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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Garota salva irmão de ataque de pitbull

No interior de São Paulo..........

José Bonato
Do UOL, em Ribeirão Preto (SP)

Heloísa salvou o irmão, Heitor, de ataque de pittbull em Araraquara (SP)
Uma garota de 11 anos enfrentou um cão da raça pitbull em Araraquara (273 km de São Paulo) nesta segunda-feira (10) para salvar o irmão, de oito anos, que estava sendo atacado. O animal mordeu a cabeça, as costas e uma das mãos do menino quando ele voltava da escola na companhia da irmã.
Heloisa, a garota, chutou e gritou com o animal, que cessou o ataque e voltou para dentro de casa, uma república de estudantes que fica em frente à escola. "O pediatra falou que o cachorro poderia ter matado meu filho se a mordida tivesse atingido o pescoço", afirma a secretária Cristiana Teixeira, 33, mãe das crianças.
Heitor, o filho, recebeu dois pontos na cabeça e está bem, segundo a mãe. O problema, segundo ela, é a filha, que chora muito e está assustada. A família pensa em procurar ajuda psicológica para a garota.
Cristiana disse que o cão escapou da casa, que possui um portão de madeira, e atacou o filho pelas costas. "Ele é enorme e chega a impressionar de tão forte. Tenho um pitbull em casa, mas menor e dócil. É um absurdo um cachorro grande daqueles na frente de uma escola", afirmou.
A secretária disse que a família não pensa em tomar medidas judiciais contra os estudantes. Os rapazes, de acordo com ela, foram solícitos e pagaram a despesa de R$ 207 na farmácia. "Eles estão sempre em contato para saber se está tudo bem. A carteira de vacinação do cão está em dia. Nós não queremos prejudicá-los."

Van

Agora, em razão do acidente, Heloisa não vai mais buscar o irmão na escola, o que era rotina nos últimos três meses. A casa dos garotos fica a cinco quadras da escola. "Agora contratamos uma van para levar e trazê-lo", afirmou Cristiana.
O pitbull, chamado Johnny, está sob observação do Serviço Especial de Saúde de Araraquara (Sesa). Segundo um funcionário do órgão, o período de observação acaba no próximo dia 20.
A preocupação do Sesa é saber se, mesmo com a vacina em dia, o cão não está contaminado pela raiva. Nos animais, a doença se manifesta em cinco dias e leva os bichos à morte no oitavo dia.
De acordo com o Sesa, foram registrados dois casos da doença em seres humanos em Araraquara nos últimos 42 anos.

"Clube da luta canino" é descoberto com mais de 200 cães nas Filipinas..........

Foto 12 de 20 - Foto mostra um dos cães encontrados nesta terça-feira (3) em um cativeiro com mais de 200 anaimais, entre pitbulls e outras raças, em uma fazenda de café ao sul de Manila, capital do país. Muitos dos cães tiveram as orelhas e línguas arrancadas durante brigas ilegais organizadas no local Mais Bullit Marquez/AP

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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Caso da matadora de animais/SP

13 Janeiro 2012


  E seus comparsas



Mulher detida suspeita de matar cães e gatos em SP é solta, e não agia sozinha.

