sábado, 30 de janeiro de 2016

Cão feroz mata a própria dona em Belém


Família diz que tentou doar cachorro que matou idosa na Terra-Firme
Fatalidade foi registrada na manhã desta quarta-feira, 20. Cachorro deve ser recolhido para o Centro de Controle do Zoonoses.
20/01/2016 14h52 - Atualizado em 20/01/2016 17h16
Do G1 PA
O cachorro que matou a idosa na manhã desta quarta-feira (20), deve ser recolhido pelo Centro de Controle do Zoonoses. A Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) explica que a família deve procurar a Delegacia de Meio Ambiente (Dema) e justificar ao órgão porque não quer mais a posse do animal. Em seguida, a Dema solicitará ao Zoonoses, o resgate do animal.
Na passagem Liberdade, no bairro da Terra-Firme, em Belém, os vizinhos lamentam a morte de Iraci Andrade da Rocha, de 69 anos, atacada e morta pelo próprio cachorro. O pedreiro Paulo Sérgio Souza é um dos que lamenta o caso. “Coisa triste, né? O cara criar um bicho pra depois matar a própria pessoa”.
Segundo testemunhas, por volta das 6h desta quarta-feira (20). a idosa se preparava para dar comida ao cachorro como fazia todos os dias quando foi atacada pelo animal. Depois de alguns minutos, os próprios familiares socorreram a vítima, mas ela já foi encontrada sem vida.

A dona de casa Antônia das Graças também lamenta a situação. “O marido dela saiu, aí ela foi dar comida pro cachorro. Foi isso que eu soube, né? Em um caso desses, a gente fica muito triste. Se uma pessoa está em um leito, tudo bem. Mas a pessoa com vida, vai morrer por um cachorro. O seu próprio cachorro", diz.
Depois de quase quatro horas, o corpo da idosa morta foi removido. (Foto: Reprodução/TV Liberal)Depois de quase quatro horas, o corpo da idosa
morta foi removido. (Foto: Reprodução/TV Liberal)
Investigações
Policiais da Seccional da Terra-Firme estiveram no local e tiveram que isolar a área. Em um vídeo feito com a câmera de um celular é possível ver o quintal onde a idosa foi atacada e a movimentação de policiais civis. Os peritos do Instituto Médico Legal (IML) chegaram ao local por volta das 9h e somente depois de quase quatro horas, o corpo foi removido.
Ataques do cachorro
Segundo parentes da vítima e vizinhos, essa era a segunda vez que o animal atacava uma pessoa da família. Nilton Santos, sobrinho da vítima relata uma situação. “Banhando o cachorro, ele atacou o meu irmão. Mas assim, mordeu na mão e logo que ele percebeu o que tinha feito, ele se afastou. Não foi preciso ninguém bater no cachorro”, afirma.

A dona de casa Maria Santos também confirma o ataque. “Eu vi um comentário de que ele já tinha atacado o dono na mão. Dessa vez foi uma fatalidade o que aconteceu com essa mulher”, pontua.

Adoção
O animal é de uma mistura das raças fila e pastor alemão. E a família já teria tentado doá-lo, mas não conseguiu. O sobrinho da vítima, Nilton Santos disse que tentou o canil da polícia, que não pegou o animal, porque ele já era adulto. "Até coloquei ele em redes sociais, dizendo que quem tivesse sítio ou chacará poderia ficar com ele, porque ele tava crescendo demais”, conta.
Por enquanto, o cachorro continua na casa, mas a família ainda não decidiu o destino do animal.
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COMENTÁRIOS
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  • Wilma Menezes
    HÁ 10 DIAS
    Um animal desses traicoeiros, matou um vai matar outro. Eu sacrificaria.
    • Ronise Silva
      HÁ 10 DIAS
      Ainda bem q não q não é VC.
      • Carlito Junior
        HÁ 10 DIAS
        eu sinto muito pala senhora que morreu por causa do cachorro.mas eu acho que eles deveriam tomar uma providencia de nao sacrificar o cachorro mas mandar ele pra um canil onde ele possa ficar isolado e longe das pessoas.
      • Wilma Menezes
        HÁ 10 DIAS
        ninguem comenta a raça do cachorro
        • Ronise Silva
          HÁ 10 DIAS
          Mestiço de fila com pastor alemão. Leia até o fim a postagem.

        terça-feira, 1 de setembro de 2015

        Cinegrafista da Rede Bandeirantes é ferido por pitbull da PM-PR







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        Sociedade

        Paraná

        Cinegrafista da Band é ferido por pitbull da PM-PR

        por Redação — publicado 29/04/2015 20h05
        Luiz Carlos de Jesus está entre os quatro jornalistas feridos durante a repressão policial
        Reprodução
        Luiz Carlos de Jesus, cinegrafista da TV Band, foi ferido por um cachorro pitbull da Polícia Militar do Paraná nesta quarta-feira 29, durante arepressão aos protestos dos servidores estaduais contra um projeto do governo Beto Richa (PSDB) que altera o custeio da ParanaPrevidência, responsável pelos pagamentos de aposentados e pensionistas paranaenses.
        Em vídeo que foi ao ar nesta tarde, feito pelo próprio cinegrafista, é possível ver que o animal parte para cima do jornalista em meio a uma confusão envolvendo a tropa de choque da PM e deputados. O animal morde a perna esquerda do cinegrafista, que perde sangue e é levado do local para receber assistência.
        De acordo com Associação Brasileira de Jornalistas Investigativos (Abraji), Jesus foi levado ao hospital e submetido a uma cirurgia.
        Confira abaixo o vídeo do ataque e, na sequência, a nota da Abraji:


        Confira a íntegra da nota da Abraji:
        Quatro jornalistas do Paraná foram feridos pela Polícia Militar na tarde desta quarta-feira (29.abr.2015) no centro de Curitiba. Os profissionais cobriam manifestação de professores em greve nos arredores da Assembleia Legislativa do Estado. Os repórteres estão entre as mais de 100 pessoas feridas na ação.
        O cinegrafista Luiz Carlos de Jesus, da Band, foi atacado por um cão da PM da raça pitbull. Por causa dos ferimentos em uma das pernas, ele foi levado ao hospital e submetido a uma cirurgia. O colega de profissão Rafael Passos, da Catve, foi atingido por balas de borracha,
        Os fotógrafos Henry Milleo, da Gazeta do Povo e André Rodrigues, freelancer também acabaram feridos. Milleo foi atingido num dos braços e no abdome por estilhaços de uma bomba de efeito moral lançada pela PM contra os professores. Rodrigues foi atingido por balas de borracha, segundo o Sindicato dos Jornalistas do PR.
        A Polícia do Paraná protagonizou outros episódios de violência contra jornalistas recentemente. Em janeiro, prendeu um repórter de televisão durante uma transmissão ao vivo. Desde 2013, tanto a PM quanto a Polícia Civil vêm constrangendo profissionais a identificarem suas fontes em reportagens sobre as corporações. Dois repórteres do Estado já receberam ameaças de morte feitas em nome de policiais. 
        A Abraji mais uma vez protesta contra o emprego de violência desmedida pela Polícia do Paraná e cobra ação dos governantes do Estado para que esse quadro não se perpetue.
        Diretoria da Abraji, 29 de abril de 2015.

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