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domingo, 6 de janeiro de 2013

Mordida por cachorro na rua

Domingo, 30 de setembro de 2012

Olha que absurdo. Aconteceu em pleno centro da cidade e nós achamos que cachorro só tem dentes nos bairros, mas não. Eu estava em um estabelecimento comercial e apareceu uma senhora de boa fala, dizendo que havia sido mordida por um cachorro em plena rua 13 de maio em Pontal-SP., na parte central e que ela agora precisaria ficar correndo para baixo e para cima, fazendo curativos pois o cachorro furou sua pele com as dentadas, precisou fazer a  identificação do animal, etc., para que a vigilância sanitária monitore o animal e realmente chateada exclamou: - "Esta cidade tapa os olhos para ciclistas na contra mão e cachorros na rua" - desabafou a pobre coitada. Existe uma lei federal que rege o seguinte:

Art. 1º Fica estabelecido a obrigatoriedade do uso da focinheira, da guia e da coleira para todos os cães das raças consideradas violentas ou peso superior a vinte quilos, quando estiverem em seus passeios pelos parques, praças e vias públicas da cidade.

Art. 2º O uso da focinheira, da guia e da coleira é obrigatório para as raças de cães fila, rottweiler, doberman, pitbull, pastor alemão, mastin-napolitano, bull terrier e american stafforshire.

Art. 3º Ficará sob a responsabilidade da Secretaria Municipal do Meio Ambiente estabelecer as diretrizes básicas para viabilizar a orientação e fiscalização do referido projeto, cuja abrangência deverá ser total à clientela a que se destina.

Art. 4º Caberá ao Poder Executivo Municipal efetuar multas em torno de 500 Ufirs, normatizar e tomar demais medidas relativas ao cumprimento desta lei.

Art. 5º São excluídos do uso da focinheira os cães utilizados pela Polícia Militar no exercício da função e cães guias de deficientes visuais.

Art. 6º Os animais de pequeno porte poderão circular sem focinheira mas terão de usar guia e coleira.

Art. 7º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 8º Fica revogada a Lei 3.777/98.

Veja na fonte de referencia os diferentes tipos de focinheira e como utiliza-las.
Fonte(s):
http://www.webanimal.com.br/cao/index2.a…
Só resta ser cumprida, leis nós temos, mas cumpri-las é problema, fala sério!!!







domingo, 23 de dezembro de 2012

Menino é atacado por cão

29/03/2011 | 08h34

Ao chegar em casa em Joinville...

Garoto permanece internado na UTI; Rottweiler acabou morto por policiais

Menino é atacado por cão ao chegar em casa em Joinville Rogerio da Silva/
Soltando-se da correia, cão atacou menino de dez anos Foto: Rogerio da Silva
Karina Schovepper
A volta do colégio, rotina diária na vida de qualquer criança, teve desfecho dramático para um garoto de dez anos. Ele foi atacado por um cão da raça rottweiler no início da tarde de desta segunda, no bairro Jardim Paraíso, zona Norte da cidade. O menino foi levado ao Hospital Materno-infantil Dr. Jeser Amarante Faria e submetido a uma cirurgia na cabeça, onde estão concentrados os ferimentos.

Segundo o médico responsável pelo caso, ele chegou ao hospital com trauma de crânio, além de lesões na orelha e face. O menino estava estável na noite de segunda, internado na UTI, em observação.

O ataque ocorreu no pátio da casa onde o garoto mora com os pais e mais três irmãos. Após conseguir se soltar da coleira e das duas correntes que o mantinham preso, o cachorro correu em direção ao menino e o arrastou do quintal até a porta de casa.

— A sorte foi que o moço que faz a leitura da água estava por ali e socorreu o meu filho —, conta a mãe, que foi chamada às pressas no local de trabalho.

— Ele (o animal) era tranquilo, nunca deu nenhum problema. Não sei como isso aconteceu —, afirma.

O animal foi adotado pela família há cerca de quatro meses.

— Ele era de um médico que morava no prédio onde a minha irmã trabalhava. Tivemos outros cachorros desse porte e nunca tivemos problemas com as crianças —, argumenta a mulher.

