Mostrando postagens com marcador Cajuru. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cajuru. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de junho de 2012

Cachorro ataca criança de quatro anos no Cajuru



Fábio Alexandre
Cecília contou que tentava separar o bicho da neta.
Uma mulher, de 60 anos, passou por momentos de desespero, no final da tarde de ontem, ao tentar salvar a neta, de 4 anos, do ataque de um pit bull. Kalita Paes de Paula foi levada em estado muito grave ao Hospital Cajuru, com várias escoriações no rosto, falhas no couro cabeludo e uma das orelhas arrancadas pelo animal.
O cão da família foi sacrificado a tiro por policiais militares, única maneira encontrada para salvar a criança. Cecília Rosa Paes, avó da menina, contou que estava na casa de sua filha, na Rua Padre Karol Dworaczek, Jardim Acrópole, no Cajuru, desde cedo.
Foi para lavar as roupas para a filha e, no final da tarde, foi ao quintal recolhê-las. A neta acompanhou a avó e ficou brincando ao redor do varal, até que o cão atacou a criança.

Luta

"Tentei puxar o bicho e ao mesmo tempo gritava por socorro. Mas os vizinhos não podiam entrar, porque o portão estava trancado", contou Cecília. Por sorte, uma viatura das Rondas Ostensivas de Naturezas Especiais (Rone) passava próximo e viu a confusão.
Conseguiram arrombar o portão e diante do animal incontrolável, deram um tiro de alerta, mas o pit bull não soltou a criança e só restou aos policiais atirarem no cão.

O socorristas do Siate disseram que a menina teve uma das orelhas arrancadas pelo bicho, foi ferida no couro cabeludo e teve arranhões no rosto. Apesar do estado grave, Kalita chegou estável ao Hospital Cajuru.
Cecília disse que o pit bull já morava com a família há tempos e nunca atacou ninguém. "Mesmo assim eu não passava perto dele sozinha. Sempre estava com alguém da casa", disse a avó, na porta do pronto-socorro, com as mãos ainda sujas de sangue de tentar acudir a neta.




Essas palavras são muito utilizadas ele era muito mansinho não atacava ninguém e sempre assim para pessoas idiotas que criam verdadeiras bestas criaturas assassinas dentro de casa e no final criança mutiladas pela irresponsabilidade agora e só pegar agora mais um filhote de pitbull e outra de hotweiller
ai da próxima vez mata essa senhora ou os donos de uma vez ai a casa fica vazia e a família toda vira noticia no meu blog....continuem assim pois eu terei mais matérias para postar aqui....OK

domingo, 23 de outubro de 2011

Hospital quer prevenir ataques de cães

Saúde

Domingo, 23/10/2011
Campanha Publicado em 20/06/2011 | Adriano Justino
O Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba, lança hoje uma campanha de prevenção contra ataques de cães, um problema que no ano passado levou ao seu pronto-socorro cerca de 350 pessoas, média de um atendimento por dia. Somente neste ano, foram 129 casos registrados.
A Campanha de Conscien­­tização e Prevenção de Aci­­dentes com Cães quer reduzir esses números através da distribuição gratuita de uma cartilha com dicas de médicos emergencistas, epidemiologistas e veterinários, que ensinam como educar o cão, como identificar sinais de agressividade e como proceder no caso de um ataque e os primeiros socorros.
Segundo Júlio Macedo, médico de pronto-socorro do hospital, a mordida comumente é dada por cães conhecidos, seja da própria vítima, da família ou de amigos e vizinhos. “Há um excesso de confiança: essa história de que não tem perigo porque o cão ‘nunca mordeu ninguém’ é uma atitude bastante perigosa, pois pode acontecer com qualquer um”, diz.
O cão pode atacar quando há um comportamento diferente das pessoas em volta ou quando entra em um grau de irritabilidade. Macedo explica que a questão não é o temperamento de sempre do animal, mas o do momento de contato. “Pela proximidade das férias, a prudência tem de ser ainda maior. Nessa época, as crianças, que naturalmente têm um excesso de confiança, ficam mais tempo com os bichos.”
“As mordidas fatais podem ocorrer no pescoço – as vias aéreas – e principalmente quando há lesões vasculares – quando pega a jugular ou carótida –, e mesmo em extremidades, como punho, antebraço e perna, havendo grande perda de sangue”, explica Macedo.
Serviço:
A cartilha será distribuída de hoje a quarta-feira, das 10 às 15 horas, no Hospital Universitário Cajuru, no Câmpus Curitiba da PUCPR e nas Drogarias Nissei da Rua XV de Novembro, Bacacheri e Portão.