer com que o cachorro largasse o menino após efetuar os tiros. "Consegui que ele tirasse parte do corpo de cima da criança e nesse momento consegui visualizar um espaço para efetuar um disparo para que ele cessasse o ataque", contou.
A criança foi atendida por uma equipe do Corpo de Bombeiros e encaminhada para o Pronto Atendimento de Sinop. Em seguida, foi transferida para o Hospital Regional e recebeu alta depois de ser medicada. O menino levou 20 pontos na perna esquerda e teve ferimentos no braço esquerdo.
Agora, a polícia tenta identificar o dono do cachorro que teria escapado de uma residência e estava solto no bairro Parque das Araras, na cidade. Moradores do bairro que presenciaram o ataque atearam fogo no corpo do animal.
Criança teve ferimentos no braço e perna após ataque de pit bull (Foto: Reprodução/ TVCA) 
Criança teve ferimentos no braço e perna após
ataque de pit bull (Foto: Reprodução/ TVCA)
O menino contou ter sido atacado ao defender uma amiga dele. "Não era para eu ser atacado. O cachorro iria atacar a minha melhor amiga e eu não podia deixar", declarou. Ele contou que estava junto com dois colegas vendendo rifa na intenção de arrecadar dinheiro para que pudesse participar de um campeonato de futebol na cidade quando o cachorro apareceu e avançou contra a menina.
Antes de atacar o menino, o cachorro feriu outra criança de sete anos, que teve lesões na perna direita, no momento em que a vítima brincava na frente da casa da avó. "Ele veio por trás e atacou o meu menino. Bem na hora meu irmão chegou do serviço e pulou no cachorro. Daí ele segurou a boca do cachorro, então só furou onde o dente bateu", disse a mãe da vítima.
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Fonte:






AVA - Associação Voz Animal - MT



 


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Eram mansos', diz pai de criança de 2 anos


12/01/2012 10h52 - Atualizado em 12/01/2012 11h10

Atacada por pit bulls em MT

Carlos Pinto afirmou que os quatro cães da família eram mansos.
Familiares fazem corrente de oração no hospital pela melhora da criança.

  G1 MT
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pit bull ataca criança (Foto: Kelly Martins/G1)Pai da criança afirmou que nem todos os cães da
casa eram da raça pit bull  (Foto: Kelly Martins/G1)
O professor de Educação Física Antônio Carlos da Costa Pinto, de 41 anos, diz estar perplexo com o ataque que sua filha de apenas dois anos de idade sofreu pelos quatro cães que criava em sua própria residência, em Cuiabá. “Não sei como e porque isso ocorreu. Eles eram mansos e nunca tinham atacado antes”, contou Antônio Carlos em entrevista ao G1.
Sophia Haber Pinto continua internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital infantil da capital, com diversos ferimentos nos braços, cabeça e rosto. O ataque ocorreu na tarde de segunda-feira (9), quando ela foi arrastada pelos cães, nos fundos da residência, e teve o couro cabeludo arrancado. Segundo os médicos, o rosto da criança também ficou quase todo desfigurado.
O pai da menina declarou que sempre deixava os cães presos nos fundos da casa e nunca tinha registrado nenhum ataque. Além disso, garante que o ocorrido não passa de uma fatalidade e que acredita na recuperação da filha. “Torço muito pela melhora dela. Sei que a minha filha vai sair dessa”, afirmou emocionado, no corredor do hospital.
Antônio Pinto disse também que familiares e amigos realizam diariamente correntes de oração no hospital em prol da recuperação da criança. “Estamos fazendo de tudo para que ela saia daqui”, pontuou.
O professor dá aulas em uma escola particular da capital e contou ao G1 que, desde o ataque, nem ele e nem sua mulher retornaram para a residência. Antônio também ressalta que prefere não ficar falando sobre o caso até que a filha saia do hospital. A pedido da família, as informações sobre o quadro clínico da menina também foram proibidas de ser fornecidas pelo hospital. “Eu não quero ficar dando entrevistas ou falar sobre o assunto enquanto minha filha estiver internada. Depois que ela sair daqui [hospital], eu vou esclarecer todas as dúvidas”, frisou.
Quanto aos cachorros, o pai da menina limitou-se a dizer apenas que nem todos são da raça pit bull, conforme foi divulgado pela polícia. Por outro lado, não declarou estar arrependido de criar os animais na residência.
SobrevivênciaA família mora no bairro Jardim Universitário, região sul da capital, e Sophia estava apenas com a babá quando foi atacada. A garota estava brincando na área da frente da casa e os cachorros escaparam do quintal, abriram o portão que dividia os fundos da residência e atacaram a vítima. Ela só foi resgatada minutos depois por um policial à paisana que passava pela rua.
O policial militar Rosicley Pereira dos Santos, de 33 anos, estava armado com uma pistola e atirou contra os cachorros. Dois cães morreram na hora e outro tentou escapar, mas foi morto a alguns metros da residência, em um córrego. Já o quarto cachorro foi encontrado ainda no bairro, embaixo de um veículo. Uma equipe do Centro de Controle Zoonoses da capital foi acionada e resgatou a cadela do local.
Em entrevista ao G1, o policial afirmou que essa foi única forma encontrada para salvar a criança do ataque dos cachorros. Já a babá Edinéia da Conceição Carvalho, de 32 anos, relatou que ficou desesperada com toda a situação. “Eu fiquei desesperada quando a vi [criança] sendo mordida pelo cachorro. Foi algo terrível, mas fiz tudo o que podia na hora”, frisou.