Os três irmãos do garoto – duas garotas de 17 e 15 anos e um menino de seis – estavam em casa no momento da agressão.

— Eu estava lá dentro (de casa). Quando vi o que estava acontecendo, só deu tempo de trancar meus irmãos no banheiro e chamar a polícia —, lembra a irmã mais velha.

A Polícia Militar chegou à casa ainda no momento do ataque. O cão acabou morto por policiais e enterrado nos fundos da residência.

— O pai pediu para que o animal fosse sacrificado —, relata o policial, que não deu mais informações sobre o sacrifício do animal.

Ainda segundo a mãe do garoto ferido, crianças do bairro costumavam jogar pedras no animal.

— O cão nunca incomodou ninguém, não tinha motivo para fazerem isso.

“Preso, o animal pode ficar agressivo”

O adestrador Alex Bassan, de Joinville, explica quais cuidados devem ser tomados para se ter um rottweiler em casa com segurança. Ele e a mulher têm um cachorro da raça como bicho de estimação.

A Notícia – O rottweiler é um cachorro agressivo?
Alex Bassan – Não, pelo contrário. Um rottweiler com boa educação e socialização não trará problema nenhum. Contudo, será um cão que quando provocado, tiver seu dono ameaçado ou o seu território invadido, saberá se impôr, pois é territorialista.

AN – É um animal que se pode ter em casa, mesmo com crianças?
Bassan – Sim. Não há problema nenhum. Mas o que deve ficar claro é que o comportamento não depende dele, mas sim de cada um. As crianças devem ser orientadas e supervisionadas enquanto estiverem na presença do cachorro, justamente por ser um animal brincalhão.

E devido ao seu porte pode acabar machucando uma criança quando estiver brincando, porque o animal não tem essa noção. Mas tomando as medidas necessárias, não há com o que se preocupar.

AN – O cão rottweiler pode ser criado preso?
Bassan – De maneira alguma. E não só o rottweiler, como qualquer outra raça de cachorro.

AN – O que pode causar a agressividade do animal?
Bassan – Justamente deixá-lo preso. O animal fica neurótico e pode ficar agressivo. Ainda mais um rottweiler, que antigamente era usado para pastorear o gado e cuidar dos touros. É um animal com um porte que necessita de espaço para correr e se exercitar.

Ficar trancado pode deixá-lo estressado, o que pode causar o ataque à primeira pessoa que ele ver, indiferente de ser o dono ou não. Não podemos rotulá-lo de agressivo, é somente um cão que necessita de cuidados.





Comentar esta matéria Comentários (4)

PATRICIA DE OLIVEIRA
Concordo com você Julia, infelizmente são sacrificados de forma brutal! E quero parabenizar a entrevista com o veterinário, realmente o animal que vive preso fica agressivo... NENHUM ANIMAL MERECE VIVER ACORRENTADO!! Alguém gostaria de viver acorrentado? Me desculpe, mas a culpa desses acontecimentos é de quem mantem o animal preso e não do próprio animal...Melhoras para o menino, fè em Deus que se recupere logo!
29/03/2011 | 18h53 Denunciar
Claudiomiro
É tu escreves isto porque não é teu filho que foi atacado, primeiro pensamos em preservar a vida humana, principalmente uma criança, depois se fala em animais. Como que se faz um comentário defendendo o cachorro sem mencionar o trauma e sofrimento que está passando a criança. Tem que ficar bem definido, cada um na sua esfera, homem e animal.
29/03/2011 | 16h47 Denunciar
Sheila
Pobre cão! Qualquer animal, humano ou não, ficaria agressivo se fosse privado de liberdade. A maioria das pesoas que tem cães não sabe lidar com eles. E quando acontece algo assim, culpam o único que não tem culpa. Antes de se ter um animal deve-se aprender a lidar com ele e entender as suas necessidades. Lamento que a ignorância humana mais uma vez tenha causado a morte de um inocente! Lamento pelo garoto que pagou pela irresponsabilidade dos adultos!
29/03/2011 | 15h40 Denunciar
Julia
É lamentável o ocorrido!Infelizmente as pessoas não sabem lidar com animais desse porte, não são instruídas e quem acaba pagando? O próprio animal.Com certeza ele foi sacrificado de maneira brutal pela policia, porque infelizmente aqui não temos um centro de zoonoses pra fazer da forma correta.O governo deveria investir em campanha de conscientização e proteção aos animais.Deixar preso em corrente é um crime, está amparado por lei,mas quem sabe disso né?Vamos rezar pela recuperaração do menino!
29/03/2011 | 12h00 Denunciar

