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terça-feira, 1 de março de 2011

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Ataque de cães gera confusão entre vizinhos em Perdizes


Com insultos e gestos obscenos de lado a lado, uma confusão entre vizinhos no bairro de Perdizes (zona oeste de São Paulo) foi parar na delegacia e rendeu processo na Justiça.
Na semana passada, uma matilha de boxers atacou –e matou– um llasa apso que passeava na coleira com a dona, a assistente do Tribunal de Justiça Sandra Hortal, na rua Dr. Franco da Rocha.
É a quarta agressão nos últimos anos, dizem vizinhos. A dona dos animais, a engenheira Stella Stahl, afirma que eles “não têm índole de briga e são castrados”.
Com medo de ataques, moradores tomam direção oposta à da casa dos boxers ao passear com cachorros. E os de pequeno porte agora vão no braço naquela quadra.
Segundo Hortal, o portão da casa estava aberto porque lavavam a calçada. Ao ver o pequeno llasa apso de 4 kg, os três cães atacaram juntos.
O bicho morreu estrangulado com fraturas no pescoço, no maxilar e de hemorragia decorrente das mordidas. “Só soltaram meu cachorro quando ele estava morto. Tive de ir ao pronto-socorro tomar calmantes”, afirma.
“Foi sem querer, um acidente”, diz Stahl. “Os vizinhos não querem me ouvir, não quiseram nem aceitar meu cartão. A postura deles é de briga, vou ter de me defender na Justiça.”
“O boxer é um cão dócil por natureza, nunca ouvi falar que matam e atacam. São indicados para crianças”, diz Raquel Hama, especialista em comportamento animal.
Fonte: Folha Online

http://www.encontraperdizes.com.br/noticias/ataque-de-caes-gera-confusao-entre-vizinhos-em-perdizes/

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

04/02/2011 - 10h26

Ataque de cães gera confusão entre vizinhos em Perdizes, em SP

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VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO
DE SÃO PAULO
Com insultos e gestos obscenos de lado a lado, uma confusão entre vizinhos em Perdizes (zona oeste de São Paulo) foi parar na delegacia e rendeu processo na Justiça.
Na semana passada, uma matilha de boxers atacou --e matou-- um llasa apso que passeava na coleira com a dona, a assistente do Tribunal de Justiça Sandra Hortal, na rua Dr. Franco da Rocha.
É a quarta agressão nos últimos anos, dizem vizinhos. A dona dos animais, a engenheira Stella Stahl, afirma que eles "não têm índole de briga e são castrados".
Com medo de ataques, moradores tomam direção oposta à da casa dos boxers ao passear com cachorros. E os de pequeno porte agora vão no braço naquela quadra.
Segundo Hortal, o portão da casa estava aberto porque lavavam a calçada. Ao ver o pequeno llasa apso de 4 kg, os três cães atacaram juntos.

Rodrigo Capote/Folhapress
Sandra mostra foto de seu cachorro atacado morto por boxers na região de Perdizes, na zona oeste de SP
Sandra mostra foto de seu cachorro atacado morto por boxers na região de Perdizes, na zona oeste de SP
O bicho morreu estrangulado com fraturas no pescoço, no maxilar e de hemorragia decorrente das mordidas. "Só soltaram meu cachorro quando ele estava morto. Tive de ir ao pronto-socorro tomar calmantes", afirma.
"Foi sem querer, um acidente", diz Stahl. "Os vizinhos não querem me ouvir, não quiseram nem aceitar meu cartão. A postura deles é de briga, vou ter de me defender na Justiça."
"O boxer é um cão dócil por natureza, nunca ouvi falar que matam e atacam. São indicados para crianças", diz Raquel Hama, especialista em comportamento animal.
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 OBS:Pelo geito a cachorrada entrou o ano novo no mesmo estilo...câes e criadores uma dor de cabeça para a sociedade...

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Juiz condena acusado de matar cadela no RS

Quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Juiz condena acusado de matar cadela no RS

Acusado de ser um dos responsáveis pela morte da cadela Preta, em 2005, Alberto Conceição da Cunha Neto, de 23 anos, foi condenado pelo presidente do Juizado Especial Criminal de Pelotas (RS), José Antônio Dias da Costa Moraes. A pena é de um ano de detenção em regime aberto no Presídio Regional de Pelotas. O julgamento aconteceu terça-feira (7).

