sábado, 5 de dezembro de 2020

6 motivos para pensar antes de levar o cachorro para a praia

 Apesar de ser tentador, o passeio pode trazer alguns problemas para o animal

Publicado em* 30/01/2020 by Rosangela Ribeiro


Eu sei que é irresistível a cena de um cachorro todo alegre correndo pela areia da praia, mas saiba que, infelizmente, a combinação de areia, água do mar, sol e calor pode não ser tão favorável para o seu pet. 

Confira 6 motivos para pensar bem antes levar o cachorro para a praia:

  1.  Alergias e lesões: areia pode ter microrganismos que podem causar infecções ou alergias no cão, que se coçará todo. Também é comum surgir lesões na pele simplesmente pela combinação de areia e água salgada;

  2. Inflamação nos ouvidos: A umidade favorece o crescimento de bactérias e fungos que causam inflamações nos ouvidos (otite). Os cães de orelhas caídas (pendulares) podem ser os que mais sofrem por esse problema;
  3. Conjuntivite: Já nos olhos, o principal incômodo é a conjuntivite, que surge pelo combo de areia, raios solares e umidade. Além disso, a areia, se levada pelo vento, pode machucar os olhos dos cães;
  4. Queimaduras: O sol forte pode provocar queimaduras nas patas, focinho, pontas das orelhas em cães de coloração clara ou pelame ralo;
  5. Verminoses: Devido à convivência com outros animais, que podem não estar vermifugados, é comum que as verminoses se disseminem com mais facilidade nas praias (e o contágio também pode chegar aos humanos!). Além disso, o calor intenso favorece a proliferação de pulgas e carrapatos;
  6. Água do mar: O cão pode vomitar se ingerir a água salgada do mar.

Decidiu levar o cachorro para a praia?

Em primeiro lugar, certifique-se que a praia permite a presença de cães e quais são as regras do local. Nem todas as praias aceitam a presença de cães e é importante manter a boa convivência com pessoas e outros animais.


Vídeos


Além disso, tente levar primeiro seu cachorro para a área do calçadão e tome alguns cuidados, como:

  • Use protetor solar especial para cães nas áreas mais sensíveis (patas, focinho e orelha);
  • Tenha certeza que a vermifugação e a vacinação estão em dia;
  • Dê preferência por passeios de coleira nos horários de sol mais fraco (antes das 10h e depois das 16h) ou sempre pela sombra.

Minha indicação é que, se puder, não deixe seu animal muito tempo na praia sem atenção. Com esses cuidados, vocês terão belos dias de férias pela frente e tenha certeza de que seu cachorro vai agradecer!


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Idosa fica gravemente ferida após ataque de cães em Minas

 Animais da raça dogo argentino não reconheceram a vítima, que é doméstica da residência. Patrões não estavam em casa

postado em 27/05/2020 18:48 / atualizado em 27/05/2020 19:03

Imagem ilustrativa do cão da raça dogo argentino
(foto: Valeria Ayvar/Flickr)

 Uma mulher de 66 anos ficou gravemente ferida ao ser atacada por cães da raça dogo argentino na tarde desta quarta-feira (27). O caso aconteceu em Barbacena, na Região Central de Minas Gerais.

 

Segundo o Corpo de Bombeiros, a idosa é doméstica de uma chácara localizada em um loteamento denominado Ceolin. Ela contou aos militares que foi alimentar os animais no canil quando eles não a reconheceram e começaram o ataque.

 

Ainda de acordo com a corporação, os cães morderam a cabeça da vítima e causaram ferimentos no couro cabelo, no rosto e nas mãos. Um vizinho ouviu os gritos da idosa e conseguiu espantar os caninos.

 

Quando os militares chegaram ao local, a idosa estava gravemente ferida e com queda de pressão arterial. A vítima foi imobilizada e levada ao Hospital Regional de Barbacena, onde passaria por cirurgia.

Idosa fica gravemente ferida após ataque de cães em Minas - Gerais - Estado de Minas

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Adolescentes são internados após ataque de cão da família em Minas Gerais

 Trata-se de um cão da raça American Bully. Os jovens foram internados e o animal levado para Centro de Zoonoses

Estado de Minas
postado em 01/08/2020 10:00
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O animal foi entregue pela família ao Centro de ZoonosesDois adolescentes foram internados depois de serem atacados por um cão da raça American Bully na tarde dessa sexta-feira, em Montes Claros, no Norte de MinasDe acordo com o Corpo de Bombeiros, a corporação foi chamada por volta das 17h. O acidente ocorreu no o Bairro Residencial Vitória.
Ao chegar no local, os bombeiros se deram conta que os jovens de 12 e 14 anos foram mordidos pelo cão da própria família. Eles tiveram ferimentos nas pernas e nos braços.
As vítimas foram atendidas pela equipe de Resgate do Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) precisou de ser chamado. Eles foram levados para o Hospital Universitário da cidade onde ficaram sob cuidados médicos.
Já o cão - como o proprietário optou por não ficar mais com o animal devido ao acontecido - foi conduzido pela equipe de Salvamento, para o Centro de Zoonoses para providências cabíveis.

Criança de 1 ano morre após ser atacada por chow-chow em MG

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Uma menina de 1 ano e 5 meses foi morta depois de ser atacada por um cão da raça chow-chow na zona rural de Frei Inocêncio, a 355 km de Belo Horizonte. Um veterinário alerta sobre os cuidados em ter um animal dessa raça em casa.