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Aposentado é ferido em ataque de cão

Segunda, 23 de Julho de 2012 - 21h33 ( Atualizado em 23/07/2012 - 21h41 )

Rottweiler em Sertãozinho

Homem de 71 anos teve a mão e o braço mordidos; cão da raça cocker também foi ferido

Depois do ataque: o rottweiler na garagem de casa, em Sertãozinho 
Depois do ataque: o rottweiler na garagem de casa, em Sertãozinho
O aposentado Hermano Homem de Mello Silva, 71 anos, teve a mão e o braço direitos feridos por um cão da raça rottweiler, na manhã desta segunda-feira (23) no bairro Alto do Ginásio, em Sertãozinho.
O ataque aconteceu quando Silva passeava com seu cão da raça cocker, na rua onde mora. Segundo o boletim de ocorrência, o rottweiler escapou da casa da vizinha de Silva, quando a filha dela abriu o portão para tirar o carro da garagem.
A vítima foi levada ao Hospital Netto Campello de Sertãozinho e teve que ser transferida para o Hospital das Clínicas de Ribeirão. O aposentado recebeu seis pontos na mão, tomou vacina antirrábica e foi liberado.
No ataque, o cão de Silva também foi mordido pelo rottweiler. O animal foi ferido no abdome e foi internado numa clínica veterinária. Já o rottweiler deverá ficar em observação por dez dias para se constatar possíveis sinais de raiva animal.
Na terça-feira, o filho do aposentado se mostrou revoltado com o caso. "É um absurdo não apreenderem o cachorro. Meu pai tomou várias mordidas, o antebraço dele estava dilacerado. Isto revolta", afirmou Fernando Carmelo Silva. O caso foi registrado pela polícia como lesão corporal culposa. A proprietária do rottweiler não quis comentar o caso.

 Fonte:




sábado, 2 de junho de 2012

Outro cão assassino


E mais uma vitima inocente...
16 de fevereiro de 2012 
 
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Pelo que conversei ontem com mais de uma dezena de pessoas, o Rio Grande do Sul acordou assombrado com o cão, cruza de pitbull com rottweiler, que matou um menino de cinco anos com uma dentada na nuca.
Uma fera dessas não podia estar amarrada numa cordinha de náilon, como estava. Tinha de estar numa jaula. E ainda assim era uma fera perigosa.
Já escrevi mais de 70 vezes sobre os assassinatos que os pitbulls e os rottweilers cometeram contra crianças e idosos no RS nos últimos anos.

 Tornei-me até quase um jornalista especializado nesses ataques. São testemunhas os meus leitores. Eu só não tinha visto uma fera dessas com mistura das duas raças assassinas no sangue, como foi o caso desse cão assassino de Capão da Canoa anteontem. Eu juro que queria ter assistido ao congresso carnal entre a cadela pitbull e o cão rottweiler que afinal redundou no animal sanguinário de Capão da Canoa: um ato sexual entre essas duas raças homicidas é muito delicado, qualquer mordidinha carinhosa poderá vir a ser fatal.
Disse a reportagem que o cão abocanhou a nuca do menino e não queria soltar as mandíbulas. Intervieram várias pessoas e nada de o cão soltar os dentes afiados da nuca do menino. Foi necessário que alguém fosse buscar um espeto e fizesse uma alavanca entre o porrete e a cabeça do menino para a fera afinal ceder e oferecer aos socorristas o cadáver da criança. Uma tragédia. Eu não sei como se permite que convivam com pessoas humanas essas duas raças amaldiçoadas. Não consigo entender como passam os anos e rolam as vítimas. E ninguém faz nada. Ninguém esteriliza essas duas raças. Um pesadelo em forma de holocausto.
Diz a notícia que o cachorro implacável foi sacrificado logo em seguida ao ataque, com permissão do seu dono. Tinha de ter sido sacrificado antes de matar o menino. Um cão desses não pode existir, vou mais longe: não pode nascer.
Alguns tolos diziam ontem que o cão matou o menino por estar amarrado. Outros ingênuos falavam que o menino foi atacado e morto pelo cão por não morar na casa onde se deu a morte. Tudo especulação infundada. Centenas dessas feras assassinas mataram crianças com quem conviviam, que lhes davam alimentos na boca. E outras centenas foram mortas com esses cães soltos, sem estarem amarrados. Já expliquei que é do gene ancestral desses cães matar. Pode passar algum tempo, mas, chega um dia, eles matam. Mas já não está suficientemente provado isso?
No Cemitério de Farroupilha, vi, durante o velório de Theodósio Bartelle, semanas atrás, à entrada da Capela A, um pensamento magistral do grande William Shakespeare: “O tempo é muito lento para os que esperam. O tempo é muito rápido para os que têm medo e muito longo para os que lamentam. E é muito curto o tempo para os que festejam. Mas para os que amam o tempo é eterno”. Fantástico!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Rottweiler ataca e mata menina de nove anos no DF