A defesa terá dez dias, a partir da notificação oficial, para apresentar recurso.

Cunha foi denunciado pelo Ministério Público (MP) como proprietário e motorista do carro que arrastou pelas ruas do Centro de Pelotas, em 9 de março de 2005, a cadela de rua adotada por freqüentadores de um bar. O animal morreu, e o caso ganhou grande repercussão, com passeatas de protesto pedindo punição aos suspeitos, segundo reportagem do "Diário Gaúcho".

Dois outros jovens apontados como participantes no crime entraram em acordo com o MP e cumpriram um ano de trabalhos comunitários em instituições ligadas ao meio ambiente. Cunha foi a julgamento.

Na sentença, o juiz não permite a reversão da detenção em pena alternativa, e estipula ainda o pagamento de uma multa. "Analisadas as provas, concluí que a atuação do réu foi muito mais relevante que a dos outros dois jovens. Por isso decidi pela detenção, por ele ser proprietário e estar dirigindo o carro no momento da morte do animal", argumenta o juiz.

http://www.blogdoisrael.com/2007_08_01_archive.html

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Dono de cão feroz condenado


Dono de cão feroz condenado por ataque a criança

A 2ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça manteve sentença da 1ª Vara Cível da Comarca de Balneário Camboriú, que fixou em R$ 157,6 mil o valor da indenização por danos materiais, morais e estéticos em benefício de mãe e filho atacados por um cão Pit Bull de propriedade de Pedro Norberto Ludwig.

O fato ocorreu em 2004, quando a criança tinha apenas seis anos. Ela sofreu lesões graves na cabeça, pescoço, braços e nádegas, ao ser atacada pelo animal que havia escapado do quintal de seu dono.

Pedro apelou e alegou nulidade da sentença por cerceamento de defesa, uma vez que houve julgamento antecipado, com o impedimento de produção de provas. Questionou o valor da indenização e afirmou que a criança se recuperou e leva hoje uma vida normal.

Apontou, ainda, ter havido falha mecânica imprevisível na abertura do portão que resultou na saída do cão e que ele estava sendo adestrado e era dócil com os moradores da casa.

Em seu voto, o relator, desembargador Luiz Carlos Freyesleben, entendeu que o retorno à vida normal do menor não é motivo para alterar o julgamento, bem como não influencia no cálculo dos danos morais, por não apagar da memória da criança e da mãe o "fatídico ataque do animal".

Acrescentou, ainda, que eventual pane no portão não reduz a responsabilidade do dono do cão. "Era seu dever fazer a manutenção preventiva do portão eletrônico e redobrar a segurança quando se cria um animal com comportamento agressivo em relação a estranhos", esclareceu o magistrado.

Freyesleben destacou que ao não ter agido com as cautelas próprias de quem é dono de cachorro de tamanha ferocidade, Pedro deve responder pelos danos causados, à vista dos requisitos da responsabilidade civil. A decisão foi unânime.

(Apelação Cível n.º 2007.016865-7)

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COMO DISSE noutro post, direito tem que ser buscado. Não cai do céu. Tem que acabar de vez essa mania de criar cão feroz. Primeiro, porque cão feroz é um risco enorme. Segundo, porque cão feroz, para ladrão, é inútil, se o ladrão quiser mesmo assaltar.


Lá do Rio Pequeno
Tô contigo balneocamboriuense. Já sentí arrepio pela coluna inteira, até os meus cabelos ficaram eriçados com a presença destes monstros domesticados.
balneocamboriuense
Justa a multa, esse povo que tem esses cães ferozes, e que na grande maioria são irresponsáveis, tem que sentir na pele, na minha rua existem pelo menos umas 5 casas com estes cães, muitas das vezes os portões entreabertos, te fazem arrepiar a coluna inteira; também os encontramos no centro da cidade, a maior parte deles sem fuchinheira, os bad boys "se acham", carregando, ou sendo carregados, rsrs, por esses animais.

http://abcnoticias.com.br/vcquemfaz/noticia.php?id=6009