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sexta-feira, 11 de junho de 2021

EUA: Cachorro arranca pálpebra de mulher após ataque



 A esteticista Kelsey Salmon, de 23 anos, precisou ter a sua pálpebra costurada novamente em seu rosto após seu cachorro arrancá-la numa mordida. O caso aconteceu na cidade de Atlanta, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos.

No momento do incidente, Kelsey estava se arrumando para seu aniversário e parou para acariciar seu cachorrinho, que a atacou diretamente no rosto. “Ouvi o cachorro latindo no quarto. O chihuahua entrou correndo e pulou na cama. Eu comecei a acariciá-lo e estava tudo bem. Então, do nada – aconteceu tão rápido que eu não tive tempo de recuar – ele pulou, me mordeu no rosto e quebrou minha pálpebra”, relatou Salmon.

O olho da jovem permaneceu fechado por 10 dias, até que ela pudesse recuperar o movimento na área ocular. “Tenho tanta sorte que ele não agarrou meu olho. Poderia ter sido mil vezes pior”, disse a esteticista.

Salmon também explicou que não sabia se a cirurgia seria bem sucedida, pois os médicos nunca tinham reconstruído uma pálpebra antes. “Eles estavam em território desconhecido. Eles estavam esperançosos, mas as chances estavam contra mim”, afirmou.i

“Essa experiência me fez olhar para os cachorros de maneira diferente. Eu mesmo tenho cães e não penso neles de forma diferente porque sei que eles não me atacariam aleatoriamente. Mas os cachorros de todo mundo, fico hesitante. Os cães são muito imprevisíveis, posso ver isso agora e sou muito cuidadosa com o resultado”, concluiu.

EUA: Cachorro arranca pálpebra de mulher após ataque - ISTOÉ Independente

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Homem ataca cadela por considerá-la racista

Domingo, 25 de abril de 2010

Homem ataca cadela por considerá-la racista

Homem ataca cadela por considerá-la racista
Um homem negro atacou com fúria uma cadela por considerar o animal racista. Andrew Owens, de 58 anos, foi preso sob acusação de crueldade grave e posse de arma. Jenna, atacada com uma faca, perdeu um olho.

Na cadeia, Andrew disse que a cadela, que guarda um depósito de combustíveis em Yonkers (estado de Nova York, EUA), não gosta de "negros, hispânicos e todos os outros que não são brancos". Segundo ele, Jenna, da raça pastor alemão, chegou a mordê-lo em outra ocasião.





FONTE: O Globo


Interessantíssima circunstância que nos faz refletir sobre as políticas de proteção aos animais

terça-feira, 29 de junho de 2010

Cães militares são abandonados por oficiais


Cães militares são abandonados por oficiais nos Estados Unidos

Por Giovanna Chinellato


Os cães da raça pit bull e o exército americano têm uma longa história juntos. Nos pôsters de propaganda para as Primeira e Segunda Guerras, os Estados Unidos foi representado por um American Pit Bull Terrier, com slogans como “Neutro, mas sem medo de nenhum deles” e “Não estamos procurando problemas, mas estamos pronto para eles.”

Pôster com pit bull durante Guerras Mundiais (Imagem: Animal Change)




Sergeant Stubby é um pit bull conhecido como o cão militar mais condecorado que já serviu nos Estados Unidos. Na Primeira Guerra Mundial, ele avisava as tropas de ataques iminentes. Capturou um espião alemão sozinho, sem ajuda.

Hoje, parece que os serviços de Stubby ao seu país foram esquecidos, já que pit bulls viraram alvo de uma nova política e foram tirados das áreas militares.

No começo do ano, o Pentágono aprovou uma política que baniu pit bulls, rottweilers, dobermans e huskies das áreas militares. A Marinha e Força Aérea também seguiram a nova política.

Em outono do ano passado, a Marinha começou um programa de banimento de raças. Em teoria, de acordo com a nova política, alguns desses cães, que já vivem nas bases militares, poderiam continuar ali. Mas na prática, os cães estão sendo abandonados por oficiais locais assim que suas famílias se mudam.