Dois homens conseguiram apartar o animal com pauladas


CÃO DA FAMÍLIA Criança é ataca por cão da família
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16/06/2009 - 11h:49
Uma menina de nove anos foi atacada pelo cão da família, da raça rottweiler, na noite desta segunda-feira (15) em um condomínio  em Brasília. Ela morreu na hora. Segundo a família, Luiza Aires foi atacada pelo cachorro durante dois minutos.
Testemunhas afirmaram que ela levou mordidas no pescoço, no rosto e na cabeça. Dois homens conseguiram apartar o animal com pauladas, mas já era tarde demais.
Manoel Aires, tio de Luiza, conta que o animal convivia com as crianças há oito anos e tinha um bom comportamento com a família. “Era um cachorro que convivia dentro de casa, não era só dentro do quintal. Eles brincavam, pegavam no cachorro, nas orelhas, davam comida. Era uma coisa linda, como se fosse uma criança”, diz o tio da menina, Manoel Aires.
A tragédia aconteceu em uma casa no Condomínio Ouro Vermelho, próximo ao Jardim Botânico de Brasília. Luiza Aires chegava em casa com a mãe e o irmão quando o cão avançou sobre a menina. Seguranças do condomínio ainda tentaram socorrer. “Em menos de 30 segundos, eu e outro segurança chegamos ao local. Encontramos o cachorro segurando a garota. Com o cassetete, ele deu uma paulada no cachorro, foi quando ele soltou a menina”, conta o segurança Ademilson Oliveira.
A polícia concluiu a perícia durante a noite. Os pais da menina vão ser chamados para depor nesta quarta-feira (17), na delegacia de São Sebastião.
Fonte: g1

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Legislar por Legislar...

Domingo, 8 de Março de 2009

Os lamentáveis casos de ataques de cães a outras pessoas e mesmo a outros animais, causadores de ofensas graves à sua integridade física ou mesmo a sua morte, devem ter um fim ou no limite serem casos de extrema raridade.

A solução para este drama, que afecta toda a sociedade civil, passa por uma legislação adequada para a posse de animais de companhia na sua globalidade. Um cão perigoso não é apenas aquele que evidencia agressividade directa para terceiros, mas também aquele que por falta de controlo do seu dono pode indirectamente causar danos a terceiros.

No entanto, em relação a raças cujas características possam se enquadrar em funções de defesa pessoal ou serviço similar, estas deveriam ser obrigadas a legislação específica.

Legislar por legislar é perfeitamente inócuo e apenas causa revolta nos visados. Estes últimos são os admiradores e os verdadeiros responsáveis detentores de cães de companhia, assim como as vitimas, algumas vezes mortais, da ignorância e maldade, daqueles que usam animais como meras armas pessoais sempre prontas a disparar.

Os seguros de responsabilidade civil obrigatórios são perfeitamente legítimos e adequados, mas por si só não resolvem nada. Trelas curtas e cães açaimados, embora numa primeira análise possam inspirar mais segurança, escondem por certo, o verdadeiro problema de toda esta questão: Falta de Educação, Sociabilização e Treino.