 http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2012/01/eram-mansos-diz-pai-de-crianca-de-2-anos-atacada-por-pit-bulls-em-mt.html

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Criança leva 26 pontos após ataque de cão

07/09/2011 20h25 - Atualizado em 07/09/2011 20h27

dentro de casa em Cuiabá

07/09/2011 20h25 - Atualizado em 07/09/2011 20h27

Criança brincava com irmãos no quintal quando foi atacada por cachorro.
Bombeiro socorreu criança dos ataques e a encaminhou para hospital.

Dhiego Maia Do G1 MT
Cachorro ataca criança (Foto: Judson Nabor)Menino deixa hospital com curativos nos braços e
costa (Foto: Judson Nabor/ Arquivo Pessoal)
Uma criança de seis anos ficou gravemente ferida após ser atacada por um cão da raça boxer na tarde desta quarta-feira (7) no bairro Dr. Fábio II, em Cuiabá. As mordidas do animal atingiram as costas, cabeça e os dois braços do garoto. Ao todo, o menino levou 26 pontos e segundo a família, está traumatizado.
Em entrevista ao G1, a mãe da vítima, Kelcilene Kátia de Jesus, disse que o filho só sobreviveu ao ataque porque um bombeiro estava por acaso em uma residência ao lado da casa dela e prestou atendimento imediato. “Ele ajudou muito já que ele soube imobilizar o cachorro. Ele abriu a boca do animal, tirou o meu filho do domínio dele e nos levou para o médico”, relatou.
Ao G1, o sargento do Corpo de Bombeiros que prestou socorro à criança, Judson Rodrigues Nabor, disse que o cachorro só soltou o garoto a pauladas. “Ele derrubou o menino no chão e feriu os dois braços dele. Eu estava fazendo serviço na casa do meu irmão quando eu ouvi vários gritos de socorro. Fomos lá e o cachorro estava grudado ao garoto. Ele só soltou a criança depois de algumas pauladas”, revelou.
O ataque ocorreu no quintal da residência da família que é alugada. O animal é do proprietário da casa, que mora nos fundos do terreno. Ainda segundo a mãe da vítima, o ataque ocorreu no momento em que os três filhos dela brincavam no quintal. Quando a vítima caiu no chão, o cachorro começou a morder a criança. “Quanto mais eu puxava o cachorro, mais ele mordia meu filho”, disse a mãe da vítima.
A criança perdeu muito sangue e foi encaminhada às pressas para a Policlínica do Planalto. Na unidade hospitalar, a vítima recebeu curativos e foi vacinada contra raiva. Quando alugou a residência, Kelcilene, que é de Cáceres, cidade a 204 quilômetros de Cuiabá, questionou o proprietário da casa a respeito do comportamento do animal. Segundo ela, ele disse que o cachorro não era violento.
Cachorro ataca criança II (Foto: Judson Nabor)Depois do ataque, cachorro foi amarrado por
bombeiro (Foto: Judson Nabor / Arquivo Pessoal)
Depois do ataque, a mulher não sabe mais se vai continuar a morar no local. Ao G1, ela disse que o filho não quer sair de casa, por medo de ser atacado novamente. Por telefone, o G1 entrou em contato com o dono do animal, mas não obteve resposta  até o fechamento da reportagem.
Por conta do atendimento à criança, o sargento, que estava escalado para participar do desfile cívico de 7 de Setembro na capital, acabou liberado pelo Comando do Corpo de Bombeiros para ficar à disposição da criança. Segundo a unidade hospitalar que atendeu o garoto, a criança e o cachorro serão monitorados pelos próximos 10 dias para detectar qualquer alteração na saúde e comportamento.

