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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Policial atira em um cão e tem pena suavizada

Publicado em 9/09/2010
Teve fim o julgamento do policial militar Wellington Sena Mariano, da Bahia, acusado de balear intencionalmente o cão Branco, em outubro de 2008. Em audiência no Fórum Criminal Carlos Souto, Mariano acatou a proposta do Ministério Público em pagar R$ 1.680 durante dois anos por dano ambiental, além de sete horas semanais de serviço comunitário em benefício de uma entidade privada com destinação social. O acordo faz parte de uma resposta penal alternativa, que evita um julgamento ou condenação.
No caso, o cão tentava defender o dono, o morador de rua Cristiano Lisboa dos Santos, que dormia em frente à Câmara Municipal de Salvador, quando foi baleado pelo policial. O crime revoltou moradores e trabalhadores da região, médicos veterinários e autoridades que atuam para a proteção de animais.
Uma testemunha que dormia próximo à Casa Legislativa acordou com os chutes do PM, que fazia a segurança do prédio da Câmara Municipal. Segundo ele, ao perceber as agressões, o cão começou a latir até que o soldado sacou o revólver e atirou no animal. A bala disparada pelo soldado atravessou o pescoço e atingiu o tórax, onde ficou alojada. Ele foi socorrido pela comerciante Priscila Cerqueira, de 24 anos, que o levou no próprio carro para a clínica veterinária Planeta Animal, no bairro da Barra, onde foi submetido a uma cirurgia para a retirada do projétil.

Estou apresentando a você esta história para que entenda que atualmente a Justiça brasileira tem levado este tipo de situação na brincadeira. A pena atual para crimes ambientais é de três meses a um ano de prisão, além de multa! E o que aconteceu??? Vai dar um trocado para o governo e ainda fazer passeios semanais num projeto social.
Credo! É uma pena nos depararmos com esse tipo de coisa!

http://www.portalmotivacional.com.br/policial-atira-em-um-cao-e-tem-pena-suavizada.html
 

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Juiz condena acusado de matar cadela no RS

Quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Juiz condena acusado de matar cadela no RS

Acusado de ser um dos responsáveis pela morte da cadela Preta, em 2005, Alberto Conceição da Cunha Neto, de 23 anos, foi condenado pelo presidente do Juizado Especial Criminal de Pelotas (RS), José Antônio Dias da Costa Moraes. A pena é de um ano de detenção em regime aberto no Presídio Regional de Pelotas. O julgamento aconteceu terça-feira (7).

A defesa terá dez dias, a partir da notificação oficial, para apresentar recurso.

Cunha foi denunciado pelo Ministério Público (MP) como proprietário e motorista do carro que arrastou pelas ruas do Centro de Pelotas, em 9 de março de 2005, a cadela de rua adotada por freqüentadores de um bar. O animal morreu, e o caso ganhou grande repercussão, com passeatas de protesto pedindo punição aos suspeitos, segundo reportagem do "Diário Gaúcho".

Dois outros jovens apontados como participantes no crime entraram em acordo com o MP e cumpriram um ano de trabalhos comunitários em instituições ligadas ao meio ambiente. Cunha foi a julgamento.

Na sentença, o juiz não permite a reversão da detenção em pena alternativa, e estipula ainda o pagamento de uma multa. "Analisadas as provas, concluí que a atuação do réu foi muito mais relevante que a dos outros dois jovens. Por isso decidi pela detenção, por ele ser proprietário e estar dirigindo o carro no momento da morte do animal", argumenta o juiz.

http://www.blogdoisrael.com/2007_08_01_archive.html