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Os moradores do bairro Serra, na região Centro-Sul de Belo Horizonte estão com medo de serem atacados por cães ferozes que vivem em uma obra. Segundo eles, os animais ficam soltos pelas ruas.

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O número de vítimas de ataque de cães em Belo Horizonte aumento 673% em 10 anos, segundo a Fhemig. As vítimas responsabilizam os donos dos animais que não cumprem  as medidas de segurança.

Ataque de pitbull em BH é considerado acidente de trabalho e ex-funcionária de empresa é indenizada em quase R$ 20 mil

Laudo da perícia aponta que mulher sofreu ‘dano estético em grau suficientemente importante’. Auxiliar administrativo diz que, além de marcas no corpo, caso gerou consequências psicológicas

Por Raquel Freitas, G1 Minas — Belo Horizonte

 

Imagem feita por populares mostra momento em que homem entrava em distribuidora para ajudar auxiliar administrativo atacada por pitbull — Foto: Reprodução

agem feita por populares mostra momento em que homem entrava em distribuidora para ajudar auxiliar administrativo atacada por pitbull — Foto: Reprodução

Cicatrizes, transtornos de ansiedade e crises de pânico. Essas foram algumas das consequências enfrentadas pela auxiliar administrativo Samira Junia de Sousa, de 26 anos, após um ataque de um cão da raça pitbull sofrido quando ela chegava para trabalhar em uma distribuidora de gás e água em Belo Horizonte. O caso foi considerado acidente de trabalho, e a Justiça determinou que ela seja indenizada em quase R$ 20 mil. A decisão foi divulgada nesta segunda-feira (28).


De acordo com o processo, o laudo da perícia aponta que Samira sofreu “dano estético em grau suficientemente importante” de nível 5, numa escala que vai até 7.


O caso aconteceu em julho de 2017. Samira ficou sem conseguir trabalhar até janeiro do ano seguinte. Ela precisou passar por cirurgia e perdeu parte da mobilidade da mão.

Três anos após ataque de pitbull, mulher ainda carrega cicatrizes na pele. — Foto: Samira Junia de Sousa/Arquivo Pessoal

Três anos após ataque de pitbull, mulher ainda carrega cicatrizes na pele. — Foto: Samira Junia de Sousa/Arquivo Pessoal


De acordo com o advogado Bruno Medrado, a jovem chegava para trabalhar quando ocorreu o ataque. Segundo ele, o cão da raça pitbull estava solto e ela deu o comando para que ele entrasse no canil, mas o cachorro avançou em direção a ela.


“Ele pulou na direção do meu pescoço e coloquei o braço na frente. No momento, fiquei até calma, tranquila. Eu pedia para alguém me ajudar, por favor, porque ele me jogou no chão e foi me arrastando”, relembra Samira.


Segundo ela, o cachorro só a soltou depois que um homem que trabalhava na região entrou na empresa com uma foice. “Na hora, ninguém teve de coragem de entrar junto com ele”, conta. Samira foi socorrida e levada para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII.


“Além das marcas físicas, eu desenvolvi transtorno de ansiedade e crise pânico. Tive que fazer tratamento com psicólogo”, diz.

Samira, que sempre gostou de cachorros, conta que o pitbull era tranquilo e adestrado. Segundo ela, no dia do acidente, ele não demonstrou nenhum sinal antes de atacá-la.


Buscando reparação, ela procurou a Justiça. “Acidentes acontecem, mas podem ser evitados. Ainda assim, caso venha a acontecer, fica um pouco mitigado se a empresa dá assistência”, argumenta o advogado.

Recurso aumenta valor da indenização


Em maio desde ano, a juíza Andréa Buttler, da 42ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, determinou o pagamento de indenização por danos estéticos em R$ 8 mil.

“Nesse contexto, estando demonstrada lesão estética suficientemente importante à autora, bem como, a responsabilidade decorrente da posse jurídica do animal e, ainda, considerando os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, bem como o grau da lesividade, arbitro a indenização”, afirmou a juíza.


Tanto a auxiliar administrativo quanto quanto o empregador recorreram. “Não satisfeito com o valor da condenação, promovi o recurso, chamado de recurso ordinário, para que de fato fosse majorado valor”, explicou o advogado. Segundo a Justiça, o réu pediu a redução do valor estipulado.


Ao analisar os recursos, os desembargadores mantiveram a indenização por danos estéticos e ainda determinaram o pagamento de indenização de R$ 10 mil por danos morais.

Mulher é indenizada em R$ 10 mil após ser atacada por cão da empresa onde trabalhava


“Dinheiro nenhum vai reparar tudo o que aconteceu”, lamenta Samira.

De acordo com a defesa dos réus, Águia Gás e Água Ltda, Paulo Sérgio Antônio dos Santos - ME e Arlindo Gonçalves de Macedo, já foi feito um acordo entre as partes, colocando fim à execução do processo. O advogado Bruno Medrado confirmou que o acordo foi firmado na semana passada. Segundo ele, o valor será pago de forma parcelada e a expectativa é que isso ocorra em breve.

Ataque de pitbull em BH é considerado acidente de trabalho e ex-funcionária de empresa é indenizada em quase R$ 20 mil | Minas Gerais | G1