Como quase todas as políticas e leis baseadas em raças, essa aparenta ser uma reação errada aos ataques de cães que tem acontecido em bases militares. Assim como em situações que envolvem civis, os ataques de cães são raros e resultado da irresponsabilidade humana, não de uma raça em particular.

Devido à ineficiência de legislações de controle de reprodução de raças específicas, a American Veterinary Association, o American Kennel Club, a ASPCA, a Humane Society dos Estados Unidos e várias outras organizações se manifestaram contra esses banimentos de raças.

Abandonar animais de família não é bom para a moral da tropas. A administração Obama precisa revisar essa política, para manter famílias unidas e restaurar a posição de honra desses cães, que sempre a fizeram por merecer.

Fonte: ANDA Com informações de
Fonte: ANDA Com informações de Animals Change



Cães militares são abandonados por oficiais nos Estados Unidos

domingo, 13 de junho de 2010

'Não vejo feiúra nele



23/06/08 - 02h41 - Atualizado em 23/06/08 - 13h19


'Não vejo feiúra nele', diz dona do cão mais feio do mundo

Manco, caolho, banguela e sem pêlos, Gus venceu a premiação de 2008.
Adotado há oito anos por mãe e filha, ele gosta de pizza e é tratado como um bebê.
Jeanenne e Janey Teed viajaram oito horas de avião de Tampa (Flórida, EUA) até Petaluma (Califórnia) para participarem do concurso anual que elegeu seu cachorro, o cristado chinês Gus, o cão mais feio do mundo. Ainda surpresa com a vitória - “os concorrentes eram realmente feios” -, Jeanenne, 46, contou ao G1 por telefone que não vê toda essa feiúra em seu bichinho.

“Estamos acostumadas e não vemos essa feiúra nele, que é parte de nossa família. Mas a julgar pela reação das pessoas, posso imaginar que seja realmente feio”, disse Jeanenne, que há oito anos adotou o cão com sua filha, Janey, 16. “Gus estava na garagem de uma pessoa que não gostava de cachorros e fez a coisa certa, nos doando o cão. Quando o vimos, achamos que ele era a coisa mais linda e nos apaixonamos imediatamente”, lembra.

Gus, 9, foi diagnosticado com câncer de pele em dezembro de 2006, e, desde então, passa por tratamentos para combater a doença. O dinheiro do prêmio anunciado na sexta-feira (20) - US$ 1,6 mil, ou cerca de R$ 2,5 mil - será todo investido nas próximas sessões de radioterapia, que devem totalizar US$ 5 mil. “Temos apenas um terço do que vamos gastar, mas Gus vale cada centavo”, disse a dona do campeão.

Por conta da doença, Gus teve de amputar uma perna. Ele também perdeu um olho, mas isso foi por outro motivo: uma briga com um gato, uma de suas atividades favoritas. Já a falta de pêlos é própria de sua raça.

Apesar de banguela - outra característica que contribuiu para a premiação -, o cão continua comendo pizzas e tem, inclusive, uma marca favorita de pizzaria (a Hungry Howie, dos EUA).

Escolha do cão mais feio do mundo chega à reta final

Jeanenne Teed e a filha, Janey, com seu cachorrinho Gus. (Foto: Divulgação)

Bebê

Jeanenne garante que o cão é muito calmo, amigável e raramente late. Seu temperamento é tão bom que a dona disse ter viajado com Gus dentro do avião, como se fosse um bebê, sem que a companhia aérea fosse informada ou percebesse sua presença. “E se ele latisse?”, pergunta a reportagem. “Ele não late. Acho que isso acontece porque satisfazemos todas as suas vontades”, explica.

Na viagem, disse a dona, Gus foi carregado em um suporte próprio para bebês. Para que ninguém o visse, mãe e filha o esconderam usando um cobertor. O cão consegue andar, mas com freqüência é carregado dessa maneira pelas donas, que admitem mimá-lo. “Ás vezes, na rua, as pessoas me abordam achando que estou com um bebê. Quando vêem o Gus, têm geralmente duas reações: ou gritam ou caem na risada”, diverte-se Jeanenne.
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