O que acontecerá se a trela se soltar? O que acontecera se o açaime não for adequado? Servirá de consolo ter um seguro para indemnizar a vítima e a prepotência de mandar abater mais um cão.

As vítimas são sempre as pessoas inocentes e os cães, que de forma igualmente inocente, se vêem nas mãos de donos verdadeiramente perigosos.


                            

A legislação deve-se preocupar não apenas com as medidas de contenção dos animais mas com o controlo efectivo sobre os mesmos. É fundamental que cada vez mais as pessoas sejam confrontadas com os seus deveres e obrigações quando pensam em ter um cão de companhia. Um deles, será por certo, a obrigatoriedade de sociabilizar e treinar o seu cão, expondo-o posteriormente a exames que comprovem a sua aptidão para estar em sociedade, quer através da sua interacção com pessoas e outros animais, quer através do controlo por parte do seu dono.

Os donos podem ter aptidões físicas, podem estar isentos de qualquer registo criminal, contudo, a sua inexperiência em ter um cão, a falta de informação sobre os seus deveres e obrigações (lamentavelmente não adequados) tornam o detentor do cão, desde do primeiro dia, um dono potencialmente perigoso. O problema volta a acontecer. Será sempre uma questão de tempo e oportunidade.

Quando a legislação impede que a criação das raças, erradamente consideradas potencialmente perigosas, não seja divulgada, está a contribuir directamente para a clandestinidade da criação.

A criação e a detenção das raças elegidas, erradamente como potencialmente perigosas, devem estar a céu aberto e perfeitamente identificadas. Quem fizer o contrario é que deve ser punido. Quem não deve não teme.

Se na realidade a legislação incidisse e fiscalizasse os deveres e obrigações, dos detentores, no caso, de cães de companhia, a comercialização de cães diminuía drasticamente já que, os fundamentalistas dos cães, aqueles que os confundem com pessoas e aqueles que os usam com fins ilícitos, teriam os dias contados.

Se legislar por legislar não nos leva a lado nenhum, também é verdade que ter um cão só por ter, esquecendo as obrigações, bem como o respeito e a liberdade por terceiros, apenas se irá contribuir para a proibição do Rottweiler em Portugal.

Seria a proibição do Rottweiler em Portugal uma medida extrema e ignorante? Estou certo que seria. No entanto, não menos ignorante e triste, é estar nas mãos daqueles que dizem gostar da raça, continuarem a usá-la a seu belo prazer desrespeitando tudo e todos. Inclusive a própria raça Rottweiler.


Fonte:
http://amigodorottweiler.blogs.sapo.pt/

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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Cães na mira da lei



Sociedade

Projeto paulista reabre o debate sobre o perigo de cães como pit bull, rottweiler e mastim.
Você concorda com a proibição de venda de cães de raças consideradas perigosas, como pit bull e mastim napolitano?

Pit bulls, rottweilers e mastins napolitanos podem se tornar animais em extinção em São Paulo. A Assembléia Legislativa do Estado aprovou um projeto de lei que proíbe a importação, a reprodução e a venda de cães dessas raças e veta sua circulação pelas ruas sem o uso de guia de segurança e identificação. 'Não é mais possível ver tanta gente sendo vitimada por esse tipo de animal', resume o deputado Gilberto Nascimento (PSB), autor do projeto, que ainda precisa ser sancionado pelo governo. Obviamente a proposta desagradou aos criadores. 'É uma medida demagógica. O que se deveria discutir é a responsabilidade civil e criminal do proprietário em relação aos atos do cão', afirma Gilberto Maturano, presidente da Associação Paulista de Rottweiler (Apro).

No centro da polêmica está o debate sobre a capacidade de socialização desses animais, em especial o pit bull. Criadores e veterinários garantem que se trata de um cachorro como qualquer outro, porém a própria origem da raça dá margem a dúvidas. Ela foi desenvolvida por meio do cruzamento entre cães agressivos, no século XIX, para brigar com touros. 'O pit bull é dócil, porém extremamente forte, e por isso pode ser aproveitado em rinha quando é treinado', diz o veterinário Mário Ferrazzoli. 'O problema é que há muita gente má, que só treina o cachorro para brigar, e outro tanto de despreparados, que não sabem criar o animal', diz Renata Bitencourt, presidente do Pit Bull Clube do Brasil. As explicações variam, mas o problema é um só: cães agressivos mordem, incomodam e até matam. Por que expor o cidadão a esse risco?

