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sábado, 13 de novembro de 2010

Leishmaniose nos humanos pode aumentar com o aquecimento global!!!


A Leishmania é um protozoário que parasita o sistema imunitário, afectando fundamentalmente o cão e o Homem.
As formas de existentes Leishmaniose são: Cutânea, Mucocutânea e Visceral.
A transmissão é realizada através de flebótomos.
Registam-se anualmente entre “10 a 15 casos em humanos em Portugal”, em especial em imunocomprometidos e crianças.
“Ao contrário da doença na população canina, nos humanos os casos têm diminuído ou mantêm-se estáveis ao longo dos últimos 20 anos. Mas com a tendência do aquecimento global haverá mais casos de leishmaniose canina e será expectável também um aumento na população humana”, e sabe porquê?
“Com o aumento das temperaturas haverá mais condições favoráveis para o desenvolvimento do flebótomo, cuja picada provoca a infecção e a doença.”
Veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Tq0d4ur3ILc&feature=related
A leishmaniose canina é “endémica” em Portugal e nas regiões de Lisboa e Setúbal quase um em cada cinco ou seis cães estão infectados. Existe grande prevalência em Trás-os-Montes, Beira Interior, em especial Castelo Branco e Fundão, Alentejo e Algarve.
Recomendações: para evitar a infecção passam pelo uso de insecticidas (repelentes ou coleiras), evitar passeios em zonas de rios ou charcos ao início e fim do dia, e desparasitação externa regular.
Fonte: http://www.publico.pt/Sociedade/leishmaniose-nos-humanos-pode-aumentar-com-o-aquecimento-gl obal_1330499

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Criança ferida por cão na bochecha..

Criança ferida por cão na bochecha

09 Abril 2010

? Uma criança sofreu ferimentos graves na face ao ser mordida por um cão, ontem, ao princípio da tarde, em Águeda. De acordo com fonte dos bombeiros de Oliveira do Bairro, a vítima, de quatro anos, apresentava golpes na testa com suspeitas de terem atingido igualmente a vista.

A criança terá sido mordida por um cão, que não era de uma raça considerada potencialmente perigosa, em casa da avó, na estrada principal, lugar da Piedade. O alerta para os bombeiros foi dado cerca das 14.00. A vítima seguiu inicialmente para a urgência do Hospital de Águeda, de onde seria depois transferida para o Hospital Pediátrico de Coimbra a fim de receber tratamento adequado às lesões que apresentava. O animal que atacou a criança tinha documentos, apurou o DN.

Criança ferida por cão na bochecha - Portugal - DN

Diário de Notícias

Saúde Animal - Cães - Castração

terça-feira, 21 de julho de 2009

Mais de dez mil cães perigosos em Portugal



Mais de dez mil cães perigosos em Portugal
Quase 1500 com «cadastro criminal» ou comportamentos agressivos

Por: Redacção /CR | 15-02-2009 12: 21
Há mais de dez mil cães potencialmente perigosos em Portugal e quase 1.500 com «cadastro criminal» ou comportamentos agressivos.


Sem trela nem açaime, são vistos como uma ameaça por quem pede ajuda à Polícia, que por vezes se recusa a actuar, refere a Lusa.

Na Direcção-Geral de Veterinária estão registados 10.357 cães das sete raças definidas como potencialmente perigosas e a maioria vive nas grandes cidades. Diz a lei que não podem andar na rua sem trela nem açaime e que só podem ser conduzidos por maiores de 16 anos. Mas nem todos a cumprem.


No ano passado, a Brigada Especial de Fiscalização de Animais (BEFA) da Polícia Municipal (PM) de Lisboa levantou mais de 700 autos e apreendeu 32 animais potencialmente perigosos que andavam à solta na capital.


Todos os dias chegam ao comando da PM novas denúncias que exigem a actuação das BEFA: só em Lisboa há registo de 419 cães potencialmente perigosos.


Além desta lista, existe uma outra onde estão inscritos os canídeos que já têm o «registo criminal» manchado: atacaram pessoas ou outros animais ou então têm reconhecidamente um «carácter e comportamento agressivo». São 1.437 em todo o país e 127 só em Lisboa.


Os agentes Rui Pedro e António Gaudêncio, da BEFA, já sabem onde vive a maioria dos cães perigosos da cidade e quais as zonas preferidas pelos donos para passear os animais.

«Na semana passada passámos cerca de uma dezena de autos relacionados com cães potencialmente perigosos. Duas autuações foram de 2.400 euros cada», recorda o agente Gaudêncio, apontando a falta de legalização dos animais como outra das principais irregularidades detectadas.

No primeiro ano de actividade, os agentes nunca foram mordidos, mas já apanharam «muitos sustos». Mas isto é algo que não os assusta: «Se houver uma denúncia vamos, seja onde for», garantiu o agente Rui Pedro.

Nem todas as cidades contam com equipas como a BEFA. Maria Rodrigues mora numa urbanização nova na Amadora, onde «em cada prédio há pelo menos um cão». Tem um rafeiro e é uma apaixonada por animais, mas a presença de «tantos rottweillers num bairro onde vivem muitas crianças» é algo que a assusta.

Mãe de um rapaz de 17 meses, Maria começou por estranhar que nunca houvesse crianças no parque infantil do bairro, mas depressa percebeu a razão: «Ninguém leva lá as miúdos com medo dos cães. Aqui, os espaços verdes são deles (animais) e andam sem trela nem açaime. Já liguei várias vezes para a PSP da Amadora e para a Polícia Municipal e eles dizem que não podem fazer nada. Dizem que quando acontecer alguma coisa vêm cá».


Segundo a DGV, estão registados na Amadora 57 cães potencialmente perigosos e 15 perigosos.


Contactadas as Polícias das cidades do país com mais registo de animais perigosos ou potencialmente perigosos e a maioria disponibilizou-se para ir ao local verificar a situação. No entanto, alguns elementos das esquadras da PSP e postos da GNR confirmaram o cenário relatado de Maria Rodrigues.

Em Castelo Branco, onde há registo de 17 cães potencialmente perigosos, a PSP disse que era preciso «ir à esquadra», «fazer uma denúncia» e «assumir as responsabilidades» para os agentes poderem actuar.


Contactados às 15:00, os agentes de Coimbra disseram que era preciso «ligar para o canil». «Fora das horas de expediente não podemos fazer nada», explicou o agente. Já os responsáveis do canil disseram que era preciso «apresentar queixa por escrito».


Em Sintra, localidade que concentra mais cães potencialmente perigosos do país (450), a GNR recusou-se a aceitar denúncias anónimas. Idêntica resposta do posto de Ponte de Sor, distrito de Portalegre, onde um militar questionou o número da porta onde estava o cão, já que a patrulha não ia «andar na rua para cima e para baixo».
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/caes-animais-cadastro-caes-perigosos-perigo-cao/1042844-4071.html