criança dos ataques e a encaminhou para hospital.

domingo, 18 de setembro de 2011

ATAQUE DE CACHORRO

Sexta, 09 de setembro de 2011, 17h31

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'Ainda tenho medo', diz garoto vítima de ataque de cachorro em Cuiabá
Criança levou 26 pontos após ataque e ainda se recupera dos ferimentos.


cão ataca criança (Foto: Leandra Ribeiro/G1)
Mãe diz que garoto ficou traumatizado com o ataque do cachorro. (Foto: Leandra Ribeiro/G1)
O garoto de 6 anos atacado por um cachorro em Cuiabá ainda se recupera dos ferimentos e se emociona ao lembrar do dia em que Betolo, um cão da raça Boxer, avançou sobre ele. O ataque aconteceu no feriado de 7 de setembro, no bairro Doutor Fábio 2, na capital mato-grossense. A criança foi socorrida e levou 26 pontos.
A família mora em uma casa alugada e o ataque aconteceu no quintal da residência. O cachorro, que pertence ao proprietário da casa, Gabriel das Graças, convivia com as crianças no local. O garoto conta que estava brincando com o irmão quando foi atacado. "Eu estava brincando de esconde-esconde com meu irmão e, depois, de luta. Quando meu irmão bateu uma garrafa pet nas minhas costas, o cachorro avançou em mim. Tropecei e ele começou a me morder. Ainda estou com medo", relembrou a criança, que sofreu mordidas nas costas, na cabeça e nos braços.
Vi a criança ser abocanhada pelo cão. Salvei uma vida"
Judson Nabor, bombeiro
Diante do ataque do animal, a mãe Kelcilene Kátia de Jesus tentou socorrer o filho, mas conseguiu somente com a ajuda de um sargento do Corpo de Bombeiros que estava na casa ao lado. Ela lembrou dos momentos de tensão que passou para salvar o filho. "Sozinha eu não ia conseguir. Aquela hora eu vi meu filho ser morto na minha frente", recorda Kelcilene.
“Eu estava na casa do meu irmão, ao lado, e ouvi os gritos. Quando olhamos pela cerca vimos que o animal atacou a criança", disse o primeiro sargento Judson Rodrigues Nabor, do Corpo de Bombeiros, que prestou socorro à criança. Ele conta que usou um pedaço de madeira para abrir a boca do cachorro, fazendo uma espécie de alavanca. "Na hora, vi a criança ser abocanhada pelo cão e só pensei em salvar [o garoto]. Salvei uma vida", completou Nabor.
Trauma
Kelcilene de Jesus disse ao G1 que o filho não come direito desde o acidente e não consegue dormir à noite. Mesmo assim, segundo ela, a criança não deixou de se preocupar com o futuro do cachorro. “Ele está triste, muito traumatizado. Ficou me perguntando a toda hora: 'mãe, o que vai acontecer com o cachorro?'”, observou a mãe.