LEGISLAÇÃO
O que diz o projeto aprovado pela Assembléia
Edu Lopes/ÉPOCA

Comercialização
Ficam proibidas a importação e a venda de pit bull (foto), rottweiler e mastim napolitano

Registro
Na Secretaria da Saúde, dentro de 90 dias

Castração
Precisa ser providenciada em até 180 dias

Multa
De R$ 1.500, podendo dobrar em caso de reincidência

Projetos semelhantes já foram aprovados em diversos municípios do interior paulista e nos Estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. As contestações judiciais e a fiscalização inexistente, porém, tornaram seu efeito nulo. 'O problema real é de falta de aplicação do que já está previsto na lei', diz Luiz Flávio Gomes, especialista em Direito Criminal. 'Em casos de ataque ou morte causada por animais, o Código Penal prevê pena de prisão para os proprietários.' É o que ocorre nos Estados Unidos. Há dois meses Marjorie Knoller foi condenada a quatro anos de prisão por homicídio culposo pela morte de sua vizinha, Diane Whipple, atacada por seus cachorros. É a terceira sentença semelhante nos EUA. No Brasil, a Justiça ainda é tímida. Um dos poucos exemplos positivos foi o das aposentadas Delma e Divanita de Carvalho, de São Paulo, que em 1999 ganharam IOL Diário - Menino mordeu pitbull que o atacouR$ 5 mil por danos morais da dona de três rottweilers que as atacaram e feriram, além de quase matar seu cachorrinho de estimação. Bom exemplo.
Foto
CONDENADA
Os cães de Marjorie atacaram e mataram a vizinha.

Um menino de 11 anos mordeu um cão, de raça pitbull, depois de ser atacado pelo animal, em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte, no Brasil, refere o Estadão, no seu site.

De acordo com informações do corpo de bombeiros, a criança brincava no quintal da casa do tio quando o cão que estava preso a uma corrente avançou e mordeu o menino no braço.

De acordo com o depoimento da criança, no momento em que estava a ser atacado devolveu a mordida e apertou o pescoço do cão. A dentada foi tão forte que o dente do menino acabou por partir e ficar preso no animal, explicaram os bombeiros.

Testemunhas conseguiram separar o cão do menino que foi levado para o hospital de imediato. Depois de receber sete pontos no braço e de ser medicado foi autorizado a ir para casa. O cão também teve que ser assistido e foi encaminhado para o veterinário onde ficou em observação.

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sábado, 19 de junho de 2010

Vítimas de cão 'rottweiler'

Vítimas de cão 'rottweiler' exigem respostas do canil

20 Julho 2007
A família de Ronfe cuja menina de nove anos e o pai foram vítimas, terça-feira, do ataque de um cão de raça rottweiler vai exigir responsabilidades ao canil municipal de Guimarães, dado que o animal tinha sido entregue para adopção pelo canil. O cão está actualmente em quarentena, por um período de quinze dias, e pode ser abatido. O DN contactou a veterinária municipal, Guida Maria, mas a responsável recusou prestar quaisquer esclarecimentos.

Olívia Fernandes, mãe da menina mordida pelo cão, garante que vai exigir responsabilidades ao dono e ao canil. "Já temos um advogado a aconselhar-nos. A queixa-crime será formalizada amanhã [hoje] porque agora já temos várias testemunhas do ataque", explicou.

O dono do rottweiler terá dito à GNR que não possuía os documentos relativos ao cão, porque o canil municipal ainda não os tinha entregue. O cão, definido por lei como potencialmente perigoso, pode estar ilegal. "Vou até às últimas consequências. O canil deve explicar como foi entregue aquele cão", disse Olívia Fernandes. A lei diz também que estes cães não podem andar sem trela e os donos têm de possuir uma licença específica emitida pela junta de freguesia.

Vítimas de cão 'rottweiler' exigem respostas do canil - Especiais - DN