Nota do Blog: O flagrante na madrugada dessa sexta-feira 13, não terminará com essa matança cruel de animais, com a precária legislação existente de maus-tratos aos animais.
=> A desconfiança original (ainda não descartada), era de que essa Dalva e seus comparsas;
- Vendiam a carne dos animais para restaurantes,
- Vendiam a pele dos animais até para fora do país, para confecção de roupas, brinquedos.
- Vendiam o sangue dos animais para clinicas veterinárias e ritos satânicos.
Portanto se a mesma não for acusada de “Estelionato”, e ter o seu sigilo telefônico e bancário quebrados, não conseguiremos saber ‘quem realmente pagava para que os animais fossem mortos’, e quem se beneficiava financeiramente dessa crueldade.
Dalva recebia e às vezes cobrava dinheiro para supostamente vacinar/castrar os animais que matava. Prova disso é que em alguns gatos mortos encontrados no saco de lixo estavam com a barriguinha raspada, sinal de que foram castrados recentemente. Os corpos descartados eram todos de animais de pequeno porte, a maioria filhotes que somente tinham o sangue retirado. Já os animais de médio e grande porte recai a suspeita de além da venda do sangue, também o comércio das peles e da carne de cães e gatos.
A matadora de animais Dalva Lina da Silva, é só uma integrante dessa quadrilha, que precisa ser desmembrada, e que precisa ser devidamente investigada, por conter indícios de que médicos veterinários estariam cientes dessa crueldade, já que compravam o sangue desses animais, para depois cobrarem exorbitantes somas de tutores os quais os animais necessitassem de transfusão de sangue.
Os animais mortos encontrados no saco de lixo, além de passarem pela perícia, para determinar a causa da morte, também vão oferecer pistas da procedência desses animais, caso estejam microchipados, que é o que ocorre quando são castrados em mutirões da prefeitura de São Paulo.
O vereador Tripoli em entrevista ao portal Terra disse; "Você não faz um ritual religioso com 30 animais, pois o volume é muito grande e não há necessidade. Sem sombra de dúvidas pode haver um comércio paralelo para o sangue dos bichos, pois uma bolsa, segundo as ONGs que trabalham conosco, custa até R$ 300. Elas seriam vendidas para veterinários, clínicas e hospitais, para depois serem usadas em transfusões e outros fins. O inquérito policial deve confirmar", afirmou Tripoli.(click para ler na íntegra)
Por volta das 1h30, da madrugada, Juliana Bussab e Susan Yamamoto da ONG "Adote um gatinho", foram até o local para tentar retirar os 11 gatos que ainda estavam vivos dentro da residência da matadora, o que não foi permitido e ocorrerá somente hoje com uma liminar de um Juiz, na qual a ONG ficará como fiel depositária dos animais.
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Uma mulher identificada como Dalva Lima da Silva, de 43 anos, foi presa, no final da noite de ontem, na rua Mantiqueira, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, sob acusação de maus tratos contra animais e crime contra a natureza. Pelo menos 33 animais, entre gatos e cachorros, foram encontrados mortos dentro de sacos de lixo, um deles na calçada, em frente à casa da vizinha da acusada.

Denúncia - Organizações não-governamentais (ONGs) protetoras dos animais, há 20 dias, contrataram um detetive particular após receberem denúncia de pessoas que entregavam os cães e gatos, achados na rua, para essa mulher, que se dispunha a cuidar dos bichos.

Os sacos de lixo contendo os animais mortos, segundo a polícia, eram colocados na porta das casas vizinhas, junto aos demais sacos, para não levantar suspeita. Tudo era levado pelo caminhão de coleta de lixo.

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Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress

 Mulher é presa por matar cães e gatos em São Paulo

Enviado por em 13/01/2012




Vídeo do R7, com o flagrante dos animais mortos.

Por volta das 23h, o detetive testemunhou Dalva deixando um saco plástico em frente à casa vizinha. Policiais militares da 3ª Companhia do 11º Batalhão foram acionados e detiveram a acusada, que foi encaminhada para o plantão do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), no centro da capital. Na casa de Dalva, os policiais encontraram mais sacos e sedativos, que eram dados aos animais antes de ela matá-los. A maioria tinha o sangue retirado pela mulher, suspeita de realizar rituais satânicos.

