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terça-feira, 1 de março de 2011

falta de caixas receptoras dificulta a entrega.....


A falta de caixas receptoras e o risco de ataques de cães são os principais percalços enfrentados pelos carteiros em Santa Rosa. Em muitos casos quando não existe um local seguro para a entrega, as correspondências ficam a disposição dos destinatários junto a agência central na avenida Rio Branco. Basta uma observação mais atenta para constatar que um número expressivo de residências, principalmente nos bairros, não tem caixa receptora, embora a empresa de Correios já tenha realizado campanhas visando conscientizar da importância das mesmas e tentar mudar este quadro.
Segundo os servidores do CDD – Centro de Distribuição Domiciliar, que funciona na rua Caxias, a instalação de uma caixa receptora facilita o trabalho do carteiro, que tem como missão entregar a correspondência em perfeitas condições e com segurança. Diariamente cerca de 10.000 volumes entre cartas e objetos são entregues no município por uma equipe de 16 carteiros, apoiados por 6 motos e 3 viaturas, concentradas nos malotes e sedex.
Em Santa Rosa não existe lei que obrigue o proprietário do imóvel a instalar caixas receptoras de correspondências. Tal exigência ocorre em alguns municípios do Estado, onde a prefeitura cobra a instalação embora não definindo uma padronização de modelos. Em um material distribuído pelos Correios é sugerido como padrão ideal a caixa com as seguintes medidas: espaço interno de 16 cm de altura por 27 cm de largura e 36 cm de profundidade. A abertura para entrada de correspondências deve ter 25 cm de largura e 2 cm de altura, não tendo partes cortantes ou rebarbas que possam causar ferimentos. A caixa deve estar instalada em uma altura que pode variar de 1,20m a 1,60m do piso.
Outra orientação é com relação aos cães, solicitando a instalação de placas de advertência sobre a presença do animal e a manutenção de portões chaveados em caso do cão ficar solto. Estas medidas eliminam as principais situações de risco que dificultam as atividades dos carteiros na hora da entrega. 
http://www.jornalnoroeste.com.br/index.php?pgID=5110

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Carteiro carioca teve orelha arrancada


Carteiro carioca teve orelha arrancada por um cão feroz
Profissional ganha indenização da prefeitura e do dono do animal agressor

Rio – Um carteiro atacado por um cachorro quando entregava uma carta em uma casa do bairro carioca da Barra da Tijuca acaba de ganhar na Justiça uma ação e, diferente dos outros casos idênticos, acabou tendo um final feliz. A sentença foi anunciada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio que condenou a prefeitura carioca a indenizar o profissional em R$ 30 mil já que mordido por um pit bull, ele sofreu várias lesões no corpo e perdeu a orelha direita. Foi o que constatou o laudo médico do Hospital Municipal Lourenço Jorge, naquele bairro, para onde o carteiro, que não teve sua identidade revelada, foi levado e atendido após o ataque do animal.


De acordo com a sentença judicial, os médicos da unidade jogaram a orelha do carteiro no lixo e por isso não houve chance de tentar um reimplante, o que favoreceu a sentença. O acidente aconteceu em 2006, mas a decisão só foi proferida pelo tribunal fluminense na sessão da última segunda-feira, e pode servir de jurisprudência para outros casos de carteiros agredidos. O dono do animal alegou que o acidente foi um fato imprevisível, mas ele também acabou condenado a pagar o tratamento de reparo estético e psicológico do carteiro, além de se responsabilizar pela troca da prótese de orelha da vítima. A Procuradoria-Geral do Município já recorreu da decisão.

style="margin-top: 10px;">Carteiro carioca teve orelha arrancada por um cão feroz
http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2010-06-30/nacional/4722/CARTEIRO-CARIOCA-TEVE-ORELHA-ARRANCADA-POR-UM-C%C3%83%C6%92O-FEROZ.pnhtml