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sábado, 2 de junho de 2012

Cão Pitbull ataca criança de 11 anos em Londrina

  • 30/04/2012 às 16:52    -    Atualizado em 30/04/2012 às 17:07
  • Susan Cruz

Um menino de 11 anos foi atacado por um cachorro da raça pitbull na tarde desta segunda-feira(30) em Londrina. Ele recebeu diversas mordidas na perna direita.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o garoto apresentava diversas lascerações internas na perna direita além dos ferimentos de mordida do animal. O quadro clínico inspirava cuidados, mas sem risco de morte.
O animal atacou a criança na Rua Santa Estive, na Vila Siam, na região leste da cidade. O menino recebeu os primeiros atendimentos da equipe de bombeiros e foi encaminhado para o Hospital Universitário.
De acordo com as informações do Hospital Universitário, o menino recebeu o curativo nos ferimentos e deve receber a vacina anti-rábica. Ele está bastante assustado e ficará um período em observação.

Fonte:

 http://londrina.odiario.com/londrina/noticia/565750/cao-pitbull-ataca-crianca-de-11-anos/

 

 

 

 

domingo, 23 de outubro de 2011

Hospital quer prevenir ataques de cães

Saúde

Domingo, 23/10/2011
Campanha Publicado em 20/06/2011 | Adriano Justino
O Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba, lança hoje uma campanha de prevenção contra ataques de cães, um problema que no ano passado levou ao seu pronto-socorro cerca de 350 pessoas, média de um atendimento por dia. Somente neste ano, foram 129 casos registrados.
A Campanha de Conscien­­tização e Prevenção de Aci­­dentes com Cães quer reduzir esses números através da distribuição gratuita de uma cartilha com dicas de médicos emergencistas, epidemiologistas e veterinários, que ensinam como educar o cão, como identificar sinais de agressividade e como proceder no caso de um ataque e os primeiros socorros.
Segundo Júlio Macedo, médico de pronto-socorro do hospital, a mordida comumente é dada por cães conhecidos, seja da própria vítima, da família ou de amigos e vizinhos. “Há um excesso de confiança: essa história de que não tem perigo porque o cão ‘nunca mordeu ninguém’ é uma atitude bastante perigosa, pois pode acontecer com qualquer um”, diz.
O cão pode atacar quando há um comportamento diferente das pessoas em volta ou quando entra em um grau de irritabilidade. Macedo explica que a questão não é o temperamento de sempre do animal, mas o do momento de contato. “Pela proximidade das férias, a prudência tem de ser ainda maior. Nessa época, as crianças, que naturalmente têm um excesso de confiança, ficam mais tempo com os bichos.”
“As mordidas fatais podem ocorrer no pescoço – as vias aéreas – e principalmente quando há lesões vasculares – quando pega a jugular ou carótida –, e mesmo em extremidades, como punho, antebraço e perna, havendo grande perda de sangue”, explica Macedo.
Serviço:
A cartilha será distribuída de hoje a quarta-feira, das 10 às 15 horas, no Hospital Universitário Cajuru, no Câmpus Curitiba da PUCPR e nas Drogarias Nissei da Rua XV de Novembro, Bacacheri e Portão.



segunda-feira, 18 de julho de 2011

Hospital quer prevenir ataques de cães

Campanha

Publicado em 20/06/2011 | Adriano Justino
O Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba, lança hoje uma campanha de prevenção contra ataques de cães, um problema que no ano passado levou ao seu pronto-socorro cerca de 350 pessoas, média de um atendimento por dia. Somente neste ano, foram 129 casos registrados.
A Campanha de Conscien­­tização e Prevenção de Aci­­dentes com Cães quer reduzir esses números através da distribuição gratuita de uma cartilha com dicas de médicos emergencistas, epidemiologistas e veterinários, que ensinam como educar o cão, como identificar sinais de agressividade e como proceder no caso de um ataque e os primeiros socorros.
Segundo Júlio Macedo, médico de pronto-socorro do hospital, a mordida comumente é dada por cães conhecidos, seja da própria vítima, da família ou de amigos e vizinhos. “Há um excesso de confiança: essa história de que não tem perigo porque o cão ‘nunca mordeu ninguém’ é uma atitude bastante perigosa, pois pode acontecer com qualquer um”, diz.
O cão pode atacar quando há um comportamento diferente das pessoas em volta ou quando entra em um grau de irritabilidade. Macedo explica que a questão não é o temperamento de sempre do animal, mas o do momento de contato. “Pela proximidade das férias, a prudência tem de ser ainda maior. Nessa época, as crianças, que naturalmente têm um excesso de confiança, ficam mais tempo com os bichos.”
“As mordidas fatais podem ocorrer no pescoço – as vias aéreas – e principalmente quando há lesões vasculares – quando pega a jugular ou carótida –, e mesmo em extremidades, como punho, antebraço e perna, havendo grande perda de sangue”, explica Macedo.
Serviço:
A cartilha será distribuída de hoje a quarta-feira, das 10 às 15 horas, no Hospital Universitário Cajuru, no Câmpus Curitiba da PUCPR e nas Drogarias Nissei da Rua XV de Novembro, Bacacheri e Portão.


Hospital quer prevenir ataques de cães - Saúde - Gazeta do Povo