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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Cães e deficientes mentais

03/25/2009
dogbite
Os adoradores de cães são uma raça que sempre me causou surpresa. Obviamente que terão alguma desculpa, uma vez que se trata, na generalidade de pessoas com sérios problemas mentais. Os adoradores de cães nem pestanejam quando um pitbul desfaz à dentada uma criança de cinco anos mas são capazes de dar um tiro em alguém que maltrate um animal. Esta mãe australiana é um exemplo deste tipo de deficientes que abundam em Portugal. Dona de um mastim que quase matou o próprio filho, de dois anos de idade, a mãe responsabiliza o rebento e diz que o cão não teve culpa.


Argumentos a favor de cães e contra crianças

04/21/2009
dogattackchild
Leitor interessado na questão dos cães que desfazem crianças regressa ao argumento de que é preciso responsabilizar e educar os donos, porque os cães não têm culpa. Com todo o respeito, sugiro ao leitor que enviou o comentário abaixo reproduzido que vá falar com as famílias de algumas das crianças que foram mortas, nos últimos meses, em Portugal, por cães de grande porte. E que lhes explique que têm de ser compreensivos e de perceber que a culpa não foi dos cães…
Comentário, colocado aqui:
“É importante compreender que os acidentes acontecem com diferentes raças e não apenas com as raças mais mediáticas é necessário compreender os motivos dos acidentes e acima de tudo procurar soluções que permitam resolver ou diminuir a taxa de incidentes que se verifica actualmente.”
“Já foram feitos estudos e experiências noutros países, comprovando que efectivamente a exterminação de determinadas raças não erradica os problemas. O facto das raças punidas por lei serem diferentes de país para país também indicia que o problema esteja mais relacionado com os proprietários e criadores do que propriamente com os cães.”
“É possivel criar condições, leis, regulamentos e normas que devem ser cumpridos pelos criadores e proprietarios de forma a minimizar o risco de acidentes e voltar a credibilizar as raças em causa e sensibilizar para a perigosidade que pode representar a posse de um animal sem a consequente responsabilidade de o possuir.”