Segundo a Polícia Civil, a mulher foi liberada porque o caso é considerado de menor potencial ofensivo. À polícia, Dalva Lima da Silva, de 42 anos, assumiu a responsabilidade por apenas cinco animais – ela afirmou os recebeu doentes e tentou tratá-los. Como não obteve sucesso, aplicou anestésico para que eles morressem sem dor.
Durante a madrugada, a polícia informou que foram encontrados os corpos de 33 animais na calçada de uma casa da Rua Mantiqueira, 168 Vila Mariana fone : 8223-9694, na Zona Sul de São Paulo.
E, numa nova contagem, verificou-se que eram 39 cadáveres - quatro cachorros e 35 gatos. Segundo ainda a polícia, Dalva não mora sozinha. Durante depoimento, segundo um dos policiais civis, a mulher, que não aparentava nenhum sinal claro de distúrbio mental, chegou a contar várias histórias diferentes. Ela assinou um termo circunstanciado de crime ambiental, podendo ser processada e condenada a uma pena de três meses a um ano de prisão.
Na delegacia, a mulher afirmou que há 13 anos resolveu, por conta própria, cuidar de animais de rua. Ela também disse que um abrigo de Diadema, no ABC, encaminhava animais doentes para que ela cuidasse.
“Ela disse que tentava conduzir os animais para ONGs, e era negado”, disse o delegado Wilson Correia Silva, da divisão de crimes contra o meio ambiente. “Ela admitiu que levou cinco animais a óbito, que segundo ela não estavam respondendo ao tratamento. Ela decidiu sacrificá-los, a aplicava anestésico. Os demais ela disse não saber como morreram, afirmou que não estavam sob seu cuidado.”
O delegado informou que será instaurado um inquérito para investigar o caso e que irá requisitar as imagens que o investigador particular afirmou ter das ações da suspeita. Os protetores de animais que contrataram o detetive também serão ouvidos.
Recolhimento de animais
A polícia determinou que os gatos que foram encontrados dentro da casa ainda vivos fossem recolhidos pela ONG “Adote um gatinho” – entretanto, o advogado da instituição afirmou que nesta manhã a casa estava fechada e não foi possível recolher os animais. “A PM preservou o local a noite inteira e há indícios de que haja alguém dentro, mas ninguém atende”, afirmou. O delegado Silva informou que deslocará uma equipe ao local para tentar resolver o problema.
O advogado da suspeita, Martim Lopes Martinez, confirmou a versão dada por ela à polícia. “Segundo ela, ela recebe cães e gatos doentes, de rua, e tenta tratá-los. Os que não conseguem sobreviver ela dá uma anestesia para que eles não sofram. Ela disse que ligava para várias instituições pedindo ajuda, mas isso era sempre negado”, afirmou o defensor. De acordo com ele, Dalva é viúva vive na casa com as filhas de 22 e 5 anos, e não trabalha – ela vive de uma pensão deixada pelo marido.
Por volta das 10h30, o G1 voltou a procurar Martinez para comentar a tentativa da polícia de retirar os gatos que ainda estão na casa de Dalva. O advogado, porém, não atendeu as ligações.
Para assistir ao vídeo do G1, click aqui
Por volta do meio-dia, oito gatos e um cachorro foram retirados da casa de Dalva Lina da Silva pela Polícia Civil , porque a mesma não atendeu a porta quando a ONG Adote um Gatinho chegou com a liminar para retirar os animais, que novamente tiveram que acionar a polícia.
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Investigações
Vizinhos da suspeita e o investigador contratado pelos protetores relataram que os animais apenas chegavam à casa, e não deixavam o imóvel – o que causava desconfiança. Vizinhos também relataram ter ouvido ruídos de animais chorando na noite de quarta-feira (11). Eles também afirmaram que os animais que viram chegar ao imóvel estavam bem de saúde, e não doentes como a suspeita alega.
Segundo a veterinária Beatriz Mattes, da ONG, a maioria dos animais mortos eram filhotes, com idade entre 1 e 2 meses. Os corpos serão encaminhados necrópsia. Segundo ela, um dos animais mortos tinha marca de injeção no coração. Beatriz suspeita que Dalva tenha injetado cloreto de potássio – o produto foi encontrado pela polícia dentro da casa da mulher.
Ainda segundo a veterinária, os corpos foram encontrados com “aparência estranha”. “Todos estavam em posições que definharam, encolhidos, todos defecados. Nunca vi uma cena tão feia em toda a minha vida”.

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Pit bull ataca duas crianças e um adolescente em São Paulo - 24/08/2009 12h04



http://mais.uol.com.br/view/308710
Menino é atacado por dois cães da raça pit bull em Natal - 24/09/2008 11h28




http://mais.uol.com.br/view/112225

sábado, 13 de novembro de 2010

GLOBONEWS AO VIVO

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BandNews - São Paulo

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Em 20 minutos, tudo pode mudar. Primeira emissora rede FM realmente “all news”. Força jornalística com a dinâmica, alto-astral e a modernidade do FM.

domingo, 26 de setembro de 2010

Pitbull ataca adolescente e é morto por PMs

terça-feira, 19 de janeiro de 2010 11:40

Pitbull ataca adolescente e é morto por PMs em São Paulo

Do Diário OnLine

7 comentário(s)

Um adolescente de 13 anos foi atacado por um cão da raça pitbull na tarde de segunda-feira no Bairro de Guaianases, Zona Leste da Capital paulista. Ele sofreu ferimentos em uma das pernas e foi socorrido por policiais militares ao Hospital Geral de Guaianases, onde segue internado. O cão foi atingido por dois diparos e morreu a caminho do veterinário.
Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), policiais realizavam patrulhamento pela região, quando viram um aglomerado de pessoas pedindo socorro. No local, o garoto estava sendo atacado pelo cão. Os PMs tentaram afastar o animal com gás de pimenta, mas não obtiveram sucesso. Eles, então, atiraram contra o cachorro, que largou a perna do menino e tentou atacar um dos policiais, que disparou novamente.
O cão ainda tentou atacar a criança mais uma vez, mas foi imobilizado e levado ao veterinário, onde já chegou morto. De acordo com a pasta, a dona do pitbull afirmou que o animal já havia matado outros cães e por isso resolveu dá-lo ao adolescente, que teve o consentimento do pai. O caso foi registrado no 44º Distrito Policial (Guaianases) como lesão corporal culposa.



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Comentários

André Portocarrero
11/02/2010 às 16:36
Visitem meu blog: www.pitbulleumaameaca.blogspot.com Participem comentem, vamos debater esta situação. Todos, sem exceção. são bem vindos!
andré Portocarrero
11/02/2010 14:44
Atacar é da natureza desse cão. Não precisa de treinamento nem de maus tratos para ser violento...o é por natureza e vai fazer isso sempre - www.pitbleumaameaca.blogspot.com
CACHORRO MALDITO E O DONO TBM
19/01/2010 às 15:31
NINGUÉM FAZ NADA, DEPOIS NÃO ADIANTE CHORAR... MISERICORDIA FIM PRA ESSA RAÇA MALDITA... MEU QUANTAS PESSOAS VÃO PRECISAR MORRER PARA ALGUÉM FAZER ALGO? QUE PAÍS FULERO É ESSE. DA VONTADE DE CHORAR. UM CACHORRO VALE MAIS QUE UMA VIDA HUMANA???? CHUMBO E CHUMBINHO PRA ESSES CÃES . SALSICHA E CHUMBINHO RESOLVE O PROBLEMA
Respostaa
19/01/2010 15:08
Seus ridiculos ,isso não é culpa do cachorro ser assim.É culpa dos idiotas que são donos e treinam o coitadinho ... Seus babacas...
Rodrigo
19/01/2010 às 14:05
Quando é que a Vigilância Sanitária do país vai acordar e exterminar de uma vez por todas essas raças de "monstros" como esse ai e abolir elas do páis????
Eliane
19/01/2010 13:41
E ainda tem pai que aceita essa raça de cachorro em casa !!!! CUIDADO COM O QUE PERMITEM AOS FILHOS !!!!!!
Lamentável
19/01/2010 às 13:03
Faltou matar a dona irresponsável também. Como pôde dar um cachorro agressivo e antissocial a um garoto de 13 anos???

terça-feira, 21 de setembro de 2010

A polêmica dos cães soltos na Praça Amundsen

Camila com a Cocker Cerise na Praça Mundsen: "quase não temos áreas dedicada aos cães na cidade "

A polêmica dos cães soltos na Praça Amundsen

EXCLUSIVO | A NOTÍCIA ganhou as páginas dos jornais de São Paulo. Uma praça da zona oeste da capital será transformada em um espaço da terceira idade. Isso tudo poderia ser uma decisão pública normal, se não fosse uma polêmica. De um dia para outro todos os cães que frequentam a área há mais de dez anos estão proibidos de continuar brincando sem guia.
A DECISÃO do organismo que cuida do local, conhecido como a “praça do cachorros”, causou indignação de quem vai até a Praça Amundsen para passear livremente com seus cachorros.
A MUDANÇA das regras estaria embasada na lei municipal n°13.131 artigo 15 que proíbe que cães sejam conduzidos sem guia em praças e parques públicos de São Paulo. Além de algumas denúncias de cães violentos que teriam causado problemas com outros usuários da praça.
UMA das usuárias indignadas com a proibição é a empresária Camila Lopes Masetti, que há cerca de um ano vai todo o fim de semana até a praça com a Cocker Spaniel Cerise e amigas. Como usuária frequente, Camila resolveu organizar um abaixo assinado e um evento neste domingo (29) para mostrar a importância da praça e a falta de espaços para cães na cidade. “Tem gente que mora longe e que vem todo o fim de semana na Amundsen”, afirma. Para Camila, a praça tem qualidades importantes para os cães e seus donos: uma cerca em volta do local, espaço para os cães correrem e alguns bancos e sombras.
FALTA de espaço para a cachorrada
O HISTÓRIA da Praça Amundsen é apenas um pequeno reflexo de um problema recente nas grandes cidades, que tem visto a população de cães crescer e ocupar mais e mais os espaços públicos. Para quem cria seu cão em apartamentos e pequenos espaços, o uso das praças e parques é essencial. Essa ocupação, no entanto, não tem agradado à todos. Afinal, ninguém é obrigado a gostar de cachorros e muito menos conviver com os bichos soltos.
DIANTE dessa polêmica, conversamos com a empresária Camila Lopes Masetti que neste domingo (confira banner neste post) estará na praça Amundsen acompanhada de outros donos e a cachorrada que frequenta o espaço. “O objetivo é chamar a atenção para essa comunidade que se estabeleceu na praça ao longo dos anos e mostrar às pessoas pelo que estamos lutando: um espaço agradável para passear com nosso cãozinho e amigos.”

CONFIRA abaixo a entrevista exclusiva:
CANINABLOG: O que mais te incomodou nessa decisão de proibir os cães soltos na praça?
Camila: É bom esclarecer que o pedido de proibição para circulação dos cães sem guia não veio da Prefeitura Municipal de São Paulo e sim da SAB (Sociedade de Amigos do City Boaçava), organismo que cuida da praça. O principal erro deles foi criar projetos para o local sem o consentimento e opinião da comunidade que frequenta a praça. O projeto da Praça da Longevidade (para a terceira idade) é interessante, mas eu me pergunto se será realmente necessário prender os cachorros.
CANINA BLOG: Uma lei municipal de São Paulo impede que cães andem sem guia em praças e parques. Como você vê essa lei?
Camila: Sou a favor desta lei municipal. Acho que é inconveniente ter cães soltos em locais públicos pois acaba incomodando os demais. Acho que cada um tem que respeitar o espaço do outro. Por outro lado, quase não temos áreas dedicada aos cães na cidade e uma prova disso é que tem gente que mora longe e que vem todo o fim de semana na praça Amundsen. A praça se tornou um local de encontro dos cães e seus donos, antes era um ponto de droga e prostituição. Logo, os cães não tiraram nem perturbaram ninguém.
CANINA BLOG: Mas alguns moradores teriam reclamado de cães agressivos no local.
Camila: Quanto aos cães agressivos, não sabemos a veracidade e nem a gravidade dos ataques. Por um lado temos a SAB afirmando que houve muitos ataques e por outro lado quando o jornal Estado de S.Paulo foi verificar, chegou-se a conclusão que houveram reclamações sobre os cachorros. Mas nada grave. Eu pessoalmente nunca presenciei nenhum ataque. Na minha opinião a melhor maneira de se evitar cães agressivos é justamente sociabilizá-los desde cedo, levando-os a praças e locais onde eles podem interagir com outros cães e pessoas.
CANINA BLOG: Na sua opinião, qual seria uma solução boa para todos?
Camila: No caso da praça Amundsen o ideal seria liberar a praça para os cachorros, pois já existem espaços de lazer a proximidade como o parque Villa Lobos e a praça Barão Pinto Lima. O Villa Lobos tem melhor infraestrutura e acessos e a praça Barão Pinto tem uma área reservada para crianças e segurança. Quem não gosta de cães, nesse caso, tem muitas outras opções na área.
QUAL é a sua opinião a respeito do assunto? Deixe um comentário.
LEIA também:
Direito Animal: Onde posso levar meu cachorro?
Meu cão foi atacado por outro cachorro. O que devo fazer?
http://caninablog.wordpress.com/2010/08/29/a-polemica-dos-caes-soltos-na-praca-amundsen/
 

2 Respostas

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    Frequento a praça Amundsen com minha Schnauzer há 8 anos. Nesse tempo todo, uma única vez vi uma briga mais séria entre dois cachorros, mas não foi nada grave, nenhnum dos animais se machucou gravemente, os donos os separaram rapidamente. Entre os proprietários dos cães, também nunca presenciei nenhuma discussão.
    A praça é um local excelente tanto para desestressar os cães, que praticamente não têm espaços onde possam ficar soltos em São Paulo, quanto para os donos que, igualmente, sentem seu estresse diminuir quando estão nna praça conversando com seus amigos “cachorreiros” e vendo seus animais de estimação se divertirem.
    A entrevistada Camila disse tudo quando mencionou a existência, nas proximidades, de outros locais de lazer para pessoas de qualquer idade. Que a Amundsen, antes frequentada por drogados e hoje por cães, continue sendo dos cães!

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    A praça Amundsen é, ou era, a única aberta para cachorros em São Paulo? Não existem outras opções onde os cães podem andar sem coleiras, livremente, longo dos olhares punitivos de quem não tem cachorros?


quinta-feira, 29 de abril de 2010

Homem morre atacado por pit bull


31/08/07 - 20h01 - Atualizado em 31/08/07 - 21h38


Homem morre atacado por pit bull

Vítima tinha 75 anos e foi atacada em casa do Ipiranga, na Zona Sul.
Outros dois casos de ataques de cachorros foram registrados nesta sexta.

Um homem de 75 anos morreu na noite desta sexta-feira (31) após ser atacado por um cão da raça pit bull na Rua Ituanos, no Ipiranga, na Zona Sul de São Paulo, de acordo com o Corpo de Bombeiros.



Duas equipes dos bombeiros foram até o local e encontraram a vítima inconsciente. O homem não resistiu aos ferimentos e morreu. Só na sexta-feira, foram registrados três ataques de cães no estado.



O securitário Vágner Russo, de 57 anos, mora há dez anos no bairro e informou ao G1 que os dois cães da casa sempre brigavam entre eles. “Vira e mexe tinha confusão e os donos sempre tinham que separar”. Os cachorros, no entanto, não saiam do quintal da casa. “Eu nunca vi os cachorros na rua."



Por volta das 21h30, o pit bull que matou o homem foi levado pela carrocinha. Em choque, parentes acompanharam a retirada do animal na porta da casa.


Outros casos

Em Ubatuba, a 224 km de São Paulo, Edson Custódio do Nascimento, de 26 anos, foi atacado nesta manhã por seu cão pit bull em uma casa no bairro Ipiranguinha.

Segundo o vizinho e a mãe da vítima, o cachorro ia atacar o filho de Edson, que ainda é um bebê de colo. Edson entrou na frente e teve ferimentos nos braços. Segundo a Santa Casa, a vítima recebeu alta após fazer os curativos. Ele teve ferimentos no pulso e alguns cortes no braço e na perna.

A família já acionou o Centro de Zoonoses e a prefeitura. O cachorro ainda está na casa, preso por uma corda. O animal estava com a família há aproximadamente um ano.



Em outro caso, um garoto de 5 anos foi atacado nesta sexta-feira (31) por um cachorro vira-lata em Ribeirão Pires, no ABC. A criança brincava com o avô no quintal de casa na hora do ataque. O animal pertencia à avó do menino.

A avó pulou a janela para socorrer o neto, mas acabou caindo e machucou o braço. O garoto teve parte do couro cabeludo arrancado pelo cachorro. Ambos foram internados no Hospital São Lucas. A avó de 68 anos já foi liberada. A polícia acionou o Centro de Controle de Zoonoses para verificar o estado do animal.


Abandono

Temidos, os cães da raça pit bull estão sendo abandonados. De acordo com levantamento do Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ), responsável pelo controle de animais domésticos na capital, o número de cães desta raça deixados na rua cresceu 95 % entre 2006 e 2007.

Se comparados apenas os dados dos anos de 2005 e 2007, o aumento foi de 243%. O principal motivo seriam as recentes notícias de ataques. Em muitos casos, as vítimas são os próprios donos. Em 2005, o CCZ recebeu 180 pit bulls. No ano seguinte, foram 352. Até agosto de 2007, o número já chegava a 619. Destes, 77 são considerados agressores, cães que foram abandonados por donos com medo.

G1 > Edição São Paulo - NOTÍCIAS - Homem morre atacado por pit bull

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