cachorro ataca criança (Foto: Leandra Ribeiro/G1)
Dono disse que vai doar o cachorro devido ao
ataque. (Foto: Leandra Ribeiro/G1)
O servente de pedreiro e dono do cachorro, Gabriel das Graças, afirmou que o cachorro não deve permanecer na residência. “Ele [o cachorro] nunca foi agressivo assim com ninguém, nunca mordeu uma criança. Mas já falei com a Kelcilene, que vou dá-lo. Vou me desfazer do cachorro por causa disso”, disse Gabriel, que tem o cachorro há mais de 10 anos.
Para a mãe, a saída do cachorro da casa será melhor para o filho, que mesmo preocupado com o animal, não quer mais tê-lo por perto. “A gente nunca pensa que vai acontecer com o filho da gente. O comportamento do cão sempre foi normal. Só era bravo com pessoas estranhas. Agora eu estou muito assustada”, concluiu Kelcilene.


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Ataque mortal de pit bull a cão vira processo em Cuiabá

15/09/2011 - 19h40
Comentários 27
  • Imagem mostra dona segurando cão da raça shih tzu que foi atacado e morto por pit bull em Mato Grosso Imagem mostra dona segurando cão da raça shih tzu que foi atacado e morto por pit bull em Mato Grosso
O ataque mortal de um pit bull a um cão da raça shih tzu vai virar processo no Juizado de Pequenas Causas em Cuiabá. A estudante de medicina Bárbara Lopes Barbosa, 19, teve o pequeno animal arrancado de seu colo quando passeava pelas ruas do bairro Consil, habitado por pessoas de classe média.

O caso, segundo a família da estudante, vai ser tratado na Justiça como danos morais e risco de vida à pessoa. Segundo Bárbara, ela caminhava com Anakin -nome do cachorro- quando o pit bull surgiu numa esquina e avançou sobre ela e o pequeno shit-zu.
A jovem tentou proteger o cão no colo.

Porém, o pit bull arrancou o shih tzu e o levou na boca até a casa do dono, o programador de informática Felipe Soares Pedroso, 27, que mora na mesma rua.

Segundo Bárbara, o proprietário do pit bull
arrancou o shih tzu da boca do cão e o colocou na calçada da rua Trigo Loureiro. O pequeno animal já estava morto. Desesperada, Bárbara gritou por ajuda e tentou conversar com Felipe, mas ele fechou o portão.

A mãe da garota, Luzinete Lopes da Silva, e mais alguns vizinhos, tentaram conversar com Felipe, mas ele permaneceu dentro de casa. A Polícia Militar foi acionada e um sargento conseguiu convencer o programador a acompanhá-lo até ao Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc), no bairro Planalto.

No Cisc, a estudante narrou o que aconteceu e acrescentou que o pit bull tem histórico de ataques a outros cães e até à uma dona de casa, que sofreu ferimentos leves. Felipe, por sua vez, disse que o animal é dócil e negou os ataques.

O programador foi procurado por quatro vezes, mas sua mãe, que se identificou por Zenaide, avisou que ele está em viagem e ela não está autorizada a se pronunciar por ele.


Obs:
E eu digo que essa garota colocou sua vida em risco ao proteger o cão...
Pois ela poderia ser a possível vitima do cão feroz...
Um cão que quase levou o dono para a morte...
Agora vamos ver o que a justiça faz. Pois eu tenho certeza que nada pelo jeito, pois quando essas criaturas matam fica por